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Campo Grande, Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

26/03/2015 08:08

Setor produtivo de MS marca reunião para pedir apoio da bancada federal

Priscilla Peres

O setor produtivo de Mato Grosso do Sul quer se reunir com a bancada federal estadual para pedir apoio à regulamentação da terceirização no segmento. Eles também querem que os parlamentares os ajudem a ir contra as políticas econômicas impostas pelo Governo Federal.

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Ontem, o presidente da Fiems (Federação da Indústria de MS), Sérgio Longen participou de reunião no Congresso Nacional e agendou o encontro em que representantes das Federações do Comércio, Empresas, Agricultura e Pecuária, também participem. As entidades não divulgaram data para a reunião.

“O deputado federal Vander Loubet (PT), coordenador da bancada federal do Estado, confirmou a realização do encontro nos próximos dias para que possamos reivindicar a mobilização do Congresso Nacional contra o ajuste fiscal proposto pelo Governo Federal e a favor da aprovação do Projeto de Lei nº 4.330/2004, que regulamenta a terceirização e ajudará a reduzir conflitos nas relações do trabalho e a melhorar o ambiente de negócios brasileiro”, disse Sérgio Longen.

Ontem, Longen também se reuniu com os senadores Waldemir Moka (MS) e Romero Jucá (RR) e a deputada federal Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (MS), para já pedir o apoio deles ao setor produtivo contra a atual política econômica do Governo Federal. “Na opinião do senador Moka, da forma como está, o ajuste fiscal dificilmente passará pelo Congresso Nacional”, afirmou.

Terceirização - Com relação à terceirização, o presidente da Fiems afirma que a falta de regulamentação sobre o assunto pressiona os direitos trabalhistas e os salários dos trabalhadores, colocando sob risco constante milhões de empregos formais em toda a economia. “A regulamentação da terceirização é um dos pilares para que a economia brasileira seja mais competitiva no mercado mundial e uma medida capaz de estimular a atividade produtiva e o emprego no longo prazo”, pontuou.

Ele acrescenta que mais de metade da indústria brasileira seria prejudicada com uma eventual proibição à terceirização, com perda de competitividade ou até fechamento de uma ou mais linhas de produção. “Regulamentar significa estimular a atividade produtiva, preservando empregos e renda”, garantiu.

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