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05/09/2014 12:00

MS tem a menor inflação na construção civil no Centro-Oeste

Luciana Brazil
Material ajudou a elevar o índice nacional. (Foto: Divulgação)Material ajudou a elevar o índice nacional. (Foto: Divulgação)

Mato Grosso do Sul registrou inflação de 0,27% na construção civil no mês de agosto. De acordo com o Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil), o Estado teve o menor aumento na região Centro-Oeste tanto no mês passado quanto no acumulado dos últimos 12 meses, com 6,67%. Considerando o período entre janeiro e agosto, Mato Grosso do Sul apresentou variação de 5,79%.

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O Sinapi, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica, aponta ainda que os materiais de construção ficaram mais caros na avaliação nacional, com alta de 0,06%, passando de 0,22% para 0,28%. Já a mão de obra caiu 0,21%, conforme pesquisa. Os resultados levam em conta a desoneração da folha de pagamento.

Na avaliação nacional, o Índice da Construção Civil teve variação de 0,52% em agosto, ficando abaixo da taxa do mês de julho, 0,58%. Considerando o período de janeiro a agosto, o resultado foi de 4,81%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em julho fechou em R$ 896,88, em agosto passou para R$ 901,50, sendo R$ 492,01 relativos aos materiais e R$ 409,49 à mão de obra. Sem considerar a desoneração da folha de pagamento, o custo nacional da construção, por metro quadrado, fechou agosto em R$ 964,47, sendo R$ 492,16 relativos aos materiais e R$ 472,31 à mão de obra.

Mesmo Mato Grosso do Sul apresentando a menor variação do Centro-Oeste, a região apresentou a o maior índice do país (2,63%), sendo o estado vizinho, Mato Grosso, o líder na inflação do mês de agosto, com 4,81%, seguido por Goiás (3,45%). Na sequencia ficaram as regiões Norte (0,78%), Nordeste (0,11%), Sudeste (0,16%), e Sul (0,81%).

Quatro estados apresentaram aumentos significativos decorrentes da pressão exercida por reajuste salarial do acordo coletivo, sendo a maior variação mensal, a do Mato Grosso, com 4,81%. Os demais estados foram: Goiás (3,45%), Amazonas (2,69%) e Paraná (2,06%).

Estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a CAIXA – Caixa Econômica Federal, a partir do SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.




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