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14/01/2016 08:03

Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos

Mário Sérgio Lorenzetto
Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos

Em novembro, a juíza Tamara Gil Kemp, da Vara do Trabalho do Gama (DF), fez sua primeira experiência. Propôs às partes de um processo a criação de um grupo no WhatsApp para uma tentativa de conciliação. O nome do grupo era o número do processo. Depois de cerca de cinco horas com trocas de mensagens, o acordo foi fechado. No dia seguinte foi homologado pela juíza conectada com o século XXI. Por meio eletrônico não há pressão do tempo. Na audiência, o tempo é limitado. Pelo aplicativo, os advogados puderam consultar as partes e responder com mais calma. A juíza diz que se inspirou em experiência similar, iniciada em maio pelo Centro Integrado de Conciliação de Primeiro Grau de Campinas (SP). Há experiências com o uso do aplicativo em várias localidades do país, do Acre a Goiás.

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Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos
Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos

Tempo de férias. Tempo de aprender a arrumar malas para economizar dinheiro e aborrecimento.

Com as pessoas na correria para sair de férias, são boas as chances de elas se verem cercadas de muitas e pesadas malas. Mala grande e pesada é sinônimo de desperdício de dinheiro. Hoje, a maioria das companhias aéreas dos Estados Unidos e da Europa cobram por qualquer mala despachada. Algo com US$25 pela primeira mala e outros US$ 35 pela segunda mala. Acrescente a essa conta qualquer excesso de peso. Seu exagero não custará menos de US$ 100 na ida. Se comprar alguma "coisinha barata" no destino, outros dólares escorrerão de teu bolso. O primeiro passo é usar os tais "cubos de embalagem". São ferramentas organizacionais para comprimir os itens que leva na mala. Assemelham-se aos invólucros de sacos de dormir. O passo seguinte é diminuir o peso. Para isso é preciso possuir os tipos de tecidos certos e apropriados para o clima que suportará. Há materiais leves e finos para a "segunda pele", a roupa mais importante que fica colada a teu corpo. Tecidos dos tipos voltados para a prática de exercícios físicos, como os usados por corredores, são muito bons para isso. Os viajantes experientes usam muito a lã de merino, que é bem fina mas muito quente. É claro que o ideal é o cashemere, muito mais caro, apesar do aumento da oferta dessa lã feita pela China.

Todavia, um dos maiores segredos é repetir uma roupa mais de uma vez. Se você passará 7 dias em viagem, não precisa de 7 partes de cima e 7 partes de baixo. Você precisa apenas de alguns itens versáteis e que não precisem ser lavados constantemente. Os jeans são bons para isso. Tanto para calças como camisas. Mas o maior erro ocorre com os sapatos das mulheres. Você não precisa de 7 pares de sapatos na hipotética viagem de 7 dias. Precisa de, no máximo, 2 pares que combinem com tudo. Outro erro comum está nos cosméticos. Levam, por exemplo, frascos de shampoo tamanho família. São proibidos em bagagens de mão e custam caro nas viagens aéreas. Nunca se esqueça de observar a previsão do tempo em seu destino. Não precisará fazer uma mala para três ou quatro tipos de clima se fará um frio de doer os ossos.

Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos
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Empresários da maconha faturaram US$ 4 bilhões nos EUA.

A maconha é um dos mercados que mais crescem nos Estados Unidos. Em dois anos, ele passou de US$1,5 bilhão para US$ 4 bilhões. Surgiu uma nova turma de empresários, apelidados de "Ganjapreneur", mistura de "ganja", um apelido da maconha e "entrepreneur", que significa empreendedor. Eles já são mais de 25 mil ganjapreneur e dizem que faturarão, brevemente, US$ 10 bilhões. Tudo "lindo", mas os EUA não adotaram as medidas necessárias para o tratamento de dependentes como, exemplarmente, o fez Portugal. Os EUA só se preocupam em vender, só pensam em negócios e a maconha é um negócio bilionário. Ao contrário da piada do português que erra tudo que faz, seu modelo de liberação do uso de drogas está sendo copiado por todos que tratam o assunto com seriedade. Os portugueses construíram uma rede nacional de clínicas para o tratamento de dependentes antes de liberar o consumo das drogas. Enquanto os dois modelos são debatidos no mundo, os caminhões continuam trafegando, abarrotados de maconha, pelas maltratadas estradas do Mato Grosso do Sul. A polícia diz informalmente que, no mínimo, para cada dez caminhões da erva que passam livremente, consegue apreender um. Abastecem o principal mercado brasileiro - o da insegurança.

Boa iniciativa: jovens juízes começam a adotar WhatsApp para agilizar processos
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Um socialista na Casa Branca?

Enquanto o socialismo passa a ser entendido como populismo em toda a América Latina e dá passos largos para tornar-se liliputiano (extremamente pequeno), um candidato, declaradamente socialista, ganha força na corrida presidencial à Casa Branca.

Neste ano, o Partido Democrata, de Barack Obama, tem uma favorita: a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton. Mas ela tem um forte concorrente, um adversário que vem crescendo nas pesquisas e encantando parcela importante do conservador eleitorado norte-americano. Bernie Sanders é um fenômeno que merece atenção (e preocupação para os brasileiros). Nem tanto pela última pesquisa de intenção de voto entre eleitores democratas, que mostra Hillary com 59% das preferências contra 28% para Sanders. Todavia, a curva de crescimento de Sanders é muito maior que a de Hillary, o que poderá levá-lo a ocupar a posição de candidato dos democratas. Outro fator concorrente pró-Sanders é o vertiginoso crescimento do ultraconservador candidato dos republicanos Donald Trump, que já está tecnicamente empatado com Hillary nas pesquisas para a presidência, assustando os democratas.

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Sanders é o primeiro socialista na Câmara e no Senado dos EUA em muitas décadas.

Desde 1920 um socialista não chegava à Câmara. Desde 1950 o Senado não tinha um esquerdista declarado entre seus membros. Sanders derrubou as duas marcas. Mas quem é esse desconhecido para os brasileiros, que só comentam as candidaturas de Hillary e Trump? Ele é um judeu, descendente de poloneses. Fato que por si só aumenta seu potencial eleitoral. Os judeus norte-americanos, além de gregários, não se atemorizam em promover enormes gastos na eleição dos membros de sua comunidade. Nascido no Brooklin, N.York, filiou-se ao Liberty Union Party, conhecido por ter sido o motor da luta contra a guerra do Vietnã. Abandonou esse partido e mudou-se para Burlington, no Estado de Vermont. Virou professor e jornalista.

Sanders é a principal voz no Congresso norte-americano a favor da renegociação do Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta - é o bloco econômico formado pelos EUA, Canadá e México). Sanders também é o líder que labuta contra a política comercial dos Estados Unidos para a América Latina que, para ele, seria excessivamente liberalizante. Daí o problema para o Brasil.

Sanders defende a ampliação total do sistema de saúde implementado por Obama. Para ele, o sistema de saúde deve ser público e gratuito para todos. Também defende uma reforma nos meios de comunicação, dando maiores poderes e verbas para os pequenos veículos de imprensa, em detrimento das colossais redes existentes nos EUA. Uma aposta excessivamente perigosa para um candidato a presidente. Ele ataca os grandes conglomerados industriais poluidores com a mesma desfaçatez das mais radicais entidades ambientalistas. Mas, sua proposta mais ousada é a auditoria das contas do Banco Central dos EUA. Sanders critica o endividamento trilhonário dos EUA frente aos bancos chineses e esboça um não pagamento das dívidas dos norte-americano. É uma possibilidade não tão remota: um ultraconservador contra um socialista. Um embate que os EUA nunca viram.

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