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Campo Grande, Domingo, 25 de Setembro de 2016

18/03/2016 13:24

Com recursos de U$ 1,5 mi Paraguai quer ampliar negócios com MS

Renata Volpe Haddad e Caroline Maldonado
Governo do Paraguai anunciou investimento de U$ 1,5 milhão, para ampliar negócios com MS. (Foto: Fernando Antunes)Governo do Paraguai anunciou investimento de U$ 1,5 milhão, para ampliar negócios com MS. (Foto: Fernando Antunes)

O ministro de obras públicas e comunicação do Paraguai, Ramon Jimenez, anunciou durante encontro na Fiems (Federação de Indústrias), nesta sexta-feira (18) que o país vizinho está investindo U$ 1,5 milhão para construção de pontes e melhorias em rodovias, com objetivo de ampliar negócios com Mato Grosso do Sul.

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Pontes serão construídas para integrar o Estado com o Paraguai. Uma delas será construída sobre o rio Apa, ligando Vallemi, no Paraguai, a Porto Murtinho. Outra ponte vai ligar San Lázaro a Porto Murtinho.

Conforme Jimenez, o Governo do Estado vai arcar com a construção da ponte do rio Apa. "A obra da outra ponte o Paraguai está disposto a cobrir todo o custo para efetivar o projeto do corredor Biocêanico com objetivo de facilitar o comércio e a logística da produção brasileira e paraguaia", afirma.

Com essas obras que ligam Brasil e Paraguai, o objetivo é que os brasileiros importem menos produtos da China, já que o país vizinho tem um imposto competitivo.

Entre os projetos, há destaque para recapeamento de 212 km que liga Pedro Juan Caballero a Concepcion e outra entre Capitan Bado a Santa Rosa, que faz divisa com o município de Amambay.

Para o ministro de indústria e comércio do Paraguai, Gustavo Leite, todas as obras e projetos fazem parte de um combo de competitividade que tem potencial para diminuir as exportações da China, tanto pelo Brasil quanto pelo Paraguai. "É importante destacar que somos um governo amigo do e queremos produzir. Vemos a geração de empregos como o melhor programa social que existe", alegou.

Conforme o presidente da Fiems, Sérgio Longen, as primeiras conversas entres os governos, evoluíram. "Nossas empresas estão se tornando competitivas e isso é bom, mas não significa que a Fiems quer que as empresas sul-mato-grossenses vão para o Paraguai, mas sim, que elas sobrevivam. Mais vale uma empresa aberta no país vizinho do que fechada no MS", disse ele ao lembrar sobre o andamento do programa Fomentar Fronteiras.

Longen afirmou ainda que conversas com a superintendência do Banco do Brasil, apontam que empresas brasileiras instaladas no Paraguai, sejam beneficiadas com a criação de linhas de crédito.

Além disso, o Senai vai fazer a qualificação dos funcionários das empresas sul-mato-grossenses instaladas no país vizinho, através de unidades móveis e parcerias.




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