A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 19 de Fevereiro de 2017


  • De olho na TV
  • De olho na TV

    com Reinaldo Rosa


18/03/2013 15:39

Vereador e "o filho do demônio"

Reinaldo Rosa

PALAVRAS DO PRESIDENTE – “Como presidente do Sindicato dos Radialistas do MS, em 2009, notificamos judicialmente as empresas que mantinham esses programas apresentados por políticos, bem como os próprios político-apresentadores”. ”... o STF praticamente desregulamentou a profissão de jornalista, ao deixar de exigir diploma para se conseguir o Registro Profissional na função, a nossa categoria também foi atingida”. ”... os que mais criticam, tanto o Sindicato dos Radialistas quanto o Sindicato dos Jornalistas, são os profissionais que jamais passaram perto da sede da entidade, que jamais se filiaram ao seu sindicato”. ”... Infelizmente as profissões mais desunidas são aquelas ligadas à área da comunicação. Radialistas e jornalistas falam de tudo, reclamam, cobram, criticam. Mas não valorizam a sua própria profissão.” (a) Lúcio Maciel.

CULPA EU? – Trechos de informações enviadas à coluna pelo presidente do Sindicato dos Radialistas do MS mostram que a conivência de alguns também colabora para o lado nada honroso da comunicação local. (Veja íntegra nos comentários da coluna do último dia 15).

INVERSÃO DE VALORES - A inquietude que a leitora Eliete Medeiros manifestou ante “essa tal "facilidade" que os políticos têm de ter o seu próprio programa” fica respondida –em parte- pela manifestação do presidente do Sindicato dos Radialistas. Ao invés de formar-se em comunicação para exercer função de jornalista, torne-se político detentor de mandato e alugue seu espaço na história desta empolgante profissão.

CURRICULUN EVITAE – Patinho feio da comunicação sul-mato-grossense, o jornalismo é tratado – por parte de proprietários de emissoras de rádio - como simples atendimento à exigência do Ministério das Comunicações. Não admitem jornalistas (com respectivos direitos trabalhistas) e ainda cobram por espaço a eles concedido. Para viabilização do informativo, profissionais têm a ‘oportunidade’ de pagar o aluguel e também ‘ganharem algum dinheirinho’, no raciocínio de tais ‘empresários’.

SE PLANTA COLHE – Sem demérito aos herois da resistência que são obrigados a essa prática, vemos gabaritados, habilitados e tradicionais jornalistas, de repente, transformados em vendedores de luxo de espaço publicitários radiofônicos e televisados.

MAIORÍA SILENCIOSA – Deputados estaduais e vereadores -que não têm programas de rádio ou TV- poderiam fazer indicações de interesse da classe jornalistas do estado. Permitir que as respectivas Casas do Povo abrissem licitações para que jornalistas aluguem espaço e apresentem programas jornalísticos diretamente de suas tribunas.

ANOS DE CHUMBO - Tal programação ocuparia o espaço dos legisladores que praticam a função de jornalistas em emissoras locais. A atuação parlamentar de cada um desses ‘apresentadores’ seria desenvolvida a partir das sedes de emissoras locatárias. Salários e outros penduricalhos financeiros ser-lhes-iam cortados para sentirem, realmente, o que é depender da função da comunicação para sobreviver. Chumbo trocado não dá dodói.

FUMAÇA PRETA – Em seu locado horário na Rádio Difusora, vereador vestiu carapuça de pastor que é e classificou de “filho do demônio”, autor de intriga entre ele e o prefeito da Capital. Na ira demonstrada pela ‘nobre excelência’, o eufemismo usado poderia ser mudado para “filho batuta”.

FUMAÇA BRANCA – O nobre edil justificou ausência dos dois primeiros programas de rádio informando sobre viagem para reunião de seu Partido, na cidade Maravilhosa. Depois “fui assistir ao jogo em que o Botafogo se classificou para a disputa final do campeonato carioca”, disse. Ninguém é todo de ferro; só a cara que é de pau.

Caso da primeira-dama hackeada passou batido
EMPODERADO II – Talmir Nolasco, outro personagem histórico do rádio de MS, ‘deu um tempo’ aos microfones. Depois de atuar na campanha eleitoral do PS...
Rádio local disputa espaço com futebol na TV fechada
EMPODERADO – Personagem da história do rádio sul-mato-grossense, Nivaldo Mota atualmente dedica o talento em outras ondas. Em tempo real, entrevista ...
TV e federação também bagunçam o futebol local
ISTO É PLANEJAMENTO – Cronista esportivo informa a próxima rodada do campeonato sul-mato-grossense de futebol: “...caso não haja alterações durante a...
Nas rádios, só 'programação sertaneja' parece obrigatória
VOCÊ SABIA? – Através do convênio MEC-Abert é estabelecido o tempo de veiculação de conteúdo educativo obrigatório na programação das emissoras. Segu...



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions