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20/04/2015 07:05

Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização

Mário Sérgio Lorenzetto
Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização

Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização.

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Em novembro de 2004 nascia o projeto de terceirização. Seu autor é o deputado-empresário Sandro Mabel que há época era filiado ao Partido Liberal (estava até há pouco no PR). Seu principal argumento em favor do projeto é de que caminharíamos para um "mundo novo". Conforme Mabel " quando as mulheres saíram de seus lares para trabalhar e deixaram as babás tomando conta de seus filhos, criaram a terceirização". O projeto original foi relatado na Comissão de Constituição e Justiça por um deputado do Solidariedade da Bahia - Arthur Maia e continuou a tramitar na Câmara Federal por longos 10 anos. Nunca houve acordo entre sindicatos de trabalhadores e entidades empresariais. Era um projeto encampado pelo PSDB. A totalidade de seus parlamentares lutava em seu favor. Lutava. Aécio Neves, o líder dos tucanos no Congresso Nacional admitiu um racha atual em sua bancada. Até há poucos dias era um projeto fadado à aprovação. Era, não é mais.

A grande mudança se deu no mundo virtual. Provavelmente, teremos o primeiro registro histórico em que "protestos virtuais" são alçados ao patamar de fator decisivo em uma mudança de posição tão eloquente e em tão pouco tempo. "Na guerra da comunicação perdemos. O PT e o Governo viram esse tema como a tábua de salvação deles", lamentou o líder dos tucanos na Câmara Federal, Carlos Sampaio (SP). Nos últimos 10 dias, mais de 98% dos comentários nas redes sociais sobre o assunto eram contrários à medida. Nesse período, foram feitas cerca de 524.000 menções contra a terceirização de um total de 534.000 sobre o tema, segundo o levantamento da A2C, agência digital especializada em levantamentos de mídias. Os principais argumentos apresentados contra o projeto foram que os terceirizados perderão direitos trabalhistas e irão piorar suas condições de trabalho.

Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização
Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização

Em poucos anos os "alimentos inteligentes" estarão nas mesas.

Alimento inteligente não é um chuchu falante ou um tomate que ouve. É uma nova política que começou a ser adotada nos Estados Unidos e na Europa para as datas de validade de alguns alimentos. Ainda é um piloto. Está em fase de testes. Necessitará de um amplo debate com governantes, empresários e engenheiros. Uma das razões por que tantos alimentos são desperdiçados se deve ao fato de supermercados, restaurantes e consumidores se basearem em datas de validade. Uma estimativa grosseira para determinar se o produto estragou. A atual política dos prazos de validade alimentares vem sendo driblada com facilidade e montado fortunas indevidas. Campo Grande vem sendo alvo de empresas que burlam essas datas há décadas. Por exemplo, uma barra de queijo com data vencida é fatiada e vendida com uma nova data. É uma política obsoleta.

Para as empresas respeitadoras da lei, ocorre o inverso - desperdício de alimentos. Os alimento não são vendidos ou consumidos com data de validade expirada ainda que possam estar perfeitamente bons se suas temperaturas e condições foram bem mantidas e respeitadas.A alternativa do século XXI que está posta em estudo é a de utilizar sensores para avaliar alimentos. É possível, por exemplo, usar tintas termossensíveis especiais em embalagens, que mudam de cor se forem expostas a temperaturas indevidas, ou se microrganismos indesejáveis começarem a se desenvolver no alimento, indicando deterioração. Também podemos instalar sensores ao longo da cadeia de abastecimento para medir gases liberados por frutas e vegetais em apodrecimento. Uma alternativa mais eficaz que as datas de validade construídas no "chutômetro", e mais importante - eliminará o desperdício.

Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização
Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização

A espada de Simon Bolívar nas mãos do maior traficante da história.

O "bolivarianismo" esteve em voga nos últimos tempos. Em conformidade com essa lenda urbana o Brasil se tornaria uma ditadura similar à Venezuela, a "pátria do bolivarianismo". Nem ditadura nem a fogueira em que colocaram a histórica figura do Libertador Simon Bolívar. De tempos em tempos os políticos manipulam a história em favor de seus propósitos. Assim ocorreu no Brasil com a "reconstrução" feita pelos paulistas da mítica figura dos bandeirantes, transformando-os em heróis da pátria. Assim agiram os ditadores venezuelanos deturpando a importância de Bolívar. Em suma, o termo "bolivarianismo" tornou-se uma agressão ou um palavrão. E isso é um absurdo, uma inconsequência política partidária. Bolívar é um dos mais importantes libertadores da América do Sul.

Pablo Emilio Escobar Gaviria (1949-1993), chamado de "O Patrão", morreu em dezembro de 1993 em meio a uma emboscada na qual pretendiam prendê-lo. "Não o mataram, ele se suicidou antes de ser pego", afirma seu filho em um livro que brevemente chegará ao Brasil. Pablo Escobar foi o maior da história. O maior traficante de cocaína. O filho desse cruel traficante teve de mudar de nome, hoje seu nome é Juan Sebastián Marroquín Santos, vive em Madri, na Espanha. Dentre muitas histórias ele conta que em seus aniversários existiam muitos potes cheios de doces e muitos maços de dinheiro. Em sua fazenda havia um zoológico particular com vários dos animais mais exóticos do planeta. Carros e motos de último modelo. E seguranças, muitos seguranças. O filho de Pablo Escobar também relembra e mostra a foto que tirou quando era adolescente com a espada do libertador Simon Bolívar, que esteve nas mãos de seu pai durante cinco anos. Simon Bolívar deve estar "revirando na cova" com o que fizeram com sua honrosa história.

Protestos virtuais estão mudando votos em favor da terceirização
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Onde está Bruno? Um brasileiro na série "Game of Thrones".

"Você é forte? Então me carrega", assim o brasileiro Bruno Sidrim foi contratado para figurar na série mais afamada da história - "Game of Thrones". Bruno carregou a produtora e fez alguns extras em episódios da série. Ele narra que estava de férias na Croácia e ouviu de uma fucionária do hotel, onde se hospedava, que estavam contratando pessoas para a série. O cearense de 1m78 estranhou, mas foi procurar a possibilidade de contratação. Conseguiu passar a barreira de seguranças e funcionários e recebeu a notícia da contratação pelas redes sociais.

Nos cinco dias que ficou à disposição das filmagens ganhou 250 euros. Conta ainda que com as gravações fragmentadas não dava para acompanhar o enredo inteiro. Bruno diz que não sabe tudo que acontecerá nesta nova temporada. Sua cena preferida na aventura foi a "caminhada da vergonha", que levou três dias para ser filmada. Agora a diversão dos amigos e conhecidos do cearense é brincar de "Onde está o Bruno?" na tela. Uma cena ele já entregou: na "caminhada da vergonha" ele é o primeiro soldado que aparece na televisão.

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