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    com Manoel Afonso


31/05/2013 11:43

AMPLAVISÃO 938

Manoel Afonso

EU JÁ SABIA... A indiferença de Planalto gerou a tragédia anunciada. O cadáver do índio terena já está no cardápio político como se vê das notas da CUT, Fetems e outras entidades. Neste jogo o produtor rural fica com o estigma de bandido.
HOLOFOTES O conflito vai gerar dividendos e desgastes eleitorais em 2014 graças a mídia. Gente estranha tentará pegar carona para se promover. Oportunistas querendo ver o circo pegar fogo. É assim mesmo; o enredo do velho filme não muda.
QUESTIONO Tudo bem, que cumprir mandado judicial neste país virou piada. Mas era pública/notória a situação. Mas nenhuma entidade ou autoridade federal conclamou os terenas para sair do imóvel. Omissão e conivência pensadas!
FIM DO POÇO Que justiça é essa que libertou os responsáveis pela morte de 242 pessoas da boate de Santa Maria? Faltou respeito às famílias enlutadas e a sociedade indignada. Ora! O caso transcende os simples limites do direito.
INSISTO Não há que se discutir se os réus oferecem ou não risco ao processo e se houve ou não dolo. Primeiro, é inadmissível ( em país sério) que réus possam influir nas provas. Segundo, na conduta dos réus está configurado o dolo indireto.
CONCLUSÃO: o conceito da justiça junto aos brasileiros mortais não é péssimo por acaso. Quem de nós, não conhece casos escabrosos que nos enojam? Aliás, o mesmo critério de avaliação pela opinião pública se aplica aos políticos/partidos.
SEM TEMPO Os políticos sempre ocupados. Conta a ex-deputada Marilu Guimarães que ao visitar Flávio Derzi já no final da vida, ouviu dele a confissão de que “nunca tinha percebido a beleza das cores do por do sol da nossa capital”. Pode?
FATOS como esse Marilu conta no livro de memórias em fase final e que será lançado neste ano. Deputada estadual/vice prefeita/dois mandatos na Câmara, elogiou Lúdio e Delcídio. Hoje se dedica à fotografia e não tem projeto político. Sei não...
PERALÁ... Se Cuba forma apenas 300 médicos por ano, como teria 5 mil deles para enviar ao Brasil? Seriam meros agentes de saúde e enfermeiros com diplomas falsos, tal como aqueles que Fidel enviou à Venezuela e África. Merecemos isso?
‘FURADA’ Fala-se em fechar comarcas sob a alegação de prejuízo.. Se o critério para criá-las foi a necessidade da presença da justiça, conclui-se que essa motivação acabou ou então não foi feito estudo correto para implantação das comarcas.
E AGORA? O que fazer com os prédios construídos com nossa grana? Serão apenas novos elefantes brancos da nossa grande manada? Nos casos de Anastácio e Itaporã indago: será que a população de ambos diminuiu e os processos idem?
E MAIS... Quem acompanha o Diário da Justiça sabe: várias comarcas nem deveriam ter sido criadas. Nelas predominam ações gratuitas e de pequeno valor. O judiciário precisa rever seu planejamento orçamentário. Dinheiro não cai do céu!
É O PAÍS... A Caixa Econômica Federal torrando uma grana. Além da publicidade em horário nobre da TV. investe em times de futebol. Dar R$ 1 milhão para o ASA de Arapiraca a pedido de Collor é escancarar as portas à picaretagem.
IMPRESSIONA a generosidade praticada com o dinheiro público. Gastamos milhões em projetos absurdos sob a falsa bandeira da cultura, lazer, assistência social e prevenções diversas. Tem um bando de malandros mamando nestas tetas.
E MAIS... Dilma se posta de ‘a grande mãe’ perdoando dívidas bilionárias de países africanos governados por ditadores. Até parece que não temos problemas no transporte, saúde, segurança educação e previdência. E essa farra dura até quando?
NA FOTO Nelsinho foi à abertura da ‘Exposul’ em Chapadão com direito a discurso inclusive. Um evento forte; secretários, deputados, lideranças regionais e empresários rurais presentes. Pelo visto gostou e promete continuar na estrada.
DÚVIDAS Como o PMDB. vai separar a sucessão estadual da candidatura de Dilma? Ora! Se André elogia a presidente, o seu discurso ficaria manco, centrado mais no foco das suas realizações e na análise comparativa dos postulantes locais.
E DELCÍDIO? Claro! Deixará o discurso partidário de lado; mostrará os benefícios do Estado com sua atuação e encherá a bola de Dilma pedindo votos para a reeleição dela. A princípio uma posição aparentemente confortável sob esse prisma.
AZAMBUJA Se parceiro do PMDB, terá que repensar alguns conceitos sobre Dilma (no caso apoiada por André), sob pena de ser incoerente. Pode fazer uso da bandeira da renovação, embora possa ser visto como o continuísmo disfarçado.
NO CASO de candidatura independente, Azambuja estaria livre e mais à vontade para outro discurso. À tese da renovação, elencaria questões nacionais como gancho de apoio à candidatura tucana ao Planalto. Isso requer competência e coragem.
FRANCAMENTE... Tem lógica a pretensão de Saulo Queiroz? Aliás seu currículo marca pela diversidade partidária. Iniciou no PDS, passou pelo PFL, PSDB e agora está no PSD. Ora Bolas! Além de médicos, precisamos importar políticos?
NA TELEVISÃO O PSDB gastou muito tempo mostrando Aécio e sua gestão em Minas. Não impactou a opinião pública. Na outra ponta o DEM também peca em seus filmetes, amenizando o olhar para as grandes questões. E convencem?

“Eu quase que nada sei. Mas desconfio de muita coisa.” (Guimarães Rosa)

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A questão indígena não é um fato novo; ela vem com o descobrimento do Brasil, portanto, há mais de cinco séculos. Não se deve creditar êste ou aquele governo pelos atuais conflitos. A sociedade sempre empurrou os índios para dentro das florestas, como se fossem animais. Com a devastação, foram diminuindo as caças, onde retiravam suas fontes de alimentos; observem que nos cerrados, a vegetação natural quase foi extinta. Em Brasilia, frequentemente se observam lobos guarás revirando o lixo a procura de alimentos, e, ao que tudo indica, os nossos irmãos indígenas estão na mesma situação. Enquanto a sociedade continuar tratando êsses seres humanos como bichos do mato, os conflitos continuarão. É a luta pela sobrevivência. Creio que a emancipação é a solução.
 
BENEDITO RODRIGUES DA COSTA em 03/06/2013 10:59:10
O governo quando quer lidar com um problema administrativo procura a causa outro setor. Isto é, sofismar. É a repetição da fábula do "Lobo e o Cordeiro". Tem que ter um" para Cristo". O Executivo e aliados deveriam buscar esses médicos na Ilha e levá-los para cuidar dos políticos no Planalto da Fantasia. Eles na menor dor-de-barriga correm para o Sírio Libanesa, Albert Einstein, em S.Paulo.
 
Antonio Camilo em 31/05/2013 15:57:42
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