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27/07/2014 08:13

A tuberculose avança no mundo e só perde para a Aids em número de vítimas

Mário Sérgio Lorenzetto
A tuberculose avança no mundo e só perde para a Aids em número de vítimas

A tuberculose avança no mundo

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A doença está em crescimento no mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) registra cerca de 500.000 novos casos de tuberculose multirresistente por ano. Estima-se que menos da metade dos pacientes com a doença irão sobreviver, mesmo com os melhores tratamentos. A tuberculose perde apenas para a Aids, em números mundiais, como doença infecciosa. Os pacientes com a doença precisam de tratamento por muitos meses. Os agentes públicos da saúde fornecem a medicação. Os pacientes tem um comportamento de difícil compreensão. Os médicos são obrigados a controlar se os pacientes estão tomando os remédios de maneira adequada – os médicos contam a quantidade de pílulas ingeridas para avaliar a adesão do paciente ao tratamento. Se este for interrompido ou se as drogas não estão funcionando, os pacientes passam a ter mais chance de desenvolver a forma resistente da doença.

Ao mesmo tempo, deve-se procurar diagnosticar as pessoas próximas do paciente nos casos contagiosos da doença. Este problema é agravado pela diferença nos procedimentos entre os países e seus estados, pois um paciente contaminado pode levar a doença para outras localidades. Além dos custos com o tratamento uma das dificuldades está no tempo do tratamento, pois, a versão da tuberculose resistente demanda cuidados entre 18 a 24 meses. A maior lição que a doença ensina é que problemas de saúde de pessoas pobres em lugares pobres é um problema de todos. A negligência do presente no tratamento da doença acaba saindo muito mais caro no futuro pois a versão resistente da tuberculose não se importa com questões e fronteiras econômicas e políticas.

A tuberculose avança no mundo e só perde para a Aids em número de vítimas

As quatro doenças cardiovasculares que mais matam no Brasil

Segundo a OMS, as doenças cardiovasculares são as principais causas mundiais de morte. No Brasil, 300 mil pessoas morrem todos os anos. A ocorrência é de um óbito a cada dois minutos. Entre as doenças que mais atingem o coração estão:

1. Infarto agudo do miocárdio

O infarto agudo do miocárdio é provocado pela falta de sangue e oxigênio no músculo cardíaco, devido à obstrução da artéria coronária, levando ao quadro de dor no peito, sudorese, falta de ar e mal estar.

2. Doença vascular periférica

Decorre do depósito de gordura com obstrução das artérias periféricas do corpo. Nos membros inferiores, por exemplo, ocorre redução do fluxo de sangue para as pernas, com queixas de dor e de dificuldade para caminhar associadas à queda da temperatura local com dormência.

3. Acidente vascular cerebral

As placas de gordura depositadas nos vasos sanguíneos cerebrais podem obstruir um vaso cerebral intracraniano, levando ao quadro de dor de cabeça, tontura e paralisia de um braço e/ou perna.

4. Morte Súbita

Compreende o quadro de óbito de forma súbita, sendo causado, principalmente, pelo infarto agudo do miocárdio. Mas não se pode esquecer, especialmente os jovens, das doenças cardíacas congênitas, ou seja, aquelas adquiridas geneticamente e desenvolvidas com o passar dos anos.

Farmácias e drogarias já começaram vender medicamentos mais baratos

A lista que contém 174 remédios que tiveram a isenção de PIS/Cofins já pode ser encontrada. Os valores estão até 12% mais baratos, conforme o estabelecido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). Na lista constam medicamentos de alto preço para tratamento de câncer, arritmia, infecções e diabetes, entre outros e que têm a tarja vermelha ou preta. A lista completa está disponível no portal da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): http://portal.anvisa.gov.br.

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Farmácias e drogarias já começaram vender medicamentos mais baratos

A lista que contém 174 remédios que tiveram a isenção de PIS/Cofins já pode ser encontrada. Os valores estão até 12% mais baratos, conforme o estabelecido pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos). Na lista constam medicamentos de alto preço para tratamento de câncer, arritmia, infecções e diabetes, entre outros e que têm a tarja vermelha ou preta. A lista completa está disponível no portal da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): http://portal.anvisa.gov.br.

A tuberculose avança no mundo e só perde para a Aids em número de vítimas
A tuberculose avança no mundo e só perde para a Aids em número de vítimas

Pesquisadores europeus desmitificam o que todos já sabem sobre alguns de nós

No ano passado, estudo da Fundação Heinrich Böll, da Alemanha, polemizava sobre a democracia carioca nas areias de Copacabana. Os cariocas, de maneira lógica, refutaram a pesquisa, afirmaram que estava travestida de preconceito europeu e das imposições do velho continente em traçar as especificidades das diferenças sociais. Para eles, os cariocas, a areia deixa de demonstrar a diferença entre classes e todos confraternizam. Acreditam em uma moral só praticada naquele pedaço de Universo. Pobres, não muito pobres, ricos e não muito ricos, unidos em partidas de frescobol, sobre as cangas coloridas e sob os guarda-sóis alugados.

E se não fossem europeus ou norte-americanos, ou mesmo asiáticos questionando a organização classista da praia carioca? E se fossem brasileiros do interior do País? Notariam o mesmo apontado pelos alemães. Não existe democracia nas areias das praias do Rio de Janeiro. Não da maneira como eles pregam. O termo turista é estampado na testa de quem atravessa a avenida e direção à areia branca e tomada por barracas onde tudo é vendido ou alugado. À frente é nítida a diferença entre quem é do Rio e quem está fora. São minifúndios que separam ingleses, os alemães, japoneses, brasileiros de todos os estados e os brasileiros cariocas. A democracia está somente nos preços, que são elevados para todos. Os turistas, principalmente os brasileiros, sentem um isolamento imposto, não aceito porque não é preciso isto, mas existente. Na verdade os estudiosos europeus dizem o que nós, brasileiros, sabemos há muito: nossa democracia é vista de fora para dentro, mas desmitificada de dentro para fora.

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