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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

01/11/2016 11:56

Petrobras diz que não reajustou gás e que impacto máximo será de R$ 0,70

Priscilla Peres

A Petrobras negou que tenha reajustado o preço do gás de cozinha hoje. Em nota, disse que apenas alterou os contratos de fornecimento de GLP com as distribuidoras, o que na prática significa reduzir subsídios das empresas que distribuem o produto. Além disso, estima que o impacto para o consumidor não passe dos R$ 0,70.

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Hoje, a Asmirg/BR (Associação Brasileira dos Revendedores de GLP) informou que a estatal anunciou nova política de preços o que impactaria em 4% nas refinarias e entre R$ 2 e R$ 4 para o consumidor. A associação ainda chamou de irresponsável a decisão da estatal de elevar o preço neste momento.

Porém, a Petrobras disse que a alteração foi feira "para melhor refletir custos de logística que tipicamente deveriam ser cobertos pelas distribuidoras, mas que eram suportados pela companhia".

O impacto estimado pela Petrobras sobre os preços do botijão de 13 kg, que é a referência para uso residencial, é de R$ 0,20 por unidade, na média do país. "O impacto máximo, desconsiderando a média nacional, não ultrapassará R$ 0,70 por botijão nos preços cobrados pela Petrobras às distribuidoras", diz a nota.

Ainda de acordo com a nota, a estatal afirma que as revisões nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. "A companhia não tem qualquer ingerência na precificação final adotada por distribuidoras e revendedores de combustíveis".

A Petrobras afirma que o movimento é importante para evitar distorções e estimular investimentos na cadeia de logística. "Um exemplo é a estocagem: nas entregas feitas por cabotagem, muitas vezes o GLP é armazenado em tanques da Petrobras. O preço cobrado de quem usa a infraestrutura da companhia era o mesmo aplicado a clientes que não usam. A partir de agora passa a ser diferenciado, sendo inferior para quem dispõe de infraestrutura própria ou carrega o GLP direto do navio da cabotagem, estimulando as distribuidoras a investirem em armazenamento. Há exemplos similares no uso de dutos e de estações de carregamento de GLP da companhia"

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