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11/05/2014 12:42

Blue Bird e as mulheres anti-Louboutin: inovação no conceito no mercado de luxo

Mário Sérgio Lorenzetto
Blue Bird e as mulheres anti-Louboutin: inovação no conceito no mercado de luxo

Mercado de luxo: filão vai crescer até 7% ao ano e superar o PIB

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As mais reluzentes grifes de luxo aportaram no Brasil. Estão espalhadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Recife. Ainda não vislumbraram o mercado endinheirado que as concessionárias de automóveis perceberam no Mato Grosso do Sul. Chega a ser surpreendente uma vez que os brasileiros fazem mais da metade de suas compras de bens de luxo no exterior. A melhor explicação para a vinda massiva dessas marcas para os shoppings nacionais está na flexibilidade dos cartões de crédito. O pagamento parcelado, não encontrado na Europa e nos EUA, amplia as possibilidades de quem está olhando para o setor. A outra explicação está no estudo do Boston Consulting Group, bastante conhecido dos experts. Publicado em janeiro, mostra que o setor deve continuar crescendo 7% ao ano, superando o PIB brasileiro.

Essas convicções conduziram três belas jovens – Fernanda Buschmann, Michelle Lima e Paula Proushan – a lançar a marca de calçados Blue Bird. Especializada em “loafer” de luxo.

Eles são os sapatos que saíram do armário masculino e invadiram a passarela. São charmosos e superconfortáveis e estão fazendo a cabeça - e os pés – das fashionistas. A marca registrada é a ausência de salto e de cadarço. Um charmoso resultado da mescla entre mocassins e slippers. São um toque boyish ao look. E, por garantir conforto e praticidade, estão roubando o lugar das sapatilhas. Vestem bem com saias, vestidos e jeans. Só devem ser evitados com calças volumosas no estilo pantalonas.

As belas do Blue Bird apresentam seu conceito fashion como “de luxo acessível, com viés cultural e compromisso social focado na mulher contemporânea.

A palmilha interna tem o dobro da espessura do que é usado no mercado. “Nosso conceito é para a mulher que se sente confiante e elegante sem precisar subir no salto. É um novo estilo de vida. Somos anti-Louboutin” dizem as meninas do pássaro azul.

Mesmo estreantes no mercado, planejaram a distribuição inicialmente só pela internet de etiquetas de luxo. Mas já estão em showrooms no Japão e em Nova York.

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O brasileiro lê muito pouco e o pior, o hábito da leitura está caindo

Sabe qual o povo que mais lê no mundo? Se a contagem for pelo número de horas, é o indiano com 10:42 horas de leitura por semana. Na mesma pesquisa, organizada pela empresa britânica NPO World, o povo brasileiro lê apenas 5:12 horas semanalmente.

Se o critério for o número de livros lidos por ano, quem ganha é o povo francês. Eles leem uma média de 11 livros por pessoas no ano. Colados na França, estão o Japão e a Coréia do Sul – com 10 livros. Cada brasileiro lê menos de 6 livros ao ano.

Mas há um número que dá o que pensar- o gasto com educação em relação ao PIB. O país que investe o maior percentual do PIB em educação é Cuba. A pequena ilha gasta 18,7% do seu PIB com educação. E aqueles que são universalmente reconhecidos como povos muito cultos e que a pesquisa mostra como os que mais devoram livros – Japão e Coréia do Sul investem com padrões brasileiros. O Brasil gasta 4,2% do PIB em educação, a Coréia do Sul gasta os mesmos 4,2% e o Japão gasta menos – 3,6% do PIB. Não há dúvida - não basta aumentar as despesas com a educação, tal como o sistema de saúde brasileiro, falta gestão.

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Onde estão as bibliotecas do país?

Um dos problemas de investimento e gestão é a ausência de bibliotecas nas escolas brasileira – mais de 70% das escolas não tem um espaço para os livros.Definitivamente, o brasileiro não é um apaixonado pela leitura. Uma pesquisa do Ibope para a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, mostrou que, antes da leitura, o brasileiro privilegia – ver a novela, escutar música, dormir, encontrar com familiares, assistir a um filme e encontrar com amigos. Todas essas opções tiveram mais adeptos que ler textos na internet, jornais, livros e revistas. Apenas 24% dos entrevistados afirmaram que cultivam o hábito de ler. Na pesquisa anterior, esse índice era de 36%.

Há algumas novidades nessa pesquisa que merecem atenção – as mulheres ultrapassaram os homens no percentual de leitura. Existiam 47% de mulheres leitoras e esse índice subiu para 53%. Os homens fizeram o percurso inverso – eram 57% leitores e o índice caiu para 43%. Outro número que deveria despertar interesse é o da leitura por escolaridade – o brasileiro que mais lê é o que tem ensino médio e o que menos tempo gasta com leitura é aquele que tem formação superior. As regiões que contam com maior número de leitores são o Sudeste e o Nordeste, enquanto o Norte e o Centro-Oeste são as regiões com o menor percentual de leitores.. Em contrapartida, os habitantes do Centro-Oeste têm a maior taxa de livros lidos por iniciativa própria, sem a obrigatoriedade escolar.

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Marcas próprias: janela de oportunidade para empresário e consumidor

O consumidor vai até a gôndola de amaciantes para roupas. Olha o preço de um, concentrado, com 1 litro e quase chora com o preço entre R$ 17 e R$ 20. Na mesma gôndola, outro amaciante. Ele abre, sente o cheiro, acha tão agradável quanto o primeiro, dribla o preceito de não violar embalagens mais uma vez e testa apertando o dedo polegar contra o indicador para sentir a textura. É a mesma, mas o segundo produto custa menos que R$ 10. O segundo, que pode ser considerado tão bom quanto primeiro só é mais barato porque é uma linha de marca própria do supermercado.

Hoje, segundo estudo do curso de Administração da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) o Brasil tem em torno de 6% do mercado de marcas próprias. No restante do mundo, o cenário é diferente, chega a 40%.

O primeiro mercado em Marca Própria é a Bélgica, seguido pela Inglaterra. O que lá fora está muito consolidado, no Brasil já desponta e essa vantagem competitiva das grandes redes de supermercados reflete positivamente para o consumidor. Os produtos cuja maior dificuldade de oferta ao cliente são as bebidas, refrigerantes e alcoólicos, considerando as campanhas publicitárias das grandes marcas. Há dificuldade, mas há facilidades também. Consumidores de marcas próprias estão situados nas classes A e B e são fiéis, compreendem que não há perda de qualidade e pensam na economia.

Além de amaciante, o consumidor pode encontrar todo tipo de produto de limpeza, de higiene pessoal e alimentos com marcas próprias. Nem sempre os nomes das marcas são aqueles do supermercado. Assim, é perguntar e economizar.

O avanço tecnológico também significa que está mais fácil inserir digitalmente as pessoas que ainda não tiveram amplo contato com a internet. Novos produtos mais intuitivos e com formatos diferenciados, como os 2 em 1, enchem o mercado com opções para todos os gostos e estilos.

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Para quem acha que a mãe merece um computador, mas ela não sabe usar

Os conselhos são da Intel para auxiliar quem as mães com dificuldade em usar a tecnologia.

1. Descubra a máquina certa para as necessidades dela:

A escolha do equipamento certo está ligada ao tipo de uso que sua mãe gostaria de fazer. Como o acesso à Internet e computadores pode tornar a vida dela melhor, mais feliz e mais produtiva? Ela gosta de ver filmes e novelas? Quer acessar as redes sociais? Usar recursos de vídeo para falar com parentes e amigos distantes? Talvez ela goste de jogar cartas e possa se divertir com jogos online?

Há um produto certo para cada necessidade, e é preciso levar em consideração também a tecnologia por dentro do equipamento. Tarefas mais intensivas, como uso de vídeo, exigem um processador com maior potência. Produtos com foco em mobilidade merecem atenção especial à duração de bateria.

2. Coloque as novas tecnologias ao seu favor:

Dispositivos com a tela sensível ao toque já estão presentes em quase todas as novidades do mercado e são um enorme facilitador para quem está se acostumando com a tecnologia. Desde tablets a All-in-ones, passando pelos computadores 2 em 1, que funcionam tanto quanto notebook quanto como tablet, são dispositivos mais intuitivos e fáceis de usar. Se a sua mãe vai escrever e-mails ou usar editores de texto, devido ao teclado – o 2 em 1 é mais recomendável do que um tablet.

3. Prepare e personalize a máquina:

Depois de escolher e adquirir o equipamento mais adequado para as necessidades da sua mãe, uma ótima ideia é personalizá-lo e configurá-lo para facilitar a experiência de uso. Você pode fazer o download e instalar aplicativos do Google Play ou do Windows Store, incluindo jogos que a sua mãe possa gostar. Você também pode criar ícones para os principais programas e links das páginas de internet que ela vai acessar mais – como as redes sociais, o programa de TV preferido dela, o serviço de e-mails. Aliás, você já pode configurar um endereço de e-mail para ela e, se preferir, cadastrá-lo nos principais serviços online. Para ficar ainda mais com a cara dela, você pode já salvar algumas fotos da família no dispositivo.

4. Assuma o papel de professor:

Vá com calma na hora de apresentar o novo dispositivo e as suas funcionalidades para sua mãe. Ela terá acesso a um mundo completamente novo na palma das mãos e vai precisar se familiarizar com a tecnologia. Cuidado para não estressar a relação, pois isso pode fazer com que ela rejeite o novo dispositivo. Introduza os aplicativos e serviços aos poucos, começando pelas coisas mais divertidas – como vídeos, fotos, jogos. E vá apresentando novas possibilidades todas as semanas. Mostre para ela os aplicativos de comunicação e como ela pode usá-los para falar com a família e amigas e ainda economizar na conta de telefone.

5. Não entre em pânico:

Se você seguir todos os passos corretamente, a sua mãe provavelmente vai se maravilhar com o novo mundo que se descortina à sua frente. Isso também significa que ela vai ligar para você cheia de dúvidas a qualquer hora do dia e da noite, entupir a sua caixa de e-mails com coisas fofinhas que ela achou por aí, subir todas aquelas suas fotos embaraçosas da infância no Facebook e comentar naquela postagem mal pensada que você publicou ao voltar da balada. Sua mãe ainda está no “Jardim de Infância” do uso das ferramentas digitais, e ela precisa aprender não só a usar as ferramentas, mas também a etiqueta do convívio online. Entenda que sua mãe não está lá para te matar de vergonha – ela quer socializar e se divertir, como todo mundo. Vale a pena dar pequenas dicas de vez em quando para ajudá-la a ter um convívio agradável também no mundo virtual.

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