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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

01/04/2015 11:33

Fundac recorre a Brasília na tentativa de arrumar dinheiro para a Cultura

Ângela Kempfer
Rodrigo Pimental (centro), ao lado de Catiana Sabadin e do representante do Ministério da Cultura.Rodrigo Pimental (centro), ao lado de Catiana Sabadin e do representante do Ministério da Cultura.

O presidente interino da Fundac (Fundação Municipal de Cultural), Rodrigo Pimentel, esteve em Brasília ontem na tentativa de arrumar dinheiro para resolver as pendências com artistas e produtores culturais de Campo Grande. A resposta não foi muito animadora, mas a prefeitura avançou na estratégia em busca de recursos, avalia Rodrigo.

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Segundo ele, o Ministério da Cultura ainda não tem orçamento disponibilizado para projetos neste aqno. “Deve sair só no fim do semestre ou início do outro. O Governo Federal enfrenta uma crise de recursos, assim como todos os municípios”, justifica.

Apesar da solução não vir em breve, a Fundac estabeleceu o percurso a ser cumprido na batalha pelas verbas federais. “Vamos preparar e apresentar os projetos para a gente ficar em 1º lugar na fila na hora que o orçamento for liberado”, diz.

Campo Grande também pode ter a liberação de R$ 900 mil para a instalação de um Centro Integrado de Cultura, projeto do Ministério, a ser desenvolvido em parceria com os municípios. "Esse dinheiro está quase certo. Vamos fazer o projeto e apresentar. Ainda não temos o endereço, mas pensamos em algum prédio na Esplanada Ferroviária, ou ali na região central", detalha a coordenadora da Central de Projetos da Prefeitura, Catiana Sabadin.

Outra proposta com chances de vingar mais facilmente, apresentada pelo Ministério da Cultura aos municípios, é a criação de um projeto audiovisual, com compra de equipamentos e oficinas a serem realizadas em diferentes bairros, para que a comunidade produza filmes.

A conversa em Brasília foi com o coordenador de Acompanhamento de Emendas Parlamentares, Gabriel Vilar. Está, justamente, nas emendas uma das fontes de verbas para as prefeituras. “Recebemos todas as orientações para adaptar as propostas e não ter risco de ficar sem o dinheiro”, explica Rodrigo.

A Fundac procura, prioritariamente, verbas para viabilizar o FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais) , que desde 2013 não paga os selecionados. Ao representande do Ministério, foi repassada a necessidade de R$ 4 milhões para financiamento dos projetos de 2014. "Mas já nos sinalizaram que esse é um valor muito alto. O máximo que podem liberar são R$ 2 milhões e, mesmo assim, não temos garantia nenhuma de que serão liberados", comenta Catiana.

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