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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

19/09/2012 06:47

Chamamé tem até dia no calendário de MS, mas não toca nas rádios

Ângela Kempfer
Sede do Centro Cultural do Chamamé, e o criador Orlando Rodrigues. (Foto: Rodrigo Pazinato)Sede do Centro Cultural do Chamamé, e o criador Orlando Rodrigues. (Foto: Rodrigo Pazinato)

Se é paraguaio ou argentino, há controvérsias, mas ninguém discute que o chamamé é o ritmo que traduz a identidade sul-mato-grossense, ao lado da polca paraguaia e da guarânia. Mesmo assim, nem o título faz as maiores rádios de Campo Grande tocarem o ritmo . As FMs nem sequer têm esse tipo de música no arquivo.

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Para comprovar a reclamação de quem gosta e produz chamamé, o Lado B procurou em todas as FMs e a resposta foi surpreendente, nem na emissora conhecida por tocar só música sertaneja - a Capital, foi possível pedir alguma canção.

Na Blink, Cidade, FM UCDB, Mega 94, Transamérica e Uniderp FM, os motivos para o ritmo não estar nem na listagem do computador é sempre a mesma: “Não é nosso perfil”. A mesma orientação também é repetida por todas as emissoras: “Talvez tenha na FM 104 ou na Capital”.

Engano. A 104, FM Educativa, também não toca chamamé há 1 ano e meio. “Reformulamos a grade e decidimos cortar”, justifica sem rodeios o gerente da emissora, Fábio Aquino.

A rádio do governo chegou a criar o programa Hora do Chamamé. Durou 7 anos e meio e acabou sem deixar vestígios.

“Criei porque sou filho de argentino com paraguaio, cresci ouvindo. Esse é ritmo sul-mato-grossense. É o que nos identifica, é como axé na Bahia”, lembra o ex-apresentador, Orivaldo Mengual.

Até nas AMs não há espaço, diz o apaixonado por Chamamé. “Toca de vez enquando, aos domingos, mas é muito pouco”, reclama.

Arquivos e novas produções não faltam. Há Jandira e Benites, Zé Corrêa, Amambay e Amambaí, Elinho do Bandoneon, Dino Rocha... e também tem gente mais nova, como Humbero Yule e Maurício Brito. Mas as músicas hoje só tocam em bailes ou rodas de viola.

Sem no dia 19 de cada mês, há festa no Centro Cultural do Chamamé. (Foto: Divulgação).Sem no dia 19 de cada mês, há festa no Centro Cultural do Chamamé. (Foto: Divulgação).

Para sempre - No ano passado, Rio Brilhante teve Festival de Chamamé e durante três dias reuniu chamamazeiros de todo Estado.

Em Campo Grande, há o Centro Cultural do Chamamé, um espaço interessantíssimo que tem nesta quarta-feira a principal festa do ano. O dia 19 de setembro é o Dia do Chamamé, primeiro instituído na Argentina, depois em Mato Grosso do Sul.

Hoje, a comemoração terá de gastronomia a conversa regada a tereré, que neste calor vai substituir o chimarrão argentino.

“Chamamé não é só música, é um jeito de viver só nosso”, comenta o criador do espaço, Orlando Rodrigues. Ele não toca, não canta, dança pouco, mas é um “entusiasta” de tirar o chapéu.

Vendeu dois terrenos, a contragosto da esposa, para comprar outro no bairro Chácara Cachoeira e construir uma oca de alvenaria, com grandes portas de madeira e tijolos com nome de duplas e músicos que fizeram a história do ritmo.

“Meu pai trabalhava no Matadouro Municipal e em dia de sábado, depois do expediente, virava uma festa ali, com chamamé, chimarrão”, conta.

Para ficar “ainda mais bonito”, Orlando mandou imprimir também nos tijolos a figura do bandoneon, instrumento que parece uma sanfona, o símbolo do Chamamé.

É um amor pelo ritmo, justificado pela história; “É a mais autêntica identidade de Mato Grosso do Sul, começou na colonização, na extração de erva mate”, diz.

Sobre tocar ou não nas rádios, Orlando parece tranquilo. “Não acho que precisa tocar, porque quem gosta mesmo de boa música vai ouvir sempre. Já passou a moda do vanerão, agora é o sertanejo. O Chamamé não vai passar nunca”.

Para o Dia do Chamamé hoje, todos são convidados, a partir das 19h30. O Centro Cultural fica na rua Alfazema, nº33 - Chácara Cachoeira.




Eu já tive o prazer
De dançar um chamamé
De comer um bom churrasco
E tomar um tereré
Em volta de uma roda
Embaixo de um céu azul
Por isso que sou maluco
pelo Mato Grosso do Sul.....
 
wagner vieira freiria em 27/04/2013 12:26:48
EU GOSTO QUE VOCES VENHAN PRA CORRIENTES O PROXIMO FESTIVAL NACIONAL DO CHAMAME E DO MERCOSUL,SEJAM BEM VINDOS,A NOSSA CIDADE ASIM FACEMOS MAIS GRANDE ESTE FESTIVAL,BRIGADO GENTE
 
MARCELO FABIAN FLORES em 21/11/2012 00:16:31
É impressionante ver como a cultura de massa impõe aquilo que quer ao povo! Se há tantos apaixonados pelo chamamé e este representa a identidade do sulmatogrossense por que não tocar nas rádios? Aposto, senhores radialistas, que vocês não perderiam audiência!
VIVA O CHAMAMÉ E VIVA O POVO SULMATOGROSSENSE POR SUA LINDA CULTURA MUSICAL!
 
Claudimeire Nogueira em 20/09/2012 07:18:20
Precisamos lembrar que o programa Tá na Rua, que passa no SBT-MS, apresenta todas as segundas feiras um musical com musicos tocando exclusivamente o chamamé.
 
Arthur Lopes Netto em 19/09/2012 12:43:00
Más tarde o más temprano el Chamamé se escuchará en el mundo entero. Y
en todas las radios del universo nunca han de faltar "Km 11", "Camino a Tres Palmas", "Puerto Tirol", "Antigo Aposento", "Velha Casinha", "Chamamé para um amigo" y tantos otros!!!
 
Dr. Miguelito Blanco em 19/09/2012 12:21:12
Chamamé faz parte da cultura do nosso povo, e como toda cultura deve ser preservada, ensinada nas escolas e insentivada ................ as crianças não conhecem os ritmos e letras das musicas............. hoje só ouvimos nas radios músicas de momento a cultura nunca tem seu espaço garantido.
 
Márcia Bossollan em 19/09/2012 12:14:04
Quando toca um bom Chamamé,chega a dar arrepios, dá vontade de largar tudo, arrastar, cadeiras, moveis, tudo que tiver na frente e sair dançando. Eu amo dançar, adoro ouvir Chamamé, no churrasco com a família e os amigos. Tá na alma, tá na raiz. A semana tem sete dias, os sete dias tem bailes nos Clubes da cidade, onde o Chamamé é o carro chefe. É só fazer uma materia nos clubes para confirmar.
 
Norma Sueli Dubian do Nascimento em 19/09/2012 11:42:26
Não sou gaucha mas admiro este povo. As tradições de seu estado passam de geração em geração. O sul-matogrossense deveria fazer o mesmo e se fizesse o mesmo não ouviriamos tanto axé, funk e o sertanojo pq virou uma mistura de qualquer coisa menos música nossa. Amo chamamé e este realmente é muito mais nosso do que esta músicas horrorosas que tocam por aí.
 
Lourdes Oliveira em 19/09/2012 11:10:16
Ei mano q está informando do festival de chamamé em R. Brilhante, gentiliza dar o endereço e fone se possível, conforme estaremos indo lá. Obrigado. e f
 
Jair Camilo em 19/09/2012 11:07:52
Esta foi a matéria mais digna que este site já produziu. A parte que fala que o chamamé é de fato a maior demonstração da identidade do nosso povo foi a maior contribuição para o fortalecimento da cultura da nossa terra. Chamamé neles...contra a mediocridade...
 
LUIZ EUGENIO DE ARRUDA em 19/09/2012 11:00:07
sou ecletico, sei que o chamamé é uma música de Origem portenha adaptada e ouvida na nossa região,o que mais me chama atenção é que o nosso estado é tão imenso com tantas culturas e não temos a propria referencia musical ou não é divulgada como outros estados Brasileiros como: Pernambuco o frevo e forró Bahia o Axé music,Mato grosso:lambadão,Rio de Janeiro: o Samba, Goiás e Minas:a caipira.
 
weverson F. de Castro em 19/09/2012 10:58:39
Alcibes Ribas,pelo amor de Deus,Não é mato Grosso,faltou(Do Sul)Sulmatogrossense é muito mais bonito,faltou lembrar do chamamé com Gregorio,são bons para ouvir e dançar, mas as emissoras de hoje procuram agradar só aos ouvidos de quem gosta de funk,muitos com letras que não dizem nada,não contam nada,só palavrão, qdo tocam chamamé é só dois ou tres quando muito.vamos lá!churrasco,chamamé,e tereré.
 
Teresa Moura em 19/09/2012 10:26:38
Triste constatar que realmente é pouco tocado nas rádios aqui de Campo Grande, embora nos programas mais regionais, que não tocam em horários mais convencionais, este gênero sempre está presente. Mas duvido muito que vai ser "apagado" da cultura sulmatogrossense!

Em nosso blog, um artigo sobre o tema:

http://culturacaipira.wordpress.com/2012/09/19/dia-do-chamam-19-de-setembro/

Cultura Caipira
 
Cultura Caipira Blog em 19/09/2012 10:18:37
A reclamação é GRANDE e o Problema é MAIOR ainda, é que quando se TRATA de CULTURA , e quando é uma coisa boa, É CARO OU MUITO LONGE, ai não tem jeito é uma uma PEQUENA minoria mesmo que acaba tendo BENEFICIO, pois aqui os Artistas só são valorizados aqueles que tem nome CONHECIDO ou fama nacional, MEU PAI ELBERTES ,BETINHO é UM EXCELENTE SANFONEIRO E TOCA MUITO BEM é Ha mais de 30 anos, MAS...
 
Shirley Cruz Silveira em 19/09/2012 10:16:01
Prefiro um bom chamamé do que essas musicas que não tem fundamento que tocam o dia todo nas radios de campo grande.....!
Agente viaja vai pro interior e escuta, musicas decentes;
Ah sem esquecer, tem uma radio em campo grande que pelo menos aos sabados tocam um bom chamame: UCDB FM, locutor Jean carlos!
 
Anderson Silva em 19/09/2012 09:49:59
Sobre o programa da FM UCDB, lamento que a atendente da rádio não tenha informações corretas para repassar aos ouvintes. Ligamos duas vezes, pela manhã e no período da tarde. A primeira como público e a outra como imprensa. Nas duas, a informação foi a mesma, a de que não havia como fazer qualquer pedido de Chamamé porque a rádio não "toca isso".
 
Ângela Kempfer em 19/09/2012 09:31:21
Parabéns à radio fm UCDB, vou sintonizar aos sábados. E parabéns também ao Sr Orlando Rodrigues são iniciativas como esta que fazem com que nossa boa música sobreviva, mesmo que as rádios não valorizem porque não dá retorno financeiro, ainda sim quem gosta de chamamé como eu da um jeito de ouvir ainda que tenha que baixar na internet, é o que faço.
abraço
 
Luis Carlos Espíndola em 19/09/2012 09:25:23
Parabéns ao Sr. Orlando Rodrigues pelo belíssimo trabalho e dedicação. Parabéns a Jornalista Ângela Kempfer, por direcionar o "canhão de luz" do Campo Grande News, para este assunto.Lamentável os argumentos das emissoras de rádio, para não inserir o Chamamé nas suas programações."Não é nosso perfil"? e o compromisso com Cultura? ô cára-pálida. Assim como o Samba o Chamamé não vai morrer.
 
Eduardo de Souza Neto em 19/09/2012 09:10:26
A reportagem cita o nome do MS(Mato Grosso do Sul). Creio, portanto, que deveriam ser ouvidas as emissoras de Rádio do MS, inclusive AMs.
Na rádio INDEPENDENTE de Aquidauana (www.independente.am.br | www.facebook.com.br/RadioIndependente) o chamamé é tocado durante toda a programação, principalmente no período da manhã.
Temos a vinheta: "Independente, a rádio que toca a gente da gente." Abraços.
 
Armando de Amorim Anache em 19/09/2012 09:04:56
SOU FILHA DE PARAGUAIOS COM ARGENTINO....AMO CHAMAMÉ.....AMO DANÇAR CHAMAMÉ.....É UMA DAS MUSICAS MAIS ELEGANTES PARA DANÇAR E OUVIR........
 
edina fatima mendonça em 19/09/2012 09:01:59
engano de vc´s aqui na fm ucdb todos os sabados nos temos um programa de cchamame das 6:00 as 8:00 hs da manha procure se informar primeiro pra depois falar aqui toca todo sabado:

maciel correia
ze correia
dino rocha
castelo e grupo nino e nara leide
os pantaneiros
tostao mineiro eco do pantanal delinha entre outros , abraçao...
 
jean carlos freitas de oliveira em 19/09/2012 08:52:13
Incrível como mudaram nossos costumes! Nosso Estado agora, só toca um sertanejo inventado e música gaúcha...Morei no RS por 3 anos e é interessante como cultuam seus costumes, suas tradições...Aqui, em MS mudaram tudo. Há 4 anos retornei ao meu MS, depois de quase uma vida morando em vários lugares acompanhando o marido, e que tristeza não ouvir mais nas rádios o som das "nossas tradições"...
 
nilza caruso em 19/09/2012 08:38:55
...E NESSE FIM DE SEMANA (21, 22 E 23/09) TEM FESTIVAL DE CHAMAMÉ EM RIO BRILHANTE...COM GICELA MÉNDEZ RIBEIRO, GRUPO INTEGRACIÓN E MIRIAN ASUAD (TODOS DE CORRIENTES/ARGENTINA)...E AINDA...HUMBERTO YULE, MAURÍCIO BRITO, DAVID JÚNIOR, ÉLINHO DO BANDONEON, ZÉZINHO NANTES, TOSTÃO MINEIRO, PAULO ARGUELO...ENTRE OUTROS CHAMAMEZEIROS DA NOSSA TERRA...

HASTA RIO BRILHANTE CHAMAMIGOS...
 
JÂNIO FAGUNDES BORGES em 19/09/2012 08:34:34
o chamamé, que pra quem não é músico até se confunde com o rasqueado, por sewrem muito parecidos,nunca vai morrer, pois é na verdade mais um ritmo da boa música sertaneja, que nada tem a ver com o que toca hoje, sem letra, nem conteúdo, por isso mesmo, de qualidade duvidosa, isso logo vai passar, aliás, o chamamé não é unicamente sulmatogossense, já toca há mais de 50 anos em SP, PR, MG, GO, etc..
 
luiz padilha em 19/09/2012 08:32:44
É verdade, a sensação que tenho é que cada vez menos tem se ouvido chamamé. Gostaria de vê-lo mais presente nas rádios e festivais...
 
Leandro Laureti em 19/09/2012 08:16:43
Sou matogrossense com muito orgulho, como diz o gaucho, dia 20 de setembro o gaucho comemora a sua data, taí uma data importante para comemorarmos o dia do Matogrossense, dia 19 de setembro, pois o chamamé e a polca são a nossa tradição, sou membro do CTG, mais a pouco meses atraz, fizemos um grandioso baile com o Maciel Correia e um conjunto do sul, temos aula de dança no local .
 
alcibes ribas de araújo em 19/09/2012 08:11:20
Então, tanto q vcs esqueceram de mencionar MACIEL CORREA...que feio!!!!!
 
CIBELE MARIA FRANCO ARAUJO em 19/09/2012 08:09:05
Convido a todos para participarem do 2. Festival do Chamame aq em R Brilhante. A partir de sexta feira. Cheguem e curtam!
 
Maria Teresa em 19/09/2012 08:04:52
É um absurdo em nosso estado não termos uma radio em que se toca chamamé chega a ser burrice poi com certeza será campeão de audiência
 
Sergio Crivellente em 19/09/2012 08:01:43

O chamamé pode não estar na sala, mas nunca sairá de dentro da casa do sul-mato-grossense.
 
edvald miranda silva em 19/09/2012 07:51:21
Tocar como,nessas rádios dominadas pelo jabá? Nossos ouvidos são entupidos por esse lixo chamado de "universitário" porque as gravadoras "trabalham" as rádios..Acho ofensa chamar esse som que tocam por aí de universitário.Ser´que os universitários tem tão péssimo gosto?Coitado do Brasil!
 
Ronaldo Ancél Alves em 19/09/2012 07:46:33
MUITO ME ADMIRO DAS RESPOSTAS DOS GERENTES DE RÁDIOS: NÃO É NOSSO PERFIL, QUER DIZER QUE O OUVINTE TEM SE ADEQUAR AO PERFIL DE ALGUNS???
NÓS OS OUVINTES DEVERIA-MOS BOICOTAR ESSES QUE SE JULGAM COM PERFIL AFINADO; E VOLTAR-MOS A DAR MAIS VALOR AS AMS. CHAMAMÉ É O PERFIL SUL MATOGROSSENSE , QUEM ESTÁ FORA DESSE PERFIL DEVERIA IR EMBORA PRA LONGE DAQUI. OU SERÁ QUE NÓS DE MS.
 
Jary Guasina em 19/09/2012 05:42:00
Viva o Chamamé. Me apaixonei no 1º contato. Estarei de volta a Rio Brilhante para para assistir o 2º Festival de Chamamé.
Antonio Pires - Macaúbas - Bahia.
 
Antonio Pires em 19/09/2012 05:11:39
Muitas pessoas que se dizem da cultura renegam o chamamé e nutrem preconceito contra ritmos locais. Ignorância e discriminação. E que volte a HORA DO CHAMAMÉ!!!
 
Anita Ramos em 19/09/2012 05:00:29
Oi pessoal amantes do bom chamamé, vai começar dia 21 a 23 de de setembro, sexta, sabado, e domingo próximos aqui em Rio Brilhante, esperamos todos com o coração aberto para fazermos uma grande festa, amo chamamé, sou barriga verde, mas amo o Mato Grosso do Sul, tereré e o chamamé.

ESPERAMOS TODOS.
 
Antonia Testa em 19/09/2012 04:14:09
Parabéns Sr. Orlando, em seu nome presto homengens a todos q gostam do chamamé. A dedicação de cada um de nós que amamos este ritmo musical e estilo de vida, faz com que nunca se perca a esperança de ver nosso estado MS, resgatando e valorizando sua cultura, nossa raiz verdadeira. Aqui em Amambai, temos a Associação Casa Paraguaia, que tem trabalhado p/ preservar e tocar o chamamé.
 
José Almada em 19/09/2012 02:26:10
Realmente há muito tempo estamos perdendo muito de nossa cultura musical, as rádios tocam as mesmas coisas, não tem muita diferença, só FM UCDB que tocava musicas regionais da nossa terra, de repente virou como as demais.
 
Carlos del Lamarca em 19/09/2012 02:14:00
Como ser considerado um "Celeiro" de revelação se não se da o devido valor?? Isso não acontece somente com esse ritmo, o problema é que se esquece das raizes quando se tem que focar o dinheiro que os demais ritmos dão. Quando as emissoras dizem que "reformaram" sua grade, elas se esquece que a poucos anos todas elas tinham em suas programações esses ritmos. RAIZ não da "Comercial".
 
Clistiano Fernandes em 19/09/2012 02:13:55
Etaa música boa que da origem a nossa terraa amooo demaiss!!!
 
Angela Tamires Cardoso em 19/09/2012 01:50:48
Eternamente estará marcado em nossos corações o belo e riquíssimo sentimento de admiração pelo Chamamé Correntino e pela Polka paraguaya. Embalos estes que animaram muitas noites nos eternizados bairros Amambaí e Caiçara nas décadas de 60 e 70 e mais recentemente nos anos noventa com a nunca esquecida época dos grandes bailes de Campo Grande. Tenho 34 anos e serei eternamente divulgador do Chamamé
 
Giuliano S.Maciel Corrêa em 19/09/2012 01:33:29
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