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31/05/2015 07:00

Dois minutos para dizer não ao sexo. O chá do não quero fazer sexo.

Mário Sérgio Lorenzetto
Dois minutos para dizer não ao sexo. O chá do não quero fazer sexo.

Dois minutos para dizer não ao sexo. O chá do não quero fazer sexo.

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O estupro começa a ter mudanças no século XXI. Mais e mais mulheres recorrem à justiça contra seus agressores. O caso que ganhou repercussão mundial foi o de uma estudante universitária em Nova York, que após ser estuprada por um colega e a direção da universidade não ter tomado providência, resolveu carregar o colchão onde ocorreu a violência para onde ia na universidade e na cidade. Em seguida, começou a ser acompanhada por outras jovens, que também tinham sido agredidas, formando um cortejo que despertava a curiosidade de todos bem como a solidariedade.

Agora, surge na internet um pequeno vídeo de apenas 2 minutos onde uma blogueira inglesa incentiva as jovens a não permitirem o estupro em qualquer momento do relacionamento. Rockstar Dinosaur Pirate Princess, a blogueira, explica no vídeo, usando uma metáfora com uma xícara de chá, que há necessidade de consentimento prévio para ter relações sexuais. "Chá e consentimento" é o título do vídeo. A ideia é simples. Você prepara uma xícara de chá, se a sua acompanhante diz que sim, ofereça-a a ela. Se disser que não, não a obrigue. Se ela inicialmente aceitou, mas depois hesitou, não a force. Se a noite queria e de manhã não, não insista. Se estiver inconsciente, nem tente. Se em um momento de consciência assentiu e em seguida dormiu, não continue.

Por mais simples que a metáfora possa parecer, isto é, se não ocorre a ninguém forçar outra pessoa a beber chá quando não quer ou quando não pode, porque é tão complicado transferir isso para o sexo? O vídeo já acumula mais de 2.500.000 visualizações.

https://youtu.be/fGoWLWS4-kU

Dois minutos para dizer não ao sexo. O chá do não quero fazer sexo.
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O Google também é cultura.

O Google tem um instituto cultural com três experiências interessantes. O primeiro e mais conhecido, o Art Project, com visitas a museus no mundo todo e fotos de obras de arte que permitem um zoom de telas famosas a uma distância a que seria impossível de chegar ao vivo. Momentos Históricos permite explorar exibições sobre momentos importantes da história da humanidade. Por fim, World Wonders é um passeio por maravilhas naturais ou criadas pela humanidade, em centenas de lugares do mundo. www.google.com/culturalinstitute/

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O vinho e os chatos do vinho.

O vinho nasceu antes da escrita. Esse fato torna a sua origem desconhecida. Cada povo conta a sua história, e a história do vinho, de sua maneira. Para os cristãos, a primeira videira foi plantada por Noé. Para os gregos, era uma dádiva dos deuses. As evidências mais antigas da presença do vinho foram encontradas na Geórgia, com marcações que datam de 7.000 anos antes de Cristo. Mesmo sendo considerado como a bebida mais agradável por muitos povos, o vinho não é consumido em larga escala como a cerveja e outras bebidas destiladas. Apenas 140 milhões de garrafas de vinhos de boa qualidade são consumidas, anualmente, no mundo. Fazendo as contas são somente 3 milhões de pessoas consumindo uma garrafa semanalmente. Dessas 140 milhões de garrafas, aproximadamente 80% custam abaixo dos R$ 25. Portanto, o preço do vinho não é um grande fator limitante. Não é barato, mas não é um preço inacessível.

Quem escreve sobre vinhos, quem vende vinhos, lojas, supermercados, restaurantes e sommeliers precisam simplificar o vinho. A maioria dos prováveis consumidores não sabe, e nem deseja saber, o que é "equilíbrio", "tipicidade", "solo de limestone" ou de "aromas empireumáticos". Aliás, são essas chatices que afastam os possíveis consumidores do vinho. Os chatos do vinho desejam uma exclusividade que os torne seletos, que os diferencie dos demais mortais. Analise você mesmo se o vinho o agrada e o compre, não escute os chatos do vinho. Eles só dão coceira.

Dois minutos para dizer não ao sexo. O chá do não quero fazer sexo.
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O fraco crescimento dos planos de saúde.

Nos últimos três anos, o crescimento do setor de planos de saúde ficou na faixa dos 2%. Existiam pouco mais de 48 milhões de pessoas filiadas aos planos em 2012, foi a 50 milhões em 2013 e manteve os mesmos 50 milhões em 2014 (com um pequeno crescimento de 500 mil pessoas). s mesmas pesquisas que atestam a vontade da pessoa por um plano de saúde também apontam que o consumidor está insatisfeito com os valores cobrados. Nos últimos três anos, o setor registrou inflação "médica" na faixa dos 15%. Nesse cenário, de escalada de custos dos planos, as operadoras de saúde, bastante preocupadas, estão investindo mais do que nunca na gestão de sinistros e na gestão de pessoas para o uso consciente do plano de saúde e, assim, quem sabe, o consumidor se torne menos insatisfeito. Segundo o diretor-técnico da Unimed, Alexandre Ruschi, não é mais possível repassar os custos assistenciais aos clientes. As empresas que oferecem planos aos seus funcionários exauriram a possibilidade de bancar os aumentos dos planos de saúde na faixa de 15%, em media, ao ano.

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