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14/03/2014 07:55

Sete dias experimentando seis viagras femininos e...

Mário Sérgio Lorenzetto
Sete dias experimentando seis viagras femininos e...

Estimulante sexual feminino; a realidade que poucos sabem

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Uma jovem Londrina, Chloe Cross, foi a autora do experimento. Durante sete dias provou seis tipos de substâncias que se propõem a potencializar o desejo sexual.

Dia 1. Pink Venus Shot – R$ 16,60 –Laboratório: Ann Summers

Contem duas vezes mais cafeína que uma xícara de café, o que irá deixá-la um pouco ligada. Mas duas xícaras de café são bem mais baratas. Desaprovada. Nota 2.

Dia 2. Viafem – R$ 57,64 – Laboratório: Holland & Barret

As cápsulas contêm uma mistura de oito ervas. Aparentemente aumenta o fluxo sanguíneo vaginal e clitoriano. Resultado: inconclusivo. Nota 6.

Dia 3. Gold Max – R$ 28,84 – Laboratório: Harmony

Aumento de fluxo sanguíneo e desejo sexual elevado. Resultado: Aprovado. Nota 8,5.

Dia 4. Gold Max novamente. Resultado: Aprovado de novo.

Dia 5. Bai He Di Huang – R$4 0,15 – Laboratório: Natural Wellness London

Causador de confusão. Descrito como apropriado para disfunção erétil masculina. Resultado: Desaprovado. Nota 3.

Dia 6. Spanish Fly – R$ 40 – Laboratório: Jonas Bros

Descrito como um dos mais antigos afrodisíacos. Contém cantaridina. A embalagem é pornográfica. Promete muito e não apresenta mudança. Resultado: Desaprovado. Nota 2.

Dia 7. Magnum Ronic Wine – R$ 12,40 – Laboratório: desconhecido

É um vinho com 16% de teor alcoólico e de péssimo gosto. Não ocasiona mudança. Resultado: Desaprovado. Nota 3.

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E ainda tem mais...

Dois outros produtos que tem como propaganda aumentar significativamente o prazer sexual das mulheres estão chegando às lojas de Londres. Lady Prelox é vendido por R$ 132 por 60 comprimidos de cor rosa e é à base de ervas. Lovegra é a denominação popular para o citrato de sildenafil – Viagra – para as mulheres, vendido por R$ 60. É descrito como a versão rosa do Kamagra. A propaganda diz que ele funciona aumentando o fluxo sanguíneo genital e mudanças na vagina, trazendo como resultados um prazer intensificado durante a atividade sexual.

O presidente da Associação de Aconselhamento Sexual de Londres diz que: “Sabemos que em homens a disfunção sexual é basicamente um problema vascular. Não temos ainda evidências concretas disso em mulheres, mas pode haver uma relação. A obstetra e ginecologista Andy Heeps, no entanto, se diz cética quanto ao assunto. Ela afirma que disfunção sexual feminina é uma área complexa e que não há uma única causa, então não há solução mágica.

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Hooters: "rede de restaurantes dos machos”, com garçonetes sensuais e telões para futebol vai crescer no Brasil

Conhecida há três décadas por ser a “rede das garçonetes sensuais”, a cadeia norte Americana de restaurantes Hooters deve dar um passo importante neste ano para consolidar sua presença no Brasil. Apesar de contar ainda com poucas unidades em território nacional, apenas três, a rede apresenta números animadores: de um faturamento inaugural de R$13 milhões em 2012, fechou 2013 com R$ 18 milhões – um salto da ordem de 40%.

A primeira unidade foi aberta na Vila Olímpia, uma das mecas da balada na capital paulista, seguindo-se mais duas – uma na Mooca e outra em Santo André. Os empresários abrirão a quarta unidade, neste ano no Rio de Janeiro e pensam em outras em Curitiba e no Nordeste. A rede está presente em 28 países contando com mais de 400 unidades.

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O surgimento da Hooters aconteceu de forma pouco convencional

Em 1983, seis amigos – sem nenhuma familiaridade com o segmento – decidiram abrir um restaurante em Clearwater, na Flórida. O grupo era composto por um carpinteiro, um vendedor de bebidas alcoólicas, dois pintores e um corretor de imóveis. A ideia de ter garçonetes sensuais surgiu de quando encontraram, por acaso, uma praticante de jogging na praia; um dos sócios a convenceu a trabalhar no restaurante. Foi de seu hábito de usar shorts e camisetas no trabalho que nasceu o conceito dos uniformes das atendentes no mundo. Os telões? Não há necessidade de explicar. Os sócios eram fanáticos por futebol americano. A Hooters é a maior concorrente da rede Outback. Algum campo-grandense se habilita?

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E se alguém resolvesse ir além do sobá?

Campo Grande reconheceu o sobá como “bem cultural de natureza imaterial” por meio do decreto municipal n° 9.685, de 18 de julho de 2006 e ele também foi tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). O sobá é feito originalmente com trigo sarraceno, mas em Campo Grande ele é feito com farinha branca. Costumava-se usar cinzas vegetais na massa, contudo, a instabilidade no fornecimento das cinzas acabou por retirá-las da receita. Hoje são usados processos mais longos de sova da massa. O “segredo” está na produção da massa. Após ser fervido, o macarrão recebe uma camada de óleo e é resfriado naturalmente. O macarrão absorve o óleo, fator que aumenta sua durabilidade.

A composição do caldo é variada de acordo com o restaurante. Na versão original, de Okinawa, são usados ossos de porco (tonkotsu), shoyu, saquê, sal e gengibre. A distinção para o udon está no fato de que não se usa o (dashi) caldo de peixe. O caldo servido na tigela é acompanhado do macarrão, da carne (preferimos a bovina), cebolinha e omelete picada, com gengibre ralado à parte. Existem projetos de deixar como opção de proteína a carne-de-sol e tofu, mas nada que modifique o caldo.

O tradicional paladar campo-grandense e suas “mudancinhas”

Para os “conservadores” dificilmente os hábitos alimentares dos campo-grandenses vai ser modificado, gostamos da cozinha internacional “adaptada” ao nosso paladar, porém, os mesmos conservadores não teriam acreditado que o sushi se tornaria uma moda (em boa parte do Brasil) e hoje faz parte da rotina gastronômica da cidade.

Pois bem, há dez anos, em Nova Iorque, se você falasse para alguém que estava indo comer noodles todo mundo iria pressupor que você estava falando de sobá. Hoje, todo mundo vai te perguntar qual o seu ramen (macarrão feito a base de ovos) favorito e se vocês podem combinar de ir a um restaurante de ramen durante a semana. Primeiro, o ramen surgiu como um prato em restaurantes elitistas – no East Village – contudo, hoje, é possível encontrar um lugar para comer ramen em quase qualquer parte da cidade.

Novos restaurantes abrem a cada semana e chefs japoneses e americanos disputam a arte do chashu e do tonkotsu. Os fanáticos por noodles compartilham os endereços dos novos lugares (muitos relativamente escondidos) para jantares após festas ou para refeições mais corriqueiras.

A mudança do sobá para a mania do ramen se parece com a “moda do sushi” no Brasil. Ou seja, já não é mais nem moda, já foi incorporada no roteiro gastronômico. Enquanto o sobá dos nova-iorquinos é bem parecido com o de Campo Grande, com a diferença da manutenção do caldo de peixe na receita, os caldos que acompanham o ramen tendem a ser mais encorpados e intensos. Hoje, enquanto o sobá continua a ser um prato relativamente elitista em Nova Iorque e pode ser encontrado em restaurantes com a serenidade de um templo, o ramen é barato (cerca de US$12) e está mais próximo dos estudantes e dos trabalhadores. Será que alguém se arrisca a meter a mão nesse “novo caldo” em Campo Grande?

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FGTS pode ser utilizado em pensão alimentícia

A decisão foi reafirmada ontem pela Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais. Assim, foi restabelecida sentença que havia autorizado a expedição de alvará para levantamento do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) a um trabalhador de Santa Catarina para que pudesse pagar montante decorrente de pensão alimentícia homologada em ação de investigação de paternidade.

A sentença abre margem para o questionamento do artigo 20 da lei 8.036/90, que aponta o uso do FGTS somente em casos como despedida sem justa causa, extinção da empresa, aposentadoria, falecimento do trabalhador (o pagamento é feito aos herdeiros), pagamento de prestações de financiamento habitacional e quando o trabalhador permanecer três anos ininterruptos fora do regime do FGTS, trabalhador portador de HIV ou câncer. Na avaliação do colegiado, os critérios têm caráter meramente exemplificativo e o saque do FGTS pode ocorrer em outras hipóteses não previstas na legislação, com a pensão alimentícia.

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