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07/01/2014 07:55

Indústria do controle de peso fatura alto e vai ganhar mais

Mário Sérgio Lorenzetto
Indústria do controle de peso fatura alto e vai ganhar mais

Excesso de peso e uma indústria que engorda a cada ano

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As mulheres estão sempre 2 kg acima do peso. É brincadeira, mas os efeitos deste pensamento são levados a sério. Tem gente que está com muito mais e outras precisando ganhar peso para manter os níveis adequados de saúde. Dos dois lados há uma indústria que sobrevive alimentando ou fazendo passar fome. É a indústria do controle de peso que faturou US$ 14 bilhões somente nos Estados Unidos no ano passado e dobra a cada ano, conforme estudos do Euromonitor Internacional. Um terço desse mercado fica com os EUA, com produtos que o brasileiro conhece bem, como substitutos de refeições, suplementos para emagrecimento e perda de peso, cremes, extratos e outros.

O mercado da chamada gestão de peso também cresce a passos largos na Ásia. Foram 88% desde 2008, em especial na China, Japão e Coreia do Sul. Somente para a China, a previsão é de que as vendas cresçam 37%. Para a América Latina, a média de crescimento prevista é de 5% até 2018. Bem como nas demais, o controle de peso nessa região é considerado sucesso. E, se depender das constatações da OMS (Organização Mundial da Saúde), a indústria só tende a crescer. A previsão da entidade é de que haverá 1,4 bilhão de adultos com sobrepeso e obesidade com 20 anos ou mais somente nos Estados Unidos. Entre as crianças, a obesidade é a realidade de 12% das que têm entre 2 e 5 anos. Para aquelas que estão na faixa etária de 6 a 11 anos, 18%.

E o excesso de peso não está relacionado somente aos países desenvolvidos ou em desenvolvimento. Até 2018, três de cada quatro pessoas acima de 15 anos estarão acima do peso na Venezuela, no México e no Kuwait. Infelizmente, não é só na indústria do peso que essa realidade vai impactar. A saúde pública sofrerá forte pressão com o aumento dos casos de doenças cardíacas, diabetes, câncer e acidente vascular cerebral.

Indústria do controle de peso fatura alto e vai ganhar mais
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Transformações políticas, econômicas e sociais ditam a moda

As transformações do mundo são evidentes e é preciso considerar uma época multifacetada, com raças, estilos e conflitos históricos e sociais que se misturam. A discussão é social e econômica? Também, e é a base principal da moda em 2015. Isso! A moda considera a política e economia para se planejar apontar o que será tendência. Os trabalhos para o próximo ano começaram ser discutidos no início de 2013 e resultaram na elaboração de três conceitos dos quais partirão a vanguarda da indústria do design brasileiro. O resumo será apresentado na próxima semana durante o Fórum de Inspirações Inspiramais, coordenado pelo estilista Walter Rodrigues no Rio de Janeiro.

É no fórum que fabricantes de assessórios, bolsas, calçados, móveis e vestuário terão os primeiros contatos com as novidades da indústria de componentes por meio de cores, formas, composições e possibilidades. O foco é desenvolver a identidade brasileira e orientar as empresas a criar. Estão envolvidos na pesquisa 24 polos, 18 deles representam o setor calçadista e seis de confecção. Assim, o resultado é o alinhamento da cadeia produtiva do calçado e da confecção, que terão contato com mais de 600 materiais.

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Revolução na forma de se comunicar será traduzida e roupa, calçado e móveis

Para o Verão de 2015, a moda será traduzida pela revolução da comunicação, da queda do autoritarismo da mídia e pela mensagem transmitida pelas redes sociais. É o coletivo contrapondo com o egocentrismo. Situação semelhante de transformação social só é comparável com a Revolução Industrial. É uma nova forma de relacionamento entre pessoas que conhecemos como mídia social. Para traduzir os pontos gerais, o fórum considerou três conceitos no que batizou de Pirâmides de Desenvolvimento da Moda.

No topo está o conceito 3, que representa o nascimento da ideia, a expressão dos desejos. A busca pelo novo por meio de produtos de investimento a médio e longo prazo que expressem o único. São esses os pontos seguidos pelos demais consumidores. No conceito 3 é que surge o chamado nacionalismo inédito e que será traduzido com materiais e cores que revelem a estética desconstruída da poluição visual da cidade como ponto de inspiração. É a confusão do estresse urbano quem vai falar, são cores simples, mas cheias de simbolismo.

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Hedonismo do litoral continua como inspiração para o design

Trinta por cento da indústria estará voltada para o conceito 2, chamado de aceitação do produto. É aqui que estão as cores douradas das cidades litorâneas, do Sol e da liberdade. Nesse conceito cabem coisas a que estamos bastante familiarizados, como o hedonismo de quem vive nessas regiões. Veremos tecidos e peças que remetem a vegetação tropical, ao pôr do Sol e à arquitetura das favelas.

Fica na base da pirâmide o conceito 1, com os fabricantes em série. Sessenta por cento se concentram aqui e, para essa maioria, o tema escolhido foi o desejo coletivo de criar um país que instigue ao orgulho. Neste ponto cabem a terra adorada, o grafismo dos letreiros interioranos, as pinturas dos murais de caminhão e as texturas das madeiras envelhecidas.

Em 2015, a moda será de um nacionalismo exacerbado, mas de quem olha a nossa cultura de dentro para fora como forma de encontrar a arte das grandes cidades e sua brutalidade, o balanço doce do mar, dos balneários e senso de humor interiorano.

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O mundo só tem a ganhar com o trabalho das mulheres

Aos 33 anos, a modelo gaúcha Gisele Bündchen é, aos olhos da maioria, a personificação da mulher perfeita: bonita, rica e famosa. Com uma renda em torno de R$ 100 milhões por ano, ela mantém contrato de publicidade com marcas como Grendene, Sky, Pantene e Oral-B e é proprietária da linha de cosméticos Sejaa.

Mãe de dois filhos pequenos, Gisele entre um desfile e outro nas principais passarelas, encontra tempo para participar de ações sociais ao redor do mundo como “embaixadora da boa vontade” do programa da ONU para o meio ambiente. Por tudo isso, foi apontada em 2013, pelo segundo ano consecutivo, uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo pelo Forbes.

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Supermodelo, contudo, é uma exceção – um caso em milhões

Para a maioria das mulheres, sem a rara combinação de beleza e sorte com faro comercial, o que se espera é que, pelo menos, tenham a oportunidade de desenvolver seus talentos, quaisquer que sejam. É fundamental que elas tenham condições de fazer o básico – estudar, trabalhar, votar, ter uma família. E que possam, caso queiram, disputar um cargo eletivo ou abrir um negócio. Números do Fórum Econômico Mundial mostram que esses direitos não fazem parte da realidade de um grande número de mulheres. De acordo com o Relatório Global sobre Desigualdade de Gênero, divulgado em outubro, não nenhum país onde as mulheres tenham as mesmas oportunidades dos homens nas áreas de educação, política, economia e saúde.

No Brasil, 65% das mulheres fazem parte da força de trabalho, ante 85% dos homens. Em nosso país, as mulheres ganham, em média, 61% do salário dos homens e apenas 18% das grandes empresas têm mulheres entre seus executivos. As brasileiras ocupam apenas 9% das cadeiras no Congresso Nacional. O grau de exploração e subordinação das mulheres ainda é grande.

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Nas desumanas carvoarias de MS, a forte presença feminina

Dentre os trabalhadores nas carvoarias do Mato Grosso do Sul, 40% são mulheres. Os dados apontam que 95% das mulheres carvoeiras são analfabetas, tem entre 17 e 35 anos, cumprem dupla jornada de trabalho superior a 12 horas diárias e o dado mais inadmissível – não são remuneradas pelos trabalhos inclusive os que realizam nos fornos. Elas moram com suas famílias em barracos de lona preta ou de pau-a-pique que não dispõem de água encanada e nem de luz elétrica. O estado de exploração é completado pela falta total de atendimento médico e odontológico e nenhum outro direito garantido

Os dados do Fórum Econômico Mundial indicam que as nações com maior nível de igualdade de gênero tendem a ser as mais prósperas. De acordo com uma estimativa da consultoria BCG os gastos das mulheres deverão atingir US$28 trilhões em 2014 – maior que a soma dos PIBs dos EUA com a China.

Segundo cálculos da consultoria Booz&Company, equiparar a taxa de emprego das mulheres com a dos homens seria um impulso capaz de elevar em 9% o PIB do Brasil, 5% o dos EUA e incríveis 27% o da Índia. Não faltam motivos para dar às mulheres as oportunidades que merecem – na educação, no trabalho, na política e na economia. O mundo só tem a ganhar.

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As 10 marcas de bebidas mais valiosas do mundo em 2013

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O capitalismo, sempre ele. Cubanos já podem comprar carros sem autorização

A medida vale para os automóveis novos e usados e vigora há exatos quatro dias. O comércio foi restrito naquele país por meio século. Agora, está tudo liberado, não só para os cubanos. Os estrangeiros também são beneficiados. O governo Fidel Castro havia abolido o livre mercado automobilístico após o triunfo da revolução, que ocorreu em 1959. A partir dessa data, somente empresas estrangeiras, diplomatas ou alguns poucos funcionários públicos conseguiam comprar carros. Além disso, a outra forma era receber um como prêmio por ser esportista, personalidade da cultura ou médico.

Ficou a cargo do governo a importação de veículos. Segundo a promessa do presidente Raúl Castro, os impostos sobre as vendas serão revertidos em melhorias do transporte público. Ainda vamos ouvir falar sobre o transporte público de Cuba.

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Vergonhosa a situação das mulheres carvoeiras e ninguém faz nada por elas.
 
Marlene Mendonça em 07/01/2014 13:58:22
Industria de controle de peso é mais uma enganação para quem não tem coragem de fechar a boca, acabar com a gula desenfreada e que adora colocar a culpa nos outros.
 
Maria Cecilia Rodrigues em 07/01/2014 11:08:13
Essa foi boa, indústria de controle de peso. Realmente existe e é forte, só não tinha percebido que existia. Excelente maneira de ganhar dinheiro. Vou pensar a respeito
 
Abigail Mendonça em 07/01/2014 10:33:13
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