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18/02/2015 07:35

Aumento de verba para a saúde, porém muito menos do que o pleiteado

Mário Sérgio Lorenzetto
Aumento de verba para a saúde, porém muito menos do que o pleiteado

Dinheiro para a saúde e o Orçamento Impositivo

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A votação do Orçamento Impositivo pela Câmara de Deputados Federal não foi apenas uma derrota parcial para o governo Dilma. Liquida, por ora, com uma bandeira histórica de médicos e todos os trabalhadores nesse setor que seria de vincular 10% da receita bruta do governo federal exclusivamente com a saúde.

O modelo aprovado pela Câmara vincula o financiamento da saúde à receita líquida, e de forma escalonada. Garante um aumento moderado para os cofres da saúde, mas trata-se de muito menos dinheiro do que era pleiteado. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, se a nova lei tivesse como base a receita bruta, o setor teria algo como R$ 50 bilhões por ano. Com a vinculação à receita líquida, a saúde terá aproximadamente R$ 13 bilhões em 2015.

Aumento de verba para a saúde, porém muito menos do que o pleiteado
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Carne feita de insetos. A Europa discute a sustentabilidade alimentar

Como o mundo alimentará 9 bilhões de bocas em 2050? Desperdício de comida, distribuição desequilibrada mundial e, sobretudo, o impacto que a produção tem na segurança alimentar poderão transformar a alimentação do mundo em uma catástrofe.

Tendo como base essa pergunta, a ONG Thought for Food Global Summit reuniu, em Lisboa, capital portuguesa, dezenas de especialistas, investigadores, empresários e estudantes da área preocupados com a sustentabilidade alimentar. Os membros da ONG dizem que é preciso pensar profundamente nos desafios da sociedade atual porque vivemos em dois mundos paralelos: o da riqueza alimentar e o da fome. Falar sobre segurança alimentar vai muito além daquilo que colocamos na boca. Deve ser pensado em como alimentar a população mundial em conformidade com as normas de sustentabilidade.

Criada em 2011 como plataforma de encontros e trocas de ideias e conhecimentos entre investigadores e estudantes, essa ONG foi crescendo em escala mundial e é hoje, uma rede global de pessoas preocupadas com a maneira como as novas gerações encontrarão o mundo e viver nele.

Aumento de verba para a saúde, porém muito menos do que o pleiteado
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Vacina contra aftosa poderá ficar mais cara

Nos últimos meses o Ministério da Agricultura fechou duas fábricas de vacina contra a aftosa que, juntas - a Vallée e a Merial - respondem por 70% da produção brasileira. O motivo alegado pelo ministério para fechar os laboratórios é de "não conformidades" com regras de biossegurança em vigor no Brasil.

As medidas de fechamento das fábricas acenderam a luz amarela de preocupação na cadeia de produção de bovinos. Em 2014, a meta do ministério era vacinar mais de 167 milhões de bovinos na primeira etapa da vacinação, entre abril e maio, e 148 milhões de bovinos na segunda etapa, concentrada em novembro. O índice de vacinação ainda não foi divulgado. O rebanho bovino brasileiro está estimado em 207 milhões de cabeças. A quase totalidade do país vacina seus animais até 24 meses, duas vezes por ano. Acima dessa idade, a vacinação é feita uma vez ao ano. Somente o Estado de Santa Catarina é considerado livre da aftosa sem vacinação. Para acalmar o setor, o ministério diz que existe estoque de vacina suficiente para atender as necessidades. Todavia, segundo a entidade que representa a indústria veterinária, Sindan, o estoque é suficiente apenas para a primeira etapa de vacinação. Se começar a faltar, sem dúvida, a vacina ficará mais cara.

 

Aumento de verba para a saúde, porém muito menos do que o pleiteado



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