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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016


  • Luca Maribondo
  • Luca Maribondo

    Coluna


11/02/2011 10:11

Fazer a coisa certa

Luca Maribondo

Som alto. A música soa forte e se espalha por todo o espaço no entorno, descrevendo eloquentemente as múltiplas faces da cidade que, ao mesmo tempo em que é percebida como desumana, alienada, surge também como uma espécie de cenário da diversidade que a torna amada pela maioria das pessoas que vivem ali.

Essa diversidade é uma característica marcante da cidade. É o que lhe imprime contorno e ritmo únicos, como a levada da música que toca. A imagem da cidade é composta de um sem número de sons, traços, linhas, cores, designs, palavras, sotaques, letras, roupas, números, odores, ritmos, frases, massas, volumes, movimentos etc.

A cidade é o lugar onde convivem pobres e ricos, velhos com jovens, miseráveis e doutores, cristãos e ateus, gregos e goianos, a coreana de cabelo vermelho e a índia de mini-saia, o empresário e o empregado, o operário e o ladrão, o malandro e o otário...

Na cidade, a cultura até mesmo cria e recria a natureza. Parques florestais, praças, hortos, bosques, jardins, por exemplo, estão presentes apenas onde o homem deseja ou permite. Tudo isto dificulta uma definição do que seja a cidade, que pode ser, ao mesmo tempo, tudo e nada. Então, será que, levando-se conta tamanha diversidade, a cidade realmente existe como totalidade e pode ser pensada como espaço humanizado?

Mas a cidade é tudo ou nada na medida da sua cultura, das manifestações culturais e artísticas da sua gente. Claro que a cultura está longe de ser um conceito bem definido pelas ciências humanas, porém são muitos os seus significados e extremamente heterogêneos e variáveis os eventos e ações que a tornam uma preocupação contemporânea, bem viva nos tempos atuais.

E a cultura é viva na cidade na medida em que os espaços estão abertos para que as manifestações culturais, em sua infinita diversidade. Seja este espaço um pequeno tablado num botequim de periferia ou uma ampla arena num imenso parque, a cultura necessita desse território para que os seus mentores e atores possam se manifestar.

Está claro, portanto, que a cidade perde quando um dos seus principais espaços culturais e artísticos é simplesmente fechado porque não atende dispositivos legais ambientais e sociais. O espaço do Parque Laucídio Coelho está sendo fechado para manifestações musicais porque a música soa excessivamente alta e seu uso intensivo pelos espectadores e produtores polui o entorno.

Um promotor de Justiça, o doutor Alexandre Raslan, ingressou com ação requerendo a proibição dos shows e eventos culturais no Parque de Exposições. Ele não deixa de ter lá as suas razões. Afinal, o desrespeito às leis ambientais é histórico no Campão.

Segundo o doutor, "recebemos diversas denúncias de excessos de barulho na região. Sabemos que o parque era em uma área afastada e que o crescimento populacional foi muito grande em um determinado período. Mas a legislação está aí para ser respeitada”.

Está certo, a legislação existe para ser respeitada, embora não o seja também pelas autoridades que deviam zelar por ela. A lei também é uma manifestação cultural, já que existe por exigência da sociedade. E cada realidade cultural tem sua lógica interna, que todos devem procurar conhecer para que façam sentido as suas práticas, usos, costumes, concepções e as transformações pelas quais estas passam.

Fechar um espaço artístico-cultural que existe há mais de setenta anos na cidade é negar à sociedade morenopolitana o direito de manifestar as complexas realidades dos agrupamentos humanos e as características que os unem e diferenciam, e a cultura expressa.

Perder o espaço porque algumas das suas falhas ferem a lei é de uma pobreza de espírito inimaginável. Até porque seria muito mais produtivo para a cidade e para as pessoas que nela vivem se as autoridades deixassem a mentalidade burocrática de lado e solucionassem os problemas do parque —e de toda a cidade— para deixá-lo adequado à realização dos grandes eventos culturais que ali acontecem.

Nada é mais estúpido e odioso que a burocracia imposta ao cidadão, que acaba se tornando presa de uma atitude que em geral somente beneficia as minorias que dela se servem. As autoridades judiciais fariam melhor se obrigasse as autoridades municipais a solucionar os problemas e abrir o espaço que, fechado, só prejudica a sociedade.

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Depois que o Ronaldinho Gaúcho recebe o prêmio da Academia Brasileira de Letras ,já nem sei o que é cultura,depois que O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, venceu o prêmio Nobel da Paz por seus esforços para reduzir os estoques de armas nucleares,já nem sei o que é paz.
O que me preocupa e que são esses pseudos intelectuais que fazem as escolhas, estão se deixando se enfluencias pela politica ou interresse proprio.ou pior não estão tendo disserimento em seus pensamentos devido a uma sociedade mergulhada num capitalismo que favorece a poucos.
 
Mauricio Aluchna Melgarejo em 20/04/2011 10:32:01
Cidade de interior com cara de capital é assim, primeiro reclaman pelo fato de não ter espaço para diversã, quando tem show ( raramente um que presta) lá vem a população em volta do parque reclamar, poxa vida, aquilo ali era distante da cidade, quem mudou pra lá estava ciente disso, outra coisa, nunca reclamaram, agora esse fuzue todo? O que estão comentando por ai, é que alguem grande do Estado ai saiu perdendo, só pode, enquanto isso, a gente segue seguindo...
 
Sergio Marcondes em 17/02/2011 04:04:23
Sociedade morenopolitana...muito legal...primeira vez que vejo o uso desta expressao...
...podemos ate cantarolar: morenapolitana..eu quero seu sabor...oi..oi..oi...
 
lucidio naveira em 17/02/2011 01:47:06
Cada morador sabe o que lhe incomoda, seja sertanejo ou pagode ou outro genero. Eu moro muito próximo do estadio Morenão e não suporto aqueles eventos heaves, com uma musica irritante e que não acaba nunca.
Não posso reclamar? Afinal aquilo lá foi feito prá futebol.
Então acredito que Campo Grande merece um espaço com uma acústica adequada para não perturbar o entorno, seja onde for. O que não dá é prá ficar aquele Parque Laucídio sendo tratado com local de eventos, quando não se tem nem segurança, pois o local é frequentado por indivíduos que vão lá só prá brigar e bater em jovens que sequer conhecem.
 
Elisabeth Arndt em 15/02/2011 10:48:51
Sou favorável a realização da já tradicional feira de exposições promovida pela ACRISSUL, faz parte da história de Campo Grande. O saudoso trilho da Noroeste também fazia parte da história e, apesar do barulho das discussões, foram removido...s e nem por isso deixaram de entrar para a posteridade.
Todo ano a imprensa noticia negócios, números, lucros e cifras exorbitantes como sucesso da exposição. Os shows ali promovidos sempre, como dizem os jovens, "bombam", se "bombam" alguns bolsos ou cofres devem ficar recheados, pois casa cheia é sinal de "lucro".
Bom se o problema entre a promotoria, Acrissul e moradores da região é antigo, questiono sobre qual a proposta e possível solução para esse impasse. Acredito que promover os eventos em Cuiabá não seja a melhor solução, muito menos vulgarizar tão importante discussão. Sem contar a falta de respeito para com a população de nosso estado, em especial para com a população de Campo Grande que neste caso assiste "de camarote" o embrólio entre os envolvidos, justamente ela que sempre prestigiou os eventos naquele local.
Parabenizo a CLC, Confederação dos Clubes de Laço Comprido, que impedido de realizar seus eventos no Parque, deram um jeito e, melhor ainda, adquiriram uma área na saída para Rochedinho, após a UCDB, e já iniciaram a construção de um local apropriado para a realização de seus eventos, inclusive, consta no projeto a construção de um barracão de 6.000 metros quadrados para a realização das provas e shows.
Não seria o momento da ACRISSUL, estabelecer parceria, ou até mesmo brindar nossa capital com um audacioso projeto e construir um novo parque, afastado do centro da cidade e que atenda as exigências sanitárias para a realização de seus eventos e shows. A considerar o valor histórico e de mercado do espaço atual, já teriam um bom caixa para o começo.
Em tempo: Não sou contra a realização de Shows e nem da Feira de Agronegócios. Não sou produtor rural. Não exerço cargo público. Não sou morador da região.
Sou Sul Mato Grossense e resido em Campo Grande e quero e espero o melhor para todos. Para tanto sugiro "Muita calma nessa hora".

Rui Spínola Barbosa
rui_spinola_barbosa@hotmai
 
Rui Spínola Barbosa em 15/02/2011 08:25:20
Putz! Corumbá, Dourados, Três Lagoas, Aquidauana... próximos a Campo Grande poderiam ser opção. A considerar que ANTES de ganhar dinheiro estes eventos proporcionam alegria para nós sul-mato-grossenses além da oportunidade que nossa gente tem em colocar comida na mesa. O Parque de exposição, centro da discussão, é um local bom, tem o espaço necessário é um terreno amplo, cercado e com estrutura para estacionamento, banheiros e segurança... não é indispensável.
Existem empresas especializadas que montariam uma estrutura com palco, fechamento, banheiros químicos... Tenho certeza que municípios próximos a Campo Grande como Terenos, Jaraguari, Rochedo, Sidrolândia e outros municípios do estado adorariam realizar estes eventos. A CONSIDERAR A QUALIDADE DOS ARTISTAS e a HABILIDADE DE QUEM OS PROMOVE não seria dificil transformar estes eventos em SUCESSO.
O artista vai aonde o povo está e a recíproca é verdadeira o povo vai aonde o artista está.
Tudo bem que Cuiabá é Cuiabá... mas eu sou mais MATO GROSSO DO SUL.



 
Rui Spínola Barbosa em 14/02/2011 10:18:44
O que eu fico pensando é justamente que: irão fazer uma casa de shows decente em Campo Grande?
Aaaaahhh, todo mundo está pensando no show que vai perder este ano, do show que vai pra Cuiabá... mas e a infraestrutura? Vai mudar alguma coisa?
Tudo bem, digamos que tenha o show... E ano que vem? Já vai ter um local adequado pra fazer um espetáculo?
Eu nem me preocupo tanto com isso, mas acho que Campo Grande está anos atrasada no quesito entretenimento. O que há para fazer aqui nos fins de semana?
Shows? Não obrigado, são sempre os de mesmo estilo de música, que aliás, enchem a nossa paciência nas rádios durante a semana.
Cinema? Obrigado novamente, mas é um tanto caro naquele shopping (?) para ir com minha namorada e um tanto inseguro para ir ao do Centro.
Afonso Pena? Cara, seria até legal se não fosse a quantidade de imbecis bêbados nos fins de semana. Lembro que quando começou a ser point, não tinha xaropes por lá.
Barzinhos? Segue o somatório das três opções acima. Mesma música chata, caro, inseguro e com bebuns xaropes.
A salvação nem é fazer uma casa de shows nova, nem "manter a tradição" da exposição, mas sim, criar uma cultura educada na cabeça dos que saem pra se divertir.
Em tempo, só fiquei feliz com adiamento dos shows porque Luan Santana e Restart num mesmo espaço em menos de 10 dia é uma ode a falta de opção cultural.
 
Antônio Marcos Alencar em 14/02/2011 09:37:37
Sou favorável a realização da já tradicional feira de exposições promovida pela ACRISSUL, faz parte da história de Campo Grande. O saudoso trilho da Noroeste também fazia parte da história e, apesar do barulho das discussões, foram removidos e nem por isso deixaram de fazer parte da posteridade.
Todo ano a imprensa noticia negócios, números, lucros e cifras exorbitantes como sucesso da exposição. Os shows ali promovidos sempre, como dizem os jovens, "bombam", se "bombam" alguns bolsos ou cofres devem ficar recheados, pois casa cheia é sinal de "lucro".
Bom se o problema entre, promotoria, Acrissul e moradores da região é antigo, questiono sobre qual a proposta para a solução desse impasse. Acredito que promover os eventos em Cuiabá não seja a melhor solução, muito menos vulgarizar tão importante discussão. Sem contar a falta de respeito para com a população de nosso estado, em especial para com a população de Campo Grande que neste caso assiste "de camarote" o embrólio entre os envolvidos e sempre prestigiou os eventos naquele local.
Parabenizo a CLC, Confederação dos Clubes de Laço Comprido, que impedido de realizar seus eventos no Parque, deram um jeito e, melhor ainda, adquiriram uma área na saída para Rochedinho, após a UCDB, e já iniciaram a contrução de um local apropriado para a realização de seus eventos, inclusive consta no projeto a construção de um barracão de 6.000 metros quadrados para a realização das provas e shows.
Não seria o momento da ACRISSUL, estabelecer parceria, ou até mesmo brindar nossa capital com um audacioso projeto e construir um novo parque, afastado do centro da cidade e que atenda as exigências sanitárias para a realização de seus eventos e shows. A considerar o valor histórico e de mercado do espaço atual, já teriam um bom caixa para o começo.
Em tempo: Não sou contra a realização de Shows e nem da Feira de Agronegócios. Não sou produtor rural. Não exerço cargo público. Não sou morador da região.
Sou Sul Mato Grossense e resido em Campo Grande e quero e espero o melhor para todos. Para tanto sugiro "Muita calma nessa hora".

Rui Spínola Barbosa
rui_spinola_barbosa@hotmail.com
67 8176 8661

 
Rui Spínola Barbosa em 14/02/2011 09:32:15
Com certeza cedo ou tarde, aquele trambolho vai ser deslocado dali, e no local teremos belos imóveis, paz e sossego. Já que não conseguem respeitar a lei, que a lei os coloque no local adequado (DE PREFERÊNCIA LÁ NA CURVA DO VENTO).
 
valter antunes em 12/02/2011 12:00:49
Nota-se que o ilustre escrita não é morador das proximidades do Parque Laucídio Coelho. Se o fosse já não teria nem barba nem cabelo com os aborrecimentos do som infernal que os shows, ditos culturais, emitem nas redondezas. Tudo em nome de que cultura? Luan Santanta é manifestação cultural?
 
Luiz Pereira em 11/02/2011 12:06:36
Tu chamas de evento cultural show desses playboizinhos que só estragam o nome "SERTANEJO"? Olha, penso que a juventude deveria ter um espaço só dela, lá pro final das moreninhas - ou mais adiante -, pra curtir esse tipo de música que hoje podemos denominá-la de SERTANOJO.
 
luiz carlos em 11/02/2011 12:00:24
Os Promotores de Shows estão ameaçando levar os eventos para Cuiabá! (rs)
Depois de perder jogos da Copa; depois de enfraquecer o Carnaval, agora os Shows da Exposição irá para Cuiabá. Parabéns aos Matogrossenses, ao Povo Cuiabano que é festivo. Vocês merecem muito mais e com certeza crescerão ainda muito culturalmente e economicamente.
O Parque Laucídio Coelho fundado em 1933, é o mais antigo da cidade. Como tradicional local de reuniões dos produtores rurais, o espaço nasceu após a aquisição, por parte da Acrissul, de uma área de 25 hectares da antiga Fazenda Bandeira.
Particularmente, nunca pensei em morar perto deste local de eventos mas se assim tiivesse decidido, não pderia reclamar. Diferentemente de quem mora há anos nos altos da avenida Afonso Pena e de uns tempos para cá vem sofrendo com a baderna que se instalou-se naquela região depois, os moradores incomodados com os shows do Pq de Exposições que se mudem!
 
Ezio José em 11/02/2011 11:59:00
Desta vez sr. Luca, sou obrigada a discordar de sua opinião. Porque se as igrejas são obrigadas a ter som acústico, por que esses sons HORRÍVEIS podem ser a céu aberto?
Que façam um enorme salão com som acústico e fica tudo resolvido, porque o pior é que a mocidade de hoje é surda, não ouve se o som não estiver estourando os tímpanos.
O pior é que não é só isso: é bagunça, quebra-quebra, maloqueiros, arruaceiros, etc e tal.
ABAIXO A POLUIÇÃO SONORA E A BAGUNÇA!!!!!!!
Que vá para Cuiabá, não menosprezando a mais bela capital, porque, se barulho e "sertanojo" for cultura, prefiro mais calçada, mais córrego e rio drenados e menos cultura.
 
Angélica Nunes Dourado em 11/02/2011 11:35:23
"Perder o espaço porque algumas das suas falhas ferem a lei é de uma pobreza de espírito inimaginável. Até porque seria muito mais produtivo para a cidade e para as pessoas que nela vivem se as autoridades deixassem a mentalidade burocrática de lado e solucionassem os problemas do parque...."

Prezado Sr. discordo:

1) O parque é de propriedade particular, seus dirigentes foram avisados em 2008 sobre necessidades de tratamento acustico e nada fizeram;

2) A Norma para tratamento acustico e conforto em áreas habitadas existe e é executada amplamente como referencia em metodologias de medição de ruído e/ou pressão sonora;

3) A mentalidade não é "simplesmente burocrática" e sim, o direito das pessoas do entorno de viverem com o devido respeito quanto a índices de sonoridade nestes eventos; a promotoria somente quer preservar este direito que é o seu também, para isso, notificou ha 3(tres)anos para o parque tomar providencias devidas;

4) O local que era especifico para exposição de gado, é designado para shows a custos baixos, sem segurança, conforto e higiene com publico pagante de mais de 15(quinze) mil pessoas....fora o show, ha violencia, roubo de carros, som, sequestro relãmpago e diversas outras situações;

5) Caso forem revogadas as decisões atuais, liberando tal local novamente para shows, convido V.Sa, a estar presente das 19hs as 05hs do outro dia, aproveite leve seus filhos, netos, todos os parentes, aguente pelo menos tres dia seguidos e depois voltaremos a conversar;

Abs....
 
Sergio Correa em 11/02/2011 11:28:13
Moro em Bonito há 04 anos do lado de um Sindicato onde tds finais de semana acontece um evento com musicas bem piores que as que apresentam no Parque de Exposições, e acredito que nesse caso deve haver os incomodados que se mudem, o Parque Laucidio Coelho ja estava instalado no mesmo local quando os que reclamam foram para lá, então se sabendo que naquele espaço sempre haveria shows, exposições e eventos afins porque "diacho" não procuraram comprar uma casa em outro lugar? Essas pessoas que eu sei o que passam, porque tem vezes que é horrivel, deviam ter pensado nisso antes e não agoram querer tirar um dos poucos divertimentos que temos no nosso estado!!!
Paz povo foi vcs que escolheram morar ai
 
Dayanne Pereira em 11/02/2011 05:03:12
Faço minha as palavras do Luca: "Fechar um espaço artístico-cultural que existe há mais de setenta anos na cidade é negar à sociedade morenopolitana o direito de manifestar as complexas realidades dos agrupamentos humanos e as características que os unem e diferenciam, e a cultura expressa."

 
Eroci Barroso em 11/02/2011 04:14:40
AH ESQUECI, AMIGÃO, SHOW CULTURAL NÃO É SÓ O QUE VOCE GOSTA, E SIM O QUE A POPULAÇÃO GOSTA, SE NÃO GOSTASSE VOCE NÃO TERIA PROBLEMA POIS NÃO HAVERIA NINGUEM PARA ASSISTIR, QUANTO AO LUAN, SIM ELE REPRESENTA NOSSA TERRA HOJE, E PELO SUCESSO NACIONAL QUE ELE CONSEGUE REPRESENTA MUITO BEM, CULTURA NÃO É SÓ COISA VELHA, AGORA NÃO PRECISA MANDAR SEU PEPINO PARA AS MORENINHAS, ELES JÁ TEM OS PROBLEMAS DELES, E GARANTO QUE SÃO MUITO PIORES DO QUE O SEU.
 
MAXIMILIANO NAHAS em 11/02/2011 03:57:13
VEJO QUE LUIZ CARLOS PEREIRA ESTÁ ENTRE A MINORIA CITADA NO TEXTO DO LUCA, A PERGUNTA QUE FICA É QUEM VEIO PRIMEIRO O OVO OU A GALINHA QUE SE TRADUZ NA MAXIMA QUEM VEIO PRIMEIRO O CENTRO DE EXPOSIÇOES OU A CASA DO SR. LUIZ, CREIO EU QUE QUANDO ESTE A COMPROU O PARQUE JÁ SE ENCONTRAVA ONDE É, O SOM JÁ RUGIA NOS OUVIDOS DAQUELE BAIRRO, COM CERTEZA NINGUEM O ENGANOU NO ATO DA COMPRA DE SUA MORADIA E DISSE "FIQUE TRANQUILO, DAQUI NÃO SE OUVE NADA QUE SE PASSA NO CENTRO DE EXPOSIÇÕES", ATÉ SOU SOLIDARIO `A SUA CAUSA MEU AMIGO, NA ESQUINA DE MINHA CASA TEM UM PAGODÃO, ONDE URRO ÀS AUTORIDADES PARA FECHAR E NÃO FECHA, VAMOS SOFRER JUNTOS, EU ODEIO PAGODE, VOCE ODEIA SERTANOJO, TODOS ODIAMOS ALGUMA COISA, A SUA VANTAGEM É QUE SÃO POUCOS EVENTOS QUE OCORREM NO PARQUE LAUCIDIO COELHO, NO MEU CASO O PAGODE ROLA SOLTO TODO DOMINGO E SE EXTENDE ATÉ AS 6 DA MANHÃ DE SEGUNDA FEIRA, SIM SEGUNDA FEIRA, COM CERTEZA AS PESSOAS QUE FREQUENTAM A CASA NÃO SÃO TRABALHADORES, EU SOU, ACORDO CEDINHO 5:30 TODOS OS DIAS INCLUSIVE AOS SABADOS, MAS É NA SEGUNDA QUE QUANDO SAIO PARA TRABALHAR AINDA ESTOU OUVINDO O PAGODÃO QUEBRANDO TUDO AO LADO DE MINHA CASA, ONDE FICAM MEUS DIREITOS? PROVAVELMENTE NÃO FICAM, E ASSIM VOU VIVENDO SORRINDO E CANTANDO "VAI NO CABELEREIRO, NO ESTETICISTA, MALHA O DIA INTEIRO, PINTA DE ARTISTA" E ASSIM VAI, SÓ NO FILET.
 
MAXIMILIANO NAHAS em 11/02/2011 03:54:30
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