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06/04/2014 09:37

Novo índice permite compreensão da cadeia do agronegócio nacional

Mário Sérgio Lorenzetto
Novo índice permite compreensão da cadeia do agronegócio nacional

Vem aí o Índice de Confiança do Campo

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A Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) e a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), acabam de lançar o Índice de Confiança do Agronegócio - IC AGRO. O indicador, que será divulgado trimestralmente, vai mensurar a percepção de agentes do agronegócio em relação à economia brasileira. Crédito, expectativa de investimento e preços serão os principais componentes do novo índice. Ele permitirá compreender os pontos convergência e divergência entre os leões da cadeia produtiva e antecipar tendências. Estudo sério e importante para o agronegócio. Demorou.

Novo índice permite compreensão da cadeia do agronegócio nacional
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Suco de verdade e suquinho

Para dar mais transparência ao setor de bebidas não alcoólicas, o Ministério da Agricultura determinou que os rótulos devem informar a porcentagem de polpa de fruta ou de suco usado na composição do produto. Todos os fabricantes de refrigerantes, refrescos e chás deverão seguir a medida a partir de julho deste ano. A partir de dezembro, a indústria de néctares e sucos também será obrigada a respeitar a regra. Apenas a bebida composta por 100% da fruta será chamada de suco. E os sucos que não são suco, como serão denominados? Suquinhos?

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Polêmica sobre cesárea no RS reflete em todo lugar, até em Campo Grande

Ativistas dos direitos da mulher farão um protesto no dia 12, no centro de Campo Grande contra a decisão judicial que forçou uma gaúcha a ter o filho, o terceiro, por meio de uma cirurgia. A mulher queria ter normal, os médicos disseram que ela e o bebê corriam risco, ela não mudou de ideia e a Justiça a obrigou, como forma de preservar a vida da criança. Adelir Carmem Lemos, de 29 anos, foi obrigada pela Justiça a fazer uma cesárea por "risco iminente de morte" da mãe e do bebê, segundo as médicas que a examinaram no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Torres (RS).

O caso chamou atenção até na Inglaterra. Na avaliação do Colégio Americano de Ginecologia e Obstetrícia – considerado um dos principais órgãos médicos do mundo – havia alternativa. Pela avaliação da médica de Adelir, não. Ela chegou ao hospital na segunda-feira, 4, se queixando de dores. Estava com 41 semanas de gestação e criança estava sentada. Como fez dois procedimentos cirúrgicos nos partos anteriores, a avaliação médica era de que havia caso de ruptura no útero, hemorragia e more por sufocamento da criança. Adelir queria o parto normal e os médicos acionaram a justiça.

Já o Colégio americano afirma que poderia ter sido aplicada uma manobra para desvirar o bebê. Foi, ainda mais longe, citou dois estudos que põem dúvidas sobre a possibilidade de ruptura da cicatriz. No Rio Grande do Sul, uma sindicância do Conselho Regional de Medicina vai apurar o caso.

O Brasil é campeão em partos cesáreos e há uma infinidade de campanhas para que a mulher tenha opção de tentar também normal. Obstetras, contudo, defendem o que é melhor para a situação de cada parto, há mulheres que podem, mas a criança está em risco e o contrário também acontece. No país, porém, segundo os entusiastas do parto normal, o fator econômico pesa devido à remuneração do médico – que fica mais tempo aguardando o bebê nascer, quando na cesárea são poucas horas – e na cultura das mulheres. Algumas apostam no status do parto cesáreo.

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