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10/10/2014 07:50

Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim

Mário Sérgio Lorenzetto
Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim

Novos tempos, novos ares no comando da Justiça Militar

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Até há pouco tempo, seria difícil imaginar uma corporação de servidores públicos mais arredia aos ventos do mundo contemporâneo como era a encarregada da defesa do país. Os militares guardaram por longos anos um irredutível fechamento ao mundo civil. Mas os novos ventos abriram suas portas. Primeiro, as mulheres foram admitidas. Agora, uma chega ao topo de um de seus poderes - preside o Superior Tribunal Militar (STM). Ela não chega assumindo as fardas masculinas. Tem ideias próprias. Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, sob esse nome de princesa está uma mulher de fibra e coragem. Disse que agirá em favor da igualdade entre homens e mulheres e contra a discriminação aos homossexuais nas Forças Armadas. Segundo ela, a democracia sem mulheres é uma democracia incompleta.

A nova presidente criticou a posição do ex-presidente do STF Joaquim Barbosa, que recentemente defendeu a extinção da Justiça Militar nos Estados. Ela afirma que conter homens armados é fundamental para se preservar o Estado Democrático de Direito e a estabilidade do regime político e, por isso, homens que portam as armas da nação devem ser controlados com rigor. Infelizmente, seu mandato durará apenas nove meses. Mas é emblemático: são nove meses que uma mulher leva para gerar um filho ou filha. Talvez o exemplo de Maria Elizabeth venha a gerar outras mulheres nos comandos das Forças Armadas.

Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim
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Marina não sabe para onde vai

Marina voltou atrás e alterou o plano de governo. Marina voltou atrás novamente e deixou de defender a comunidade LGBTT. Marina voltou atrás mais uma vez e passou a apoiar o "demoníaco" agronegócio.

Marina voltou atrás e adia declaração de apoio a Aécio.

Está na hora de tirar a Marina para dançar e cantar aquele vira do Roberto Leal: "Não sei se vou ou se fico, não sei se fico ou se vou".

Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim
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Máquinas agrícolas simples e robustas vendem bem

Depois do recorde histórico de produção e vendas de máquinas agrícolas alcançado em 2013, os fabricantes elaboram estratégias para manter as vendas aquecidas neste e no próximo ano. A meta é estabelecer um patamar sustentável e não há expectativa de igualar os números do ano passado. Com essa definição, eles estão apostando na diversificação de produtos.

Até agosto deste ano, foram vendidas perto de 46 mil unidades, com uma queda nas vendas de tratores maiores para os grandes agricultores, e crescimento nos pedidos de tratores universais, de pequeno e médio portes. A agricultura familiar está entre os nichos com maior demanda.

A agricultura de pequeno e médio porte demandam simplicidade, robustez e economia: quem entender e respeitar essas características pode criar um mercado cativo em propriedades que estão à margem de crises. Quem produz alimentos básicos, sempre terá de produzir, independentemente de crises, cenários ou anos eleitorais.

Uma das apostas é ampliar o conforto para o trabalhador do campo montando máquinas com cabines dotadas de ar-condicionado e de fácil manejo, levando o operador a parar menos para descansar e ampliando a produtividade.

A outra aposta está em Cuba e Zimbábue. Com a aproximação do governo brasileiro com esses países, as vendas de máquinas agrícolas fabricadas no Brasil estão sendo impulsionadas pelos novos mercados. Só uma fabricante gaúcha está enviando 344 tratores e 1.100 conjuntos de motobombas, utilizados para irrigação.

Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim
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“Admirável mundo novo”

A simplicidade de pensamento está abolida no mundo contemporâneo. Navegar em baixa velocidade está proibido. Temos um mundo complexo e em alta velocidade. A economia do "laissez-faire" é posta à prova pelo modelo de Pequim de capitalismo dirigido pelo Estado e ao mesmo tempo as novas potências, incluindo o Brasil, estão revelando pouco entusiasmo pelo sistema internacional ocidental, baseado em regras.

Elas só têm peso nos discursos do período eleitoral na Rússia, na Índia, na África do Sul e no nosso país.

Seguem-se mudanças após mudanças, complexidade após complexidade. Tão importante quanto os deslocamentos do dinheiro e do poder dos Estados Unidos e da Europa para os BRICS é a fragmentação do sistema internacional. Guerras no Oriente Médio, na Ucrânia, na África e as tensões em Hong Kong não jogam em favor de uma nova ordem mundial, e sim em favor da desordem sistêmica.

A globalização, ao mesmo tempo, emancipou os indivíduos, enfraqueceu a autoridade dos governantes e reacendeu o nacionalismo e separatismo agressivos. A revolução das tecnologias digitais emancipou uma classe média mundial em acelerada expansão e ofereceu aos governos, simultaneamente, novos instrumentos de repressão.

A biologia sintética promete cura para algumas das doenças mais intratáveis e ameaça pôr armas de destruição em massa nas mãos de extremistas de todas as ordens e naturezas. A nanotecnologia e a inteligência artificial são fontes de prosperidade econômica e instrumentos potenciais de guerras mortíferas.

Discriminação de homossexuais e mulheres nas Forças Armadas perto do fim
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Políticos desorientados em todo o mundo

Não é de estranhar que os políticos estejam desorientados em todos os países. Não existe mais uma fórmula a ser copiada como modelo para um mundo cujas características organizacionais são a difusão do poder, o estilhaçamento de interesses e fidelidades e o enfraquecimento das normas e instituições em todo o mundo. Não existe mais a Guerra Fria, nem Morna e muito menos Quente. A Guerra Fria era terrível, mas construiu falsas verdades em prol do capitalismo e do socialismo, que conduziam com alguma previsibilidade os pensamentos mundiais. Os líderes bem-sucedidos serão os que sabem navegar no imprevisível. Acostumem-se, este é o século XXI. Imprevisível, mesmo com o advento do big data.

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Uma loura nada burra

A loura é burra por natureza. Este é um dos estereótipos construídos nos últimos anos que está se desfazendo. Meredith Perry, de 25 anos, está à frente de uma revolucionária pesquisa. Ela conta que, em 2011, estava em seu quarto, na Universidade

da Pensilvânia, quando se aborreceu com o fato de que tinha de usar um cabo e uma tomada para recarregar o laptop. Se era possível operar a TV pelo controle remoto, sem a confusão de fios, porque não seria possível fazer algo semelhante para transmitir energia elétrica?

Ela passou a procurar alternativas no Google, para descobrir que algumas eram perigosas ou simplesmente ineficientes. A procura ganhou ares mais sérios, até que Meredith deparou-se com a piezoeletricidade, capaz de converter vibrações ou impactos físicos em eletricidade. Depois de montar sua empresa, a uBeam, Meredith planeja criar um dispositivo capaz de carregar aparelhos eletrônicos como celulares e notebooks em uma sala mesmo que as pessoas estejam andando com eles na bolsa. O protótipo ficou pronto há três meses e a expectativa é que estará no mercado em dois anos. Meredith está sendo aplaudida entusiasticamente por todos os pesquisadores do mundo e é considerada uma das mulheres mais importantes do mundo nos últimos tempos. Cor de cabelo está relacionada com inteligência? Essa é uma pesquisa que não precisa ser feita.

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Comércio de drogas on line busca fidelização

Comércio de drogas justo. Parece improvável, mas é real, pelo menos no mercado negro on-line de substâncias ilícitas: desafiando os órgãos legais, sites de venda de drogas estão cada vez mais sofisticados e alguns deles trabalham com conceitos de responsabilidade corporativa e programas de fidelidade (semelhantes aos das empresas aéreas). Exemplos: o Tormaket e o Evolution afirmam fornecer drogas de pequenos produtores para não estimular os cartéis e pregam a diminuição da violência. O livro "Drugs on The Dark Net", lançado no fim do ano passado, traz os detalhes desse cibermundo das drogas. " Os traficantes modernos competem com a fidelização, e não com as balas" está escrito no livro. Será verdade? Os consumidores podem reclamar no Procon da má qualidade da maconha?

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