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11/08/2015 08:05

A crise sentida pelos brasileiros é aquela que os impede de consumir

Mário Sérgio Lorenzetto
A crise sentida pelos brasileiros é aquela que os impede de consumir

Os políticos ainda não entenderam, a crise sentida pelos brasileiros é aquela que os impede de consumir.

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O consumismo foi incentivado até a exaustão. "Consuma que o governo garante", esse foi o grande jogo de marketing que garantiu a permanência dos petistas no poder por três mandatos. E será a queda do consumo a derrotá-los, provavelmente. O governo não cumpriu a palavra empenhada. Os números da pesquisa feita pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) elucidam o consumismo. Nada menos do que 70% dos brasileiros colocam o ato de fazer compras como uma das melhores formas de se passar o tempo com a família. O estudo também mostra que, apesar de ter consciência dos riscos do consumismo, isso ainda não se reflete nos hábitos dos brasileiros. Mais de 45% afirmaram que costumam comprar produtos de que não precisam, e depois se arrepender.

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A crise sentida pelos brasileiros é aquela que os impede de consumir

O gosto de agosto é por uma saída menos traumática para os brasileiros.

Todo conflito é desgastante, ainda mais quando é público, contínuo, crescente e envolve o governo. Há muitos indícios de que agosto será um mês de conflitos entre Eduardo Cunha, o governo e o Poder Judiciário. Conflitos crescentes são insustentáveis. A tendência é que diminuam em algum momento, em função de um desfecho qualquer. Que seja em agosto, que poderá se tornar do mês do gosto e não de seu contrário. Eleitores, trabalhadores, empresários. Aqueles que votaram em Dilma e os que votaram em Aécio ou em Marina. A sociedade toda pouco tem a ver com a escalada de conflitos, mas sofre com eles. Todos perdemos, e muito. Todos, ou quase todos, desejam uma redução dos conflitos da forma menos traumática possível. Os líderes serão capazes de viabilizar uma saída dessa natureza?

 

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A vida privada de Himmler. Cartas de um assassino de massas.

A recente aparição de dezenas de documentos privados de Heinrich Himmler, o poderoso chefe das SS nazistas e dos campos de extermínio, causou comoção em Israel e revitalizou o interesse por sua figura na Alemanha.
Himmler foi uma peça chave da engrenagem nazista até o final, quando tratou de fugir. Foi capturado pelo exército inglês. Suicidou pouco depois ingerindo uma cápsula de cianureto diante dos médicos aliados que se dispunham a examiná-lo. Entre os variados documentos que apareceram em Tel Aviv (Israel), figuram diários pessoais, umas 700 cartas dirigidas a sua esposa Margaretha, centenas de fotos familiares, análises financeiras, receitas de culinária e uma grande variedade de documentos.

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Pelo que escrevia nesses documentos privados sabemos agora que ele assumia os crimes como parte de seu cotidiano e que contava com total apoio de sua esposa. Um homem que oscila entre a banalidade e a vaidade, entre o distanciamento e a atenção a sua família, e que pretende construir uma esfera privada harmoniosa ao mesmo tempo que organiza, diariamente, a perseguição e extermínio em massa de populações consideradas não arianas ou opositoras ao regime nazista ou ainda "inúteis e doentes" como os homossexuais. Constantemente, Himmler, define a si mesmo como um "guerrilheiro" mais do que um soldado. Também assegura ser mal, em um duplo sentido sexual com que joga com sua esposa. A sua relação com Hitler pode ser encontrada nessas cartas: "Se Hitler me pedisse para matar a minha mãe, o faria sem duvidar".

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Whisky do espaço.

Uma destilaria japonesa enviará várias amostras de whisky para o espaço. O objetivo é envelhecer durante vários anos na Estação Espacial Internacional, esperando desenvolver uma bebida mais suave. O grupo de bebidas Suntory enviará a carga da bebida a bordo de uma nave espacial de carga não tripulada denominada "Konotori 5" (Cegonha Branca). No total, seis tipos de whisky de dez, dezoito e vinte e um anos que ainda não tenham sido submetidos ao processo de envelhecimento serão enviados ao espaço. Os compostos mudarão a bordo da estação espacial pois lá ficarão por muitos anos. Por não haver gravidade no espaço para influenciar as misturas dos líquidos, as moléculas da água e do álcool poderão unir-se mais facilmente, proporcionando à empresa de ver sua hipótese confirmada - obter um whisky de sabor mais suave. Pretendem, após os testes, fabricar na Terra um whisky igual ao obtido no espaço.

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Acreditem, o melhor whisky do mundo é japonês.

Se você acha que o Japão é a terra do saquê, você está certo. O que talvez poucas pessoas imaginem é que o país oriental fabrica o melhor whisky do mundo. O Yamazaki Single Malt Cherry 2013 foi o grande vencedor de 2014. Enquanto isso, os escoceses amargam a pior derrota desde que o concurso mundial - denominado "Whisky Bible" - foi criado, há 12 anos. Pela primeira vez, nenhum whisky escocês ficou entre os "dez mais". O whisky japonês era vendido a US$ 200 e, após a premiação, passou a custar US$ 1 mil.

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