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Campo Grande, Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

05/02/2016 18:05

Dólar volta a superar R$ 3,90, mas fecha semana com queda de quase 3%

Moeda fechou a sexta-feira vendido a R$ 3,91, alta de 0,41% comparado ao fechamento de ontem (4)

Wellton Máximo, da Agência Brasil

Num dia de oscilações no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a superar R$ 3,90, mas encerrou a semana em queda. O dólar comercial fechou esta sexta-feira (5) vendido a R$ 3,91, com alta de R$ 0,016 (0,41%). Ontem (4), a cotação tinha fechado em R$ 3,894, no menor nível do ano.

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Apesar da alta, o dólar fechou a semana com queda de 2,84% e acumula queda de 0,96% no ano. A cotação oscilou ao longo de todo o dia. Depois de abrir em queda, a divisa chegou a ser vendida a R$ 3,871 por volta das 11h30. A partir das 12h, no entanto, inverteu-se a tendência e a moeda passou a subir. Na máxima do dia, por volta das 14h, chegou a ser vendida a R$ 3,923.

No mercado de ações, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia com pequena queda, após operar com leve alta durante quase toda a sessão. O indicador encerrou esta sexta-feira com queda de 0,56%, aos 40.592 pontos. As ações da Petrobras, que tinham subido fortemente ontem, caíram 4,2% (papéis ordinários, que dão direito a voto em assembleia de acionistas) e 4,02% (papéis preferenciais).

No cenário exterior, o dia foi marcado pela divulgação de números contraditórios sobre a economia dos Estados Unidos. Em janeiro, o setor privado norte-americano criou 151 mil empregos, abaixo do esperado pelos analistas. No entanto, a taxa de desemprego caiu para 4,9%, a menor desde fevereiro de 2008, antes do colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos.

A demora na recuperação da maior economia do planeta favorece países emergentes. Dados com desempenho abaixo do esperado indicam que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) manterá por mais tempo os juros básicos dos Estados Unidos entre 0% e 0,25% ao ano. Taxas baixas desestimulam a fuga de capitais de países com juros altos, como o Brasil, impedindo que o dólar suba continuamente.

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