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    com Manoel Afonso


20/07/2012 11:05

Amplavisão

Manoel Afonso

GRAVE! 9,1% dos alunos não tem o nome do pai na certidão de nascimento. Quase 5 milhões; facilitando a desagregação familiar e desrespeito as regras e limites. É fruto também da inserção das mulheres no mercado de trabalho.

TEMAS relevantes como esse são ‘ignorados’ graças a baixa sensibilidade da classe política. Aliás, não ouvi um só político destacar a valorização da figura paterna na família com base no recente Censo Escolar. Políticos seriam ETs?

‘SILÊNCIO’ As greves continuam. Aqui na UFMS não é diferente. O que se estranha é a postura dos parlamentares petistas ligados à educação: minimizam o movimento e as consequências. Pois é, nada como provar do próprio veneno.

É PRECISO abrir a ‘caixa preta’ do funcionalismo federal. Ganhariam tão bem a ponto de suas pretensões serem recusadas pelo Planalto? Tudo não passaria de uma ação orquestrada dentro do PT para reativar o movimento sindical?

A PROPÓSITO O julgamento do Mensalão se aproxima. As ameaças de se colocar os movimentos sociais na rua são constantes. Para Lula/Cia o episódio é uma ‘questão de honra’. As greves seriam aquecimento da tropa para o Mensalão.

PREOCUPA 94% dos entrevistados pela FGV não confiam nos partidos políticos pela falta de consistência na prática. Já notaram? Muitos candidatos estrategicamente dificultam a identificação do partido em suas propagandas.

COMPARANDO Campanha eleitoral é namoro/noivado entre o eleitor e o candidato. Época de checar as qualidades, potencial e opiniões sobre a administração pública em geral. Essa sabatina deve ser efetivada ‘olhos nos olhos’.

ADVERTÊNCIA Cuidado na escolha: tal qual no casamento poderão vir as traições e desilusões após a posse. Aí o eleitor terá que suportar os 4 anos de convivência por que se deixou levar pela lábia ou aparência do ‘pretendente’.

PERIGO A proliferação dos ‘salvadores da pátria’ não leva em conta as dimensões do eleitorado. No fundo, os argumentos são os mesmos para atingir o público omisso ou manipulável. Afinal, promessa é o brinde mais barato nas eleições.

PERGUNTO: Quanto custa uma promessa eleitoreira, por mais utópica que seja aos olhos dos sensatos e prudentes? Nada! Essa munição gratuita está disponível, na mesma proporção do eleitorado receptivo as propostas ilusionistas.

O ARTIGO “A galinha, o porco e o eleitor” de minha autoria merece ser analisado aqui. No ‘break-fast’ dos USA, a galinha entra apenas com os ovos, tem papel figurativo. Ela não é questionada pela qualidade final do omelete.

QUANTO ao porco, cabe o papel decisivo. Participa do omelete entregando a própria vida através do insubstituível toucinho de sabor atraente. Seu comprometimento com o produto (projeto) exige que ele morra literalmente por ele.

O BRASILEIRO – por sua vez – parece a galinha na hora do voto. Não tem sentimento de entrega total como faz o porco: olha só próprio umbigo. Sem visão de grandeza ou de sacrifício ele ignora os interesses da coletividade. Não é?

O ELEITOR entende que sua participação termina na urna, tal qual a galinha que forneceu os ovos e que segue batendo as asas fazendo ‘corococó’. Essa postura tem os traços da passividade, parente próximo da irresponsabilidade.

“THE END” O DEM jogará a toalha para evitar o suicídio. O grupo liderado por ACM mandou no país; não evoluiu, errou demais perdendo espaço e eleitores. O ‘episódio Demóstenes’ foi a gota que faltava nesta crise existencial partidária.

RETROVISOR O partido não forjou novas lideranças. Marcos Maciel foi pra casa, José R. Arruda ‘dançou’ no DF, Kassab ingressou no PSD e muitos senadores e deputados federais dos grandes colégios eleitorais não se reelegeram.

EXEMPLO de MS é bem visível. As figuras de expressão se resumem nos deputados Mandetta e Zé Teixeira; os prefeitos de Camapuã, Cassilândia, Inocência e Laguna Carapã, além do vereador Saraiva aqui na capital. Muito pouco!

CONCLUSÃO: Partido político não é grêmio estudantil que só serve para dar carteira que garante meia entrada no cinema. Tem que disputar eleições. Se não vencer deve pelo menos mostrar evolução. O aviso serve ao Antonio João (PSD).

VALE TUDO Andreia Olarte filiou-se ao PT do B e seu marido Gilmar ao PP. Com isso o casal se garantiu no cenário da capital. Com a candidatura de Gilmar, Andréia desistiu de tentar a vereança. ‘Em nome do Senhor Jesus’.

‘INOVAÇÃO’ A disputa por cabos eleitorais é tão intensa na capital que alguns deles adotam a estratégia de trabalhar apenas durante um turno. O problema: eles aproveitam o tempo restante para pedir votos para outro concorrente. Pode?

EM CENA O anúncio da participação pessoal de André é o fato novo na sucessão da capital. O prestígio do governador é grande e já demonstrou que tem poder de fogo para transferir votos. Como se diz: o cenário vai ficar interessante.

‘ A FESTA’ Os 86 mil cargos de confiança representam 15% dos gastos do Governo. Deles, 22 mil são apadrinhados sem passar por qualquer teste. Entre 2.000 e 2010, o quadro cresceu 21,2%. Lula contratou 3 vezes mais que FHC.

“NADA FIZ PARA ENVERGONHAR O SENADO”. (Demóstenes Torres)

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