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17/06/2014 07:40

Brasil acompanha conversas para o fim das Farc e poderá sediar negociações

Mário Sérgio Lorenzetto
Brasil acompanha conversas para o fim das Farc e poderá sediar negociações

Brasil pode auxiliar o término de guerrilha colombiana

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O Brasil pode sediar as negociações entre o governo colombiano e o ELN (Exército de Libertação Nacional) a segunda maior guerrilha do país. O anúncio das conversas foi feito pelo presidente Juan Manuel Santos. O Brasil vem acompanhando, desde janeiro, as conversas preliminares entre o governo e a guerrilha.

O governo colombiano já realiza uma negociação formal com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) sob a mediação de Cuba, Venezuela, Chile e Noruega. As conversas ocorrem em Havana.

As negociações com o ELN devem seguir os mesmos moldes das conversas com as Farc, com pontos que incluem temas como a reforma agrária, participação política e reparo às vítimas. A partir de agora, as conversas deixam de ser secretas.

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Alta de imposto na compra internacional com cartão diminui gastos oficiais

O aumento do IOF - Imposto sobre Operações Financeiras - sobre as compras com cartão derrubou o uso dessa forma de pagamento. De janeiro a abril deste ano, dado mais recente do Banco Central, os brasileiros compraram 68% menos usando o cartão. Mas não tenham dúvida que passaram a pagar em dinheiro. Essa é uma medida ineficaz da Receita Federal, só auxilia os ladrões que batem carteiras em qualquer país. Essa medida deveria ser chamada de "Bolsa Ladrão Internacional". Um belo auxílio ao atraso que praticamente proíbe o uso de cartões que são, indiscutivelmente, mais seguros. É hora de pensar as palavras de Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria Gera da Presidência: "fui assaltado duas vezes na Europa. Vamos abandonar o complexo de vira-lata de achar que só no Brasil há violência".

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As barreiras da língua para quem precisa “encarar” a Copa sem entrar em campo

Os R$ 25,6 bilhões gastos para financiar a Copa do Mundo saíram quase exclusivamente dos cofres públicos. Formam 83%, conforme o governo federal. A iniciativa privada, aquela ligada diretamente aos possíveis ganhos com o mundial, investiu menos, mas há quem vá ganhar sem mover um centavo do orçamento. Ainda que questionado, o evento atraiu todo tipo de turista. Esbanjam felicidade, mesmo aqueles que têm certeza de não ver sua equipe segurar a taça nem na Copa do próximo milênio. Eles esbanjam dinheiro e há quem não sabe, ignora ou simplesmente não se preparou para isso.

Supermercados, lojas de rua, lojas de shoppings e as franquias de aeroportos parecem estar em outro país que não o da Copa do Mundo. No fim de semana, um turista japonês implorava para a atendente da lanchonete franqueada do aeroporto de Congonhas lhe servir um café. Ela não só desconhecia o idioma, como também demonstrava aflição para tentar reduzir a fila onde havia colombianos, croatas e, para aumentar o desespero, alguns gregos. Tudo ficou resolvido pela boa vontade de uma estudante que disputa uma vaga no doutorado em Química da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), que traduziu os pedidos de uma dezena de turistas.

Moradora de Viçosa, a estudante disse ter presenciado cena semelhante na rodoviária do Rio de Janeiro, onde teve que pessoalmente embarcar um grego em um táxi após passar pelo balcão de definição do preço da corrida. Não diferente foi a situação de croatas que voltavam derrotados para o hotel e decidiram parar em um supermercado em São Paulo. Comprar pães e suco nunca lhes foi tão complicado. Nem atendentes da loja, nem caixas sabiam o idioma e o atendimento demorou e os constrangeu. Mais uma vez, um brasileiro solidário traduziu o que eles buscavam: geleia. Ele também disse ter presenciado outras situações e, por ter fluência em inglês, salvou outros turistas. A fluência faltou à atendente de roupas na Rua das Flores, em Curitiba, mas a simpatia permitiu a venda de uma bandeira a uma família de espanhóis. No fim do atendimento ela reconheceu: também deveríamos ter pensando em tudo isso, não só o governo.

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Primeiro “papo sério” com pais chega aos 10 anos: Internet acelera processo

Ao menos 80% dos pais acreditam que a Internet está tornando as crianças cada vez mais precoces, conforme pesquisa divulgada ontem pela AVG. A conclusão resulta de questionário online aplicado em maio para 5.420 pais e 2.569 crianças entre 5 e 10 anos no Brasil e Austrália, Canadá, República Checa, França, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. Na avaliação dos pais, a tecnologia está acelerando o fim da inocência da infância e é isso o que obriga os pais a conversarem sobre assuntos adultos com seus filhos cada vez mais cedo.

Na geração dos pais, o tal “papo sério” ainda era uma conversa, que ocorria por volta dos 15 anos. Entre os assuntos mais complicados de abordar está a pornografia e como as crianças estão muito mais cedo conectadas, não dá para adiar. E as restrições de conteúdo existem, estão presentes para 81% dos pais, mesmo que só 35% das crianças acreditem que a rede pode ser perigosa. Têm que haver confiança, considerando que para a maioria dos pais, o conhecimento das crianças sobre tecnologia estará avançado para eles aos 9 anos.

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