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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

27/12/2010 09:06

Estado deve receber R$ 200 mil para compra de instrumentos musicais

Marcio Breda

Fanfarras

A União deve repassar ao governo do Estado R$ 200 mil referentes à compra de instrumentos musicais para dez bandas marciais. A transferência dos recursos já foi publicada no Diário Oficial e deve começar após processo licitatório.

Serão adquiridos 10 kits musicais, cada um contendo quatro trompetes, quatro trombones, dois bombardinos, duas caixas tenor, dois bumbos 22x14, dois bumbos 24x14, um par de pratos, duas tubas, dois pandeiros e um triângulo.

Os instrumentos serão destinados a bandas marciais nos municípios de Aparecida do Taboado, Dois Irmãos do Buriti, Rio Negro, Paranaíba, Rio Brilhante, Rio Verde de Mato Grosso, além do Instituto Mirim de Campo Grande, da Associação Cultural Domingos Romero Neto, de Guia Lopes da Laguna, da Escola Municipal Professor João Batista, de Ladário e da Fundação Municipal de Cultura e Esporte de Ponta Porã.

Atualmente existem cerca de 150 bandas e fanfarras no Estado, atendendo cerca de 15 mil crianças e adolescentes. , as quais tem despertado cada vez mais a participação da população, representando uma ferramenta eficiente de inclusão social e lazer cultural.

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É assim que deveria ser, e não o governo do estado utilizar-se do FIC, para fazer essas doações, retirando os recursos dos produtores culturais do estado. Estes não reclamam, pois quem reclama é perseguido pelo presidente da Fundação de Cultura, que acha que somente o orgão deve produzir eventos no estado, notem que a produção cultural independente acabou após ele ter assumido o cargo. O valor do FIC de R$ 5 milhões, no ultimo edital do governo do PT, foi reduzido para R$ 1milhão anual nos ultimos 4 editais. O curioso, é que se o o fundo é uma lei embassada em um percentual da arrecadação, que por sinal quase dobrou, porque será que os valores são congelados, comparem com o FIC do MT, que foi copiado do nosso, o valor é muito superior ao do MS...
Sou eleitor e filiado ao PMDB, há quase 30 anos, mas não concordo com essas atitudes, mataram o movimento cultural independente no MS, só existe produção oficial.
 
Diogo Rodrigues em 27/12/2010 11:45:58
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