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    com Reinaldo Rosa


09/10/2013 09:29

O disse-me-disse do jornalismo radiofônico

Reinaldo Rosa

DIREITO DE RESPOSTA - Em contato com a coluna o apresentador do Jornal da UCDB, Eraldo Maciel, ponderou sobre o conteúdo deste espaço publicado na segunda-feira. Garante que o noticioso que comanda não será o chamado 'chapa branca' e que o informativo estará aberto às mais diferentes fontes -e formas- de opinião. Conceitos expressados através de rede social, sobre atuação de adversários do prefeito da capital, foram manifestações do 'cidadão e não do radialista'.

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NOTÍCIAS EM PÍLULAS - Em menos de um mês, o prefeito Alcides Bernal ocupou os microfones da UCDB em longas entrevistas. Ambas foram retalhadas em capítulos contrariando princípios jornalísticos e não conseguindo modificar a pauta de repetidos argumentos do alcaide em relação a tudo que expressa quanto à sua administração. Exercício do leite e a pedra. Nesta quarta-feira, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mário Cesar, foi o entrevistado do programa.

ME AGUARDE - Integrantes da equipe do novo jornal da UCDB apostam na maturação da atração informativa da emissora. Maciel projeta o período 'de uma ou duas semanas' para o programa atingir os objetivos esperados pelos ouvintes que sempre prestigiaram o horário.

SINTONIA NADA FINA - Em arcaicas formas de administrar emissoras de rádios -e TVs-, os noticiosos causam arrepios na classe que detém os poderes; se a pauta 'é nossa' -pensam-, 'tudo bem'. Se incomoda chamam o síndico da emissora e, geralmente é tocada música própria para jornalistas dançarem.

CREIO EM GNOMOS - Na estreia do Jornal da UCDB teve a participação de representante religioso da emissora que deu a receita de como deve ser um noticioso radiofônico (segundo preceitos canônicos local vigentes). 'Queremos um jornal feito para os jovens' que frequentam os bancos escolares da universidade que dirige. Celulares e Google serão abandonados. Amém.

TRIÂNGULO DE BERMUDA - No contato de Eraldo Maciel com o titular da coluna foi colocada a dificuldade que a equipe terá para falar a linguagem dos homens. Em um ângulo, Executivo municipal; em outro, Executivo estadual e, no terceiro, a onipresença da censura clerical dos detentores da concessão da UCDB. Torre de babel de difícil entendimento. E atendimento.

ONDE ESTÁ AMARILDO - "O que aconteceu com o apresentador Joel Silva? O jornalismo hoje tão caracterizado pela violência ficava mais ameno com seu estilo de apresentação" questiona Maria Auxiliadora Nana. Representante da família Castro Jorge.

AO VIVO E A CORES - Novo jornalístico pode estar migrando para uma repetidora de TV local. E não será comandado por colunista social.

FALANDO NISSO - Cardápios sofisticados para rega-bofes elitistas e excludentes formam a grade da pauta de coluna social eletrônica que voltará às telinhas de uns poucos. Retrocesso da informação com pitadas que nada acrescentam a consumidores ávidos por cultura.

FALA POVO - "Creio que colunistas, articulistas e similares têm realmente de assumir o compromisso de fazer críticas, comentários e se posicionar diante do absurdo de alguns leitores que se acham e contam a história de fatos passados que não condizem com a verdade, um pouco de pesquisa e boa intenção fariam bem a muitos. (ROBERTO WOLF)

FALA POVO II - "A rádio UCDB era a única que ainda podia ouvir pela manhã, mostrando uma imparcialidade em todos os temas políticos, sociais, consumidor etc. Hoje foi a última vez que sintonizei; se esse jornal não for tendencioso o que é então? Que alguém dê outro nome, adjetivo ou apelido. Uma pena; está no fio da navalha". (LUIZ CARLOS)

FALA POVO III - "Sou do Pará e moro em Campo Grande há oito anos e o que menos se fala nas rodas dos amigos é sobre o futebol do MS. Quando amigos me perguntam de Belém sobre o futebol daqui, digo que não sei porque se fala ou se faz pouco, Espero que em breve possamos falar bem do futebol de MS. Quando morava em Belém ouvia muito falar do Operário e Comercial. Queria poder conhecer e torcer por um deles, mas continuo firme com meu Papão da curuzu do Pará. Abração em todos da redação e a todos os paraenses que adoram viver em Campo Grande. Valeu galera". (JUAREZ FORELIZA DE ASSIS)

POR ESPORTE - "A Liga de Vôlei terá a partir de 2014, apenas 21 set, por imposição da Toda Poderosa, que através da sua sucursal, quer também limitar o número de equipes no futebol sul-mato-grossense. Meu Deus, no interior a única festa é o futebol, mesmo capenga (como dizem alguns). Mas é motivo de festa. Se limitar para apenas dez
participantes, os torcedores dos demais municípios farão o que? Que lazer essas pessoas terão aos domingos às tardes? É bom um campeonato com o maior número de participantes sim, com 20, 25; mesmo porque não temos representantes da serie A". Manifestação do leitor Gilson Giordano.

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Na minha opinião a rádio UCDB deveria ser punida pois fugiu do caráter educativo quando seu apresentador de programas matinais, pendeu para o cunho político e descaradamente fez campanha política para a administração municipal atual. No rádio, como em qualquer meio de comunicação ao vivo, é muito fácil falar e depois dizer que é imparcial....mas o que importa? já foi dito e feito, e a coisa não tem volta. Estranho uma rádio com licença para operar com a finalidade acadêmica ser transformada em palco político e com comerciais........muuiiito estranho.
 
Paulo Bonsini em 05/11/2013 09:29:59
É Gilson Giordano, tomara k vc não seja o único profissional da área nessa luta, por enquanto tenho visto apenas vc tecer críticas a toda poderosa com relação a ela deter os direitos do futebol do estado. Acho, minha opinião, k é mais fácil vc, Gilson, "ser criticado por suas críticas". Me lembro muito bem quando Cene e Aquidauanense fizeram a final do estadual de 2011 e foi transmitida ao vivo pelo Canal 4 em tv aberta.A emissora que eu saiba nem os parabéns recebeu dos políticos esportistas.Já em 2012 a poderosa transmitiu alguns jogos do estadual e já no mesmo ano receberam "Moção de Congratulações " da câmara municipal de CG. Como se fosse fato inédito a transmissão do estadual. Daí tirem suas proprias conclusões.
 
jacson blanck em 09/10/2013 17:53:58
(Parte I)
Caro Reinaldo, é preciso que eu esclareça:
- "Chapa branca" (ou imprensa marrom, tanto faz) é o "jornalismo" que determinados órgãos locais fazem. E até se orgulham disso.
- Minhas críticas aos vereadores não foram em razão da oposição deles ao prefeito. Considero-me consciente o suficiente para ter minha própria opinião.
- Entrevistar prefeito, governador ou qualquer outra pessoa do povo é minha obrigação. Se ele falou em outros dias na FM UCDB eu aqui não estava. Nem o ouvi, na ocasião.
- Entrevistei hoje o presidente da Câmara Municipal, Mario Cesar. Semana que vem, provavelmente, o governador Andre Puccinelli. Qual será a "cor" da minha "chapa"?
- Ouvir o povo, jovens e humildes principalmente, não é preceito canônico. É do bom-senso. E do bom Jornalismo.
 
Eraldo Maciel em 09/10/2013 11:59:40
(Parte II)
- Não creio que terei dificuldade para "falar a língua dos homens". O programa que conduzo é jornalístico, não político. Prefeito e governador que se entendam - ou não. Quanto à "onipresença da censura clerical", não chegou aqui. Ao contrário: recebi orientação no sentido de não me ater à voz de grupos políticos, e sim do povo.
- Reprisar trechos de entrevistas, ou mesmo a sua totalidade, não fere nenhum princípio jornalístico. Assim fosse, o que dizer dos jornais televisivos? O reprise sensato ajuda a melhor compreensão daquilo que foi dito pelo entrevistado.
- Não opino sobre o formato do trabalho de colegas. Faço Jornalismo informativo e opinativo. Fatos são fatos, não compete a mim "amenizá-los".
- Respeito a inteligência dos ouvintes. E agradeço a sua audiência.
 
Eraldo Maciel em 09/10/2013 11:59:36
(Parte Final)
- O Maciel do Dias é o seu nome. O "meu" é sobrenome. Mera coincidência.
- Exerço a minha profissão há 32 anos. Lúcio Maciel, meu irmão, tem 37 anos de idade. O evento dele ser presidente do nosso Sindicato não passa disso: evento.
- Critiquei a Câmara Municipal por conta de evidente e criminosa omissão quanto à sua obrigação de fiscalizar. A "Máfia da Saúde" foi desmascarada e, por motivos óbvios, aquela Casa nada fez. A minha crítica, à época, não teve cunho 'profissional' ou político: sou pai de um jovem que foi tratado no Hosp. do Câncer. Vi e convivi com a dor, não só minha e de minha família, como a de várias outras famílias. Não aceito que alguém veja em tanta angústia uma mera possibilidade de ganhar dinheiro - e de forma desonesta e até criminosa, como no caso.
 
Eraldo Maciel em 09/10/2013 11:59:28
E não que a Toda Poderosa levou a melhor? Na temporada do futebol estadual de 2014 (que repito os times daqui não ficam devendo nada a nenhum outro e o que falta mesmo é estrutura - teste: responda RÁPIDO QUEM JOGA NO CRUZEIRO?) com o aval da FFMS e principalmente DOS DIRIGENTES DOS CLUBES, que na temporada de 2014, quatro times cairão para a segunda divisão.... perguntar não ofende: Quanto mesmo a TODA PODEROSA paga de direito de Arena para os clubes repassarem para os jogadores? E porque ela, TODA PODEROSA que impor isso com aval dos dirigentes dos clubes? E nós, cronistas esportivos (EU SOU PROFISSIONAL DA ÁREA MESMO), ficamos a exemplo dos dirigentes, calados e aceitando isso. Qual fato positivo, os jogos mostrados ao vivo pela Poderosa, rendeu ao futebol do Estado? QUAL? ME RESPONDA!
 
Gilson Giordano em 09/10/2013 11:03:18
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