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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

11/10/2015 07:34

Dimitri Pellz faz show de dez anos de estrada com futuro incerto nos palcos

Naiane Mesquita
A banda Dimitri Pellz comemora os 10 anos de estrada em um show no domingoA banda Dimitri Pellz comemora os 10 anos de estrada em um show no domingo

Há exatos 10 anos, a banda de rock Dimitri Pellz aquecia os instrumentos para o primeiro show. Agora, com o futuro ainda incerto, o grupo volta a se apresentar em Campo Grande hoje, na festa The Freaking Out Years, que reúne bandas que fizeram sucesso na mesma época e até os novos projetos que cada integrante toca paralelamente.

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O show revive as músicas do último disco lançado pela banda em 2013, com 12 faixas e produzido por Alex Cavalheri. “Não haverá nada de diferente, é mais uma comemoração interna, mas como dez anos não são dez dias”, afirma a vocalista Maíra Espíndola.

Intensa, no palco e fora dele, Maíra afirma que devido a distância ainda é incerto o futuro da banda e dos integrantes, que segundo ela, “se tornaram muito diferentes nos últimos anos”. “A banda é que nem casamento, tem crise, muito tempo junto requer muita paciência, muita sabedoria. Cada um seguiu o seu caminho e isso contribui para outras coisas e também para a banda. Cada um de nós acabou juntando com outros parceiros musicais, continuamos criando”, acredita.

O baterista da banda Jean Albernaz, 35 anos, concorda. “A gente vem tentando continuar faz um bom tempo, tentar algo novo é difícil porque teve um momento que estava todo mundo espalhado, agora a Maíra voltou para Campo Grande, mas eu continuo no Rio de Janeiro. Vamos ver”, desconversa.

Atualmente Jean é editor de vídeo da TV Brasil e mantém um novo projeto musical ao lado da esposa, Daniele Vallejo. “A Batida que o seu Coração Pulou também vai tocar na festa. Por estar há três anos no Rio de Janeiro, trabalhar aqui, não tenho projetos de voltar para Campo Grande por enquanto. Estamos tocando bastante, vamos gravar daqui um tempo, em um futuro próximo”, indica.

Em relação aos reencontros, Jean diz que é sempre difícil. “O nosso processo de composição sempre foi muito fluído. A gente ensaiava as músicas velhas e alguém puxava uma base, e mandava uma nota e ali surgia uma música nova. Mesmo com show de 2 a 3 vezes por ano, sempre aparecia uma música nova, mas fica difícil formatar, chegar a uma forma final porque não há ensaios subsequentes, a química ainda é forte, mas ao mesmo tempo é meio frustante porque sabemos que vai ficar ali, não vamos dar vasão”, diz.

Da formação original apenas o guitarrista mudou. A banda é composta pelos vocais de Maira Espíndola, dos teclados de André Vilela (Samambaia), baixo de Heitor Chaves, guitarra com Heitor Menezes e bateria de Jean Albernaz. “O show tem esse lance com 2005 porque era uma época muito boa. Todos os colegas que iam no show e até os fãs viravam amigos. Estamos lembrando com certo saudosismo, não só pela banda, mas por aquele momento que estávamos juntos”, acredita Samambaia.

Além da Dimitri, as bandas The Fingers, Astronauta Elvis e Arizona Nunca Mais também tocam na festa. O show será no BarFly neste domingo. O preço do ingresso é R$ 15,00. O Bar Fly fica na rua Pajuçara, 201 - Chácara Cachoeira.




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