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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

15/02/2013 07:35

Contra rodas indesejadas, comerciantes irritados proíbem o tereré

Anny Malagolini
Placa no bar Kiwi, censurando o tereré.  (Foto: João Garrigó)Placa no bar Kiwi, censurando o tereré. (Foto: João Garrigó)

Pode ser cultural, tradicional, indispensável, fundamental em uma roda de amigos, mas o tereré não é unanimidade, até mesmo na terra da erva com água gelada. Pelo contrário, vem ganhando inimigos, gerando stress entre donos de bares em Campo Grande. A chateação é tanta com a galera do tereré que a bebida mais tradicional do Estado passou a ser proibida em alguns lugares da cidade.

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Na conveniência conhecida como "Postinho", no Parque dos Poderes, e no Kiwi bar, na avenida Afonso Pena, roda de tereré não é bem vinda. Até placa foi colocada para deixar clara a censura. Em ambos a justificativa é a mesma: prejudica a venda de outros produtos e gera aglomeração, sem gerar lucro.

"Não quero bagunça", enfática, a proprietária do Postinho, a paulista Vânia Maia, proibe o consumo da bebida no posto. Segundo ela, além de impossibilitar o próprio comércio, a proposta do estabelecimento é outra. “Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré traz consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Algumas situações nada agradáveis por conta do tereré renderam transtorno e discussão, garante a empresária, que decidiu de vez acabar com o consumo do mate  que é vício para muita gente. Mesmo assim, garante que não tem nada contra a bebida.

Com o calor que o campo-grandense enfrenta, o tereré é uma trégua. Por conta disso, rodinhas da bebida são parte da paisagem da cidade.

Mas a turma do contra defende que tudo tem lugar certo, inclusive, espaço mais adequado para tomar a bebida. “Aqui é um comércio, o tereré é de graça, como fica?”, diz Vânia, que quer vender, não só servir de espaço para aglomerações.

Postinho, no Parque dos Poderes, também exibe a proibição. (Foto: João Garrigó)Postinho, no Parque dos Poderes, também exibe a proibição. (Foto: João Garrigó)

A proibição foi parar nas mídias sociais, sempre com ares de espanto. "Já proibiram som em um monte de lugar, fecharam bares, casas de show, agora querem proibir até o tereré? Só em Campo grande mesmo", reclama a universitária Rose Souza.

Da amiga, ela ouviu o relato. "Quando vi a placa no Kiwi, fiquei pasma. Gente, que mal faz o tereré?"

A empresária Helena Maria, de 42 anos, é frequentadora do Postinho e lembra que a proibição do tereré no local já gerou bastante assunto entre os amigos. “A proibição de um ato tão saudável quanto o tereré abre precedentes para a bebida alcóolica e, isso está errado, além do que aqui é cheio de gente praticando esporte, seria bom poder relaxar após a corrida e tomar um tereré, por exemplo”.

Já a amiga, Sonia Prado, de 45 anos, acredita que a confraternização à base da bebida deve ser limitada, “O tereré prejudica o comércio. O consumo dele não paga imposto e inviabilizam locais como esses, próximo a natureza. Não faz sentido levar tereré em um bar.”

Em busca de um lugar sem perturbação, os amigos Gustavo Gutieres, 33 anos, e Carolina Abreu, se reúnem pelo menos uma vez na semana na Orla Morena para tomar a bebida e jogar conversa fora.

“Concordo com a proibição, pois se deixarem liberar vão sentar no estabelecimento e não vão consumir tudo", diz Gustavo. Mesmo assim, lamenta a limitação em alguns cenários da cidade. "No postinho, o local é ótimo pra isso, é uma pena não poder”.

 

Os amigos Gustavo Gutieres, 33 anos, e Carolina Abreu, bebem tereré na Orla Morena. (Foto: Luciano Muta)Os amigos Gustavo Gutieres, 33 anos, e Carolina Abreu, bebem tereré na Orla Morena. (Foto: Luciano Muta)



Se tereré fosse bebida de uso geral, seria exportada para a Europa, América do Norte, Ásia e Oriente, como café, chocolate, e o mate queimado (chá). Quem toma tereré é Campo Grandense, Pantaneiro e Cuiabano. Nas demais localidades do Brasil, ninguém conhece essa bebida, que aliás é muito sem graça. E em toda roda de tereré realmente tem música brega saindo de aparelhos de som há mais de 80 decibéis, o permitido pela lei. Quanto aos estabelecimentos, devem ser respeitados os direitos dos comerciantes e de seus clientes.
 
José Bonifácio em 23/09/2013 09:17:32
O problema não esta no comerciante e "seus lugares" e, muito menos, nas pessoas que encontram neles o lugar ideal para se reunir, principalmente para tomar tereré.
No meu ponto de vista, há uma clara ausência duma política pública voltada para a criação de espaços públicos agradáveis e acolhedores aonde as pessoas possam tomar o tereré, papear, descansar, praticar esportes, etc... Logo, o PROBLEMA encontra-se justamente nesta AUSÊNCIA e no fato de muitas pessoas NÃO SABER DISTINGUIR o que é PÚBLICO, o que é PRIVADO e o que é Público de caráter privado.
Por isso, muitas vezes, estas pessoas se acham (consciente ou não) no direito de estacionar nas calçadas, igualmente, ocupar um espaço público, mas de caráter privado.
 
Renato Fonseca em 23/09/2013 03:22:46
Concordo com a proibição, especialmente em estabelecimentos comerciais. Já presenciei verdadeiras arruaças promovidas por esse tipo de aglomeração. Está correta a ideia de que se vc mantém um estabelecimento comercial, gerando empregos e pagando impostos, tem direitos e prioridade em auferir lucro com essa atividade. Sou contra a baderna que acontece todos os finais nos altos da Afonso Pena, sob o argumento de que "ah, tereré é saudável." Utilizo esse local para atividade física e já vi muitas barbaridades naquela região em torno desse tal de tereré. Coisa do tipo: Meninas, acho até que menores, dançando semi nuas nas camionetes estacionadas naquele local, entre outras piores. Tudo bem que talvez existam pessoas do bem ali, mas não é a maioria. O maior numero é de baderneiros e arruaceiros
 
Adriana Amaral em 18/02/2013 19:15:41
Concordo plenamente os jovens precisam estudar em busca de um futuro melhor, tereré não leva ninguem a nada Bruna Farias.
 
joyce soares em 18/02/2013 11:51:52
Estão certos... Tantos lugares em Campo Grande para tomar tereré, ja pensou chegarmos em um estabelecimento e não ter lugar para sentar, por causa de RODAS DE TERERÉ?
 
Elison Silva em 17/02/2013 23:11:37
Não precisa justificar nada, ali é uma propriedade particular e ela tem o direito de impor o que ela quiser, quem não concorda, busca outro lugar para frequentar. Infelizmente, algumas pessoas se acham no direito de fazer o que quiser, aonde quiser, quando quiser. E quem quer frequentar, mas é contra o uso de bebida alcoólica, consuma bebida sem álcool, joga uma sinuca, lá não existe limite mínimo de consumo. E é um lugar ótimo para frequentar. Tereré, infelizmente, atrapalha sim o fluxo do comércio. É um fato.
 
eliana costa lopes em 17/02/2013 09:00:50
Puro preconceito! Concordo que o consumo da bebida possa prejudicar o comércio sim, devemos ter o bom senso e entender que o propósito do comerciante é vender seus produtos e ter lucro naquele espaço. Agora rotular o tereré à “vulgaridade, som alto e sertanejo”, isso é preconceito. Quanto à questão de não ser higiênico e nojento, ora têm outras coisas tão nojentas e anti-higiênicas quanto compartilhar a bebida, bem como nunca ouvi dizer q alguém morreu pela ingestão desta bebida. Por outro lado as bebidas alcoólicas que embora não sejam “nojentas”, dão lucro ao comércio, são largamente divulgadas na mídia e não são alvo de preconceitos estão levando muita gente à morte pelo seu uso inconseqüente. Gostando do tereré ou não devemos dar mais valor a nossa cultura e a nossa vida também...
 
sergio lima em 16/02/2013 17:15:36
Essa mulher não gosta do tereré né...Paulista não gosta mesmo do tereré, então vai tentar sua vida em outro lugar, onde gostam do seu Rock e essas baboseiras todas!
 
Luciano Silgueiros em 16/02/2013 15:19:20
O tereré deveria ser banido.
Tem que civilizar o povo.
Mostrar o que é o café para eles.
O tereré é uma desculpa para ficar parado, improdutivo.
São coisas de nativos.
 
Elviria Santos Ferreira em 16/02/2013 13:43:44
É uma questão de bom senso. O comerciante pagou para erguer a estrutura e cabem X mesas/cadeiras, e o consumo ali é o ganha pão dele (dela). Se ocupado por pessoas tomando terere, esta impedindo o comerciante de ganhar dinheiro. Ou seja: tirando o ganha-pão dele. É tão dificil assim de entender? Se quiser tomar terere, vai para um lugar publico. Se quer sentar numa mesa de algum comercio, vai ter que consumir algo comprado no lugar. Ou alguem já viu algum bar onde você pode entrar com cerveja comprado no supermercado, só para ocupar as mesas? Dá no mesmo...
Ou seja: o problema não é o terere em si, é o consumo de algo de graça em local comercial, simplesmente não dá.
 
Marcos da Silva em 16/02/2013 12:30:49
O Problema Não é a Roda de Amigos Que Falam Vulgaridades aí Nesse Estabelecimento. O Verdadeiro e Unico Problema é Que a Roda de Terere Nao dá Lucro. Só Isso. Os Que Aqui Criticam a Roda de Terere Com Certeza Apoiam Rodas de Tomadores de Cerveja , de Destilados , De Vinho , de Fumadores de Maconha , De Crac , Etc...Quem Ja Leu Uma Manchete Dizendo Assim : Motorista Causa Enorme Acidente de Transito Porque Havia Tomado Muito Terere". Ou , "Homem Seuquestra Familia Inteira Para Roubar a Televisão Após Ter Ingerido Terere". É Galera .. A Hipocresia Reina e Sempre Estara no Topo. Abraços.
 
Gilberto Bras em 16/02/2013 12:08:57
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.
Infelizemente a proprietária não usou de um comentário sábio e sim soou como preconceito. A polêmica não foi a proibição do tereré e sim ela fazer concepção de pessoas e culturas.
 
Carla Rodrigues em 16/02/2013 11:42:49
Já dizia a música do Grupo Zingaro: "Tome um tereré pode que quiser nessa roda entrar"......
Aqui na empresa o tereré é liberado, ajuda a refrescar o calor, bota o papo em dia, e melhora o rendimento dos funcionários, pois mantem eles em plena comunicação....
"EU APOIO"
 
Marcelo Poffo em 16/02/2013 10:30:31
.Tem que tirar mesmo..alem de atrapalhar tudo do comerciante, ainda zoam com quem chega de bike..ou a pé é tudo rico compra um posto e vai tomar tereré.falei
 
Julio Cesar em 16/02/2013 10:30:03
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher (4)

Também gosto de rock e não gosto do sertanejo universitário, seus fãs, caminhonetes playboys, etc
 
Danillo Acosta em 16/02/2013 09:38:34
gente isso e estranho, pura bacterias vivas procura saber os tipos de doenças traz o tal do terere pasando de boca em boca. cara isso e fora da verdade.pura falta de higiene.socorro.
 
orcidiney andrade em 16/02/2013 09:38:03
tereré é para todos os públicos, nao curto sertanejo mas bebo terere. Assim também a cerveja, é consumida no sertanejo, no bordel, no rock, no bar e no subúrbio.
 
MIGUEL TORALES em 16/02/2013 09:34:11
Tudo é bom senso. Mas tbm nao precisa generalizar o terere. Rafaela Mendes, teu comentario bairrista nao faz sentido, vem morar em Porto Alegre para você ver o que é anos luz, só se for de violência. não troco campo grande por nada. saudades dai, do postinho e do terere.
 
miguel torales em 16/02/2013 09:28:35
Em um estado de gente inteligente a cultura é mantida, pois simboliza as raízes da região...
Na placa deveria tá escrito: Proibido pessoas sem educação e bagunceiras e consumam bastante álcool e saiam por aí de moto, que é o que mais acontece lá....
 
Renan Figueira em 16/02/2013 09:10:17
Cultura! só pra desocupado...
 
nilo papito em 16/02/2013 08:53:37
bruna tudo a sua hora estudar, trabalhar e tambem tem hora de descanso, porque nao um terere, cara interage nao fica so atraz de um computador
 
claudemir pessoa em 16/02/2013 07:59:21
gente isso e preconceito, nao faz mal e querem agora dizer que traz prejuizo, nao faltava mais nada, alcool sim traz prejuizo e desgraças. acorda e hora de voces donos de bares refretirem. sugestao começam fazem a diferença pois a lei seca veio e veio p ficar
 
claudemir andrade em 16/02/2013 07:55:16
Terere é coisa de preguiçoso e fofoqueiro,em cidades do interior eles se reunem só pra fazer fofoca dos outros,tem que proibir essa porcaria mesmo,,,,,
 
alberto silva em 16/02/2013 06:34:26
No meu ponto de vista falta um pouco de astúcia destes comerciantes, poderiam oferecer outras alternativas para que essas pessoas pudessem consumir algum produto em seus estabelecimentos, quanto ao tereré não tem nada a ver com preguiça ou falta de estudo, sou formado por 3 cursos superiores e mesmo assim, sempre tomei um tereré gelado, curto um rock leve, pop. Mas infelizmente temos produtos mais nocivos à venda, como bebidas alcoólicas e cigarro que são incentivadas seu consumo através até das músicas sertanejas.
 
André Lima em 16/02/2013 00:39:10
PORQUE NÃO TOMAM TERERÉ EM UMA IGREJA ?? PRECISA SER EM BARES ?
 
SÉRGIO DAMASCENO em 15/02/2013 20:48:26
o terere deve aumentar nestes pontos de venda de bebidas, e só vender a agua bem gelada e a erva , ja que a lei seca ta pegandoooooooooooooooooo
 
paulo cesar em 15/02/2013 20:28:17
Coisa mais nojenta esse tal de tereré...!
 
Luciano Bandeira em 15/02/2013 20:03:37
Entendo e apoio a comerciante.. é o mesmo que ir ao restaurante e levar uma marmita de casa...
 
Ana Julia em 15/02/2013 19:52:12
omo disse o Denilson Mattos , tem muita gente aqui precisando ir à escola, melhorar a gramática , e principalmente interpretar um texto , antes de postar frases defendendo o tereré em estabelecimento comercial.Será que essa bebida afasta as pessoas de uma boa escola e de boas maneiras?
 
paulo lessa em 15/02/2013 19:33:05
Para Bruna Farias: Pelo visto a juventude tá precisando é estudar e não ficar tomando tereré,pois, só assim aprenderia a escrever corretamente, o que não é o seu caso. A dona do bar está certíssima. Deixe o tereré um pouco de lado e volta pra escola que é mais "Saldavel"
 
Denilson Mattos em 15/02/2013 18:08:48
não é só quem curti sertanejo, que toma tereré... a vulgaridade não vem com o tereré e sim com o alcolismo, porque então ela não vende erva, bomba, cuia, traz o tereré para dentro do estabecimento. eu não tenho camionete , não sou vulgar, gosto de música sertaneja e adoro tereré. porque os comerciantes não permitem o tereré se as pessoas consumirem outros produtos..... acho que tem espaço para todos e ela não vai deixar de vender bebidas por causa do tereré....que gosta de bebida , vai beber assim mesmo....campo grande esta se tornando uma cidade aonde não se pode isso, não pode aquilo.....
 
maria da silva em 15/02/2013 17:26:05
Caras, ninguem está proibindo o consumo do tereré,apenas o comerciante proibe que no local ao qual ele depende de faturamento não haja consumo da bebida.é só respeitar.
 
darci casara em 15/02/2013 16:54:42
Nada contra a questão cultural do estado, mas tereré a qualquer hora dia e em todo lugar é coisa de desocupado!
 
claiton barcelos em 15/02/2013 15:42:01
Concordo com a posição da comerciante, mas gostaria de apontar outra situação. Passo pela Orla Morena diariamente. E não só tomadores de tereré, mas também estes, em vez de pegarem a erva utilizada e descartar na lixeira, o fazem no gramado. Como não há banheiro químico, fazem suas necessidades fisiológicas nas ruas adjacentes à Orla. O problema, como bem se vê, vai além da falta de bom senso em utilizar um estabelecimento comercial para outros fins. É a 'eterna' falta de educação da população, que é muito sagaz para cobrar 'seus direitos', mas extremamente lerda para lembrar dos seus direitos, suas obrigações. E daí, outra questão se impõe: até quando?
 
Andreia Ferreira em 15/02/2013 15:39:32
Tudo é uma questão de bom senso: O comerciante abre suas portas visando lucro. Se o pessoal senta na mesa, e fica o dia inteiro tomando tereré, ele não terá nenhum tipo de retorno. Seria a mesma se todos fosse à um show e ficasse com o fone de ouvido, ou uma piscina inflável ao lado de um rio. Qual a vantagem de toda aquela estrutura? Ai, se o local é fechado, todos perdem. O tereré pode ser tomado em qualquer outro lugar: leve seu banquinho (e chame alguém que toque violão) até os altos da Afonso Pena, no Parque das Nações, Orla Morena, etc, mas respeite o comercio.
 
GIOVAN DE MARCO COUTINHO em 15/02/2013 14:29:54
Concerteza eles nao aceitaria terere nos locais publico por que e uma maneira saldavel e nessa maneira saldaveis eles nao quer por que os joves nao estaria bebendo a bebida deles !!! so que que tomem cachaça e mais cachaça ......
 
Bruna farias em 15/02/2013 14:13:35
Já que esses "paulistas" fazem tanta questão de dizerem que são de lá, porque não voltam para a "terra da garoa"? Nasci em Aquidauana. Quero ver se alguém tem o topete de "proibir" o tereré por lá. Por aqui, os campograndenses são muito "acanhados", "pacíficos", ´"dóceis" e facilmente "domesticáveis".
 
João Vitor dos Santos em 15/02/2013 13:57:31
SO NAO ENTENDI OQ UE ELA QUIZ DIZER COM ISSO (O tereré traz consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.) POIS E SO SERTANEJOS QUE TOMAN TERERE
 
ROBSON DA SILVA LIMA em 15/02/2013 13:49:21
Replicando.......... "Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica."

"Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher".

Mais um.........
 
Lucio Santander em 15/02/2013 13:21:35
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher (3)
 
Brunno de Almeida Torchi em 15/02/2013 13:12:49
e por isso que o estado do rio grande do sul esta ha anos luz na nossa frente.
 
rafaela mendes em 15/02/2013 13:05:02
Quanto preconceito. Adoro rock, blues, mas em primeiro lugar, sou campograndense. E o tereré aqui, faz parte da nossa cultura. Seria o mesmo, que proibir o chimarrão lá no RS e carnaval na Bahia, entre outras peculiaridades de cada estado. Salve a diversidade e a cultura brasileira. Não à intolerância...........
2
 
rosane scavoni em 15/02/2013 13:04:39
Dona Paulista tem razão, não conhece e não traz nenhuma cultura tradicional de sua região, outra coisa ela aí tem razão, o boteco dela é comércio, desde quando foi lugar pra tomar tereré? A roda de tereré é um momento descontração, encontro de famiília, amigos e pra se conversar, não pra ouvir esse tal de "sertanejo" ou som alto.
 
Carlos Lamarca em 15/02/2013 12:40:46
Residi por 21 anos em Campo Grande e gosto muito do Tereré mas, tudo tem lugar. Aqui no Rio Grande do Sul tem o chimarrão mas, ninguém vai para um bar ou conveniência para tomar chimarrão. Nas rodadas de chimarrão, nos parques e avenidas, tudo bem. Todos curtem e não causam prejuízo para ninguém. Ah, tem outra coisa: As Rádios de CG se especializaram em tocar Sertanejo. É bom mas, enche o saco. O povo não vive só de Tereré e Sertajeno.
 
Lisandro Calir Biacchi Adames em 15/02/2013 12:22:08
.....quem trabalha de graça é relógio..., quer tomar seu tereré, que tome em lugar público ou em sua residência, local privado é investimento para gerar lucro, emprego e pagar impostos.
 
sergio correa em 15/02/2013 12:16:12
É impressionante quantas pessoas acham que é normal tomar tereré em algum estabelecimento comercial. Se eu fosse dono, eu ia achar ruim também, é lógico!
Vai tomar sua erva no parque ...
 
Diego Silva em 15/02/2013 12:14:49
O cidadão não consome nada no estabelecimento, ocupa o lugar de quem consome, utiliza as instalações como banheiros e estacionamento sem pagar nada e ainda reclama que está sendo discriminado? Me poupem, quer moleza? Vai empurrar bêbado em ladeira.....
 
MAURO MENEZES em 15/02/2013 12:14:08
Parabéns à dona do postinho. Realmente, não dá para ser empresário só gerando facilidades de graça -sem falar que o argumento “Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, também marca uma posição.

Mas uma dúvida a respeito dos demais comércios: não tem uma lei que proíbe o consumo de bebida alcoólica em conveniências e estabelecimentos do gênero, barrando as aglomerações?
 
Roberto Acosta em 15/02/2013 12:09:19
Hipócritas são os comentários que a proibição do tereré tem relação com os acidentes de trânsito.. Estão certos os donos de estabelecimentos comerciais que tomaram essa atitude... Tereré não paga o salário nem as contas de nenhum dos funcionários que trabalham lá. E o Postinho sempre foi um lugar muito bom pra reunir com os amigos e ouvir uma música de qualidade, um lugar diferenciado e que continue sempre assim. Uma pena não poder mais rolar o som de bandas ao vivo lá...mas mesmo assim a Vânia continua mantendo a qualidade do lugar.
Como disseram acima, a Afonso Pena é grande..tem muito lugar para se tomar o tereré....
 
Eduardo Pisani em 15/02/2013 12:06:22
o tereré traz vulgaridade?! é o consumo de bebida alcoólica, traz o que? sem contar os roqueiros que frequentemente estão relacionados a consumo de drogas e outras barbaridades principalmente no trânsito.
 
JOSE MAIDANA em 15/02/2013 12:02:43
O discurso aqui é bastante simples, e não vejo motivo para tanta polêmica. Ora, os comerciantes são "arrochados" por uma pesadíssima carga tributaria. Precisam trabalhar, e para esse tipo de atividade comercial, ter espaço para a clientela é fundamental. Quem quer tomar tereré, que o faça nos espaços públicos ou na calçada de sua própria casa. ps: só par finalizar: também sou adepto de um saboroso tereré, mas tomo-o em casa, na casa de amigos ou em praças ou parques públicos.
 
Fernando Silva em 15/02/2013 12:02:21
Nossa que palhaçada isso, esses comerciantes nem pareçe que moram em Campo Grande, bebida tipica da cidade... cada coisa viu ;/ ( não curti)!
 
Wende Kauany em 15/02/2013 11:54:33
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

E se vira moda todos os lugares que tem "sertanejo", selecionar o tipo de cliente, aqui no estado voces não teriam opções de lazer. Não concordo, porém, opção é opção né, cada um tem a sua.
 
Mário William em 15/02/2013 11:38:53
Concordo em parte, mas em relaçao ao sertanejo muito bom aqui so fica nisso so sertanejo vamos mudar um pouco !!!
 
wilke figueiredo em 15/02/2013 11:30:23
Temos que avaliar os dois lados. O de quem investe tempo e trabalho sem retorno e o cultural. O fato é que o tomador de tereré tem a sua urgência miccional exacerbada (a popular "mijadeira"). Dai sobra para o banheiro do dono do estabelecimento que já tem que arcar com a mijadeira de quem consome cerveja no local. E ai? Cobrar o uso do banheiro ou vender o tereré?Questão de bom senso ou chatice? Então cada tomador de tereré e/ou cerveja que carregue seu penico? Mas tem que ser penico ecológico e com tendinha pois senão da código penal ou civil(atentado ao pudor)?
Vocês, meros seres humanos são muito cômicos.
 
christopher nogueira em 15/02/2013 10:38:29
Minha opinião é..coloque para vender aqueles copos de tereré que vem pronto,coloque jarras com bastante gelo,e limões a parte,e cobre o valor do produto,vai dar um lucro para a empresa e ninguem vai sair bebado,coloque uma placa "temos tereré,pronto para consumo"vai dar certo com certeza!
 
Teresa Moura em 15/02/2013 10:36:58
Que discussão sem sentido; um posto de combustível, que não gosta de camionete, e não deveria vender bebidas alcoólica apoia a venda, mas o tererê que em tese não embebeda, também não altera os sentidos nas pessoas que a tomam é proibido. Outro consigo um alvará de prestação de serviço, mas não admito que as pessoas cheguem na minha prestadora de serviço, a menos que consuma imediatamente os produto que ali esta exposto a venda.
 
luís eloy alves da costa em 15/02/2013 10:31:33
Parabvéns pela iniciativa e que todo o comércio da Capital, siga esse exemplo. Gostei mesmo é isso... troço "nojento" de boa em boca...argh!!!
 
Gilson Giordano em 15/02/2013 10:21:18
Sou Paulista, e concordo plenamente com esses comerciantes, lugar de roda de tereré é nas calçadas, nas praças, não nos estabelecimentos comerciais que estão ali para gerar emprego e pagar impostos.
 
Lorival Costa Correa em 15/02/2013 09:51:22
Que paguemos a "rolha" do tereré, mas não proibir o consumo. Sou contra a proibição, pode haver um entendimento para isso.
 
Érico Correa em 15/02/2013 09:33:22
Minha bebida predileta é o vinho e quando quero tomar um bom vinho que levo de casa eu pago "a rolha" (20,00) para o comerciante, assim também poderia ser com o tereré, se alguém quiser tomar tereré, pague um valor para tomar no local desejado. Assim todos ficam felizes, os tomadores de tereré e o comerciante.
 
Luiz Carlos Barbosa de Castro em 15/02/2013 09:31:53
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher.(2)
 
marcelo martins em 15/02/2013 09:27:40
Certíssimo. O comércio vive de vendas e se duvidar o pessoal vai quere até o gelo de graça. Tem vários lugares na cidade pro tereré não precisa ser dentros dos estabelecimentos comerciais. O comerciante tem o direito de proibir o que ele quiser em seu estabelecimento, ainda não somos uma nação socialista (ainda infelizmente estamos quase lá) então quem manda é o proprietário. Outro grande problema são nas empresas tem gente que para o serviço devido a roda de tereré. Falta um pouco de "semancol" pra rapaziada.
 
Pedro Alcantara Machado em 15/02/2013 09:20:15
Por isso que no estado de sao paulo se constroi a mesma casa em menos tempo que aqui... minha loja teve que colocar gesso e por DEUS do ceu achei que nao sairia.. pois se parava de mais por causa deste terere... adoro terere.. passei a gostar dele.. mas tudo tem sua hora...digo isso dentro do horario de trabalho...
 
paulo sergio em 15/02/2013 09:17:50
Adoro tereré, mas não tiro a razão dos comerciantes que proibem o consumo em seus estabelecimentos, afinal eles precisam ter lucro pois tem que pagar os impostos que lhe são devidos. Agora, a justificativa do Sandro Lima, não procede. Bebe quem quer, afinal pagou pra isso, e se bebeu tem que ser responsável, vc vai pra um estabelecimento da moda só pra se aparecer, e ainda por cima não quer pagar nada? Sentou tem que consumir, isso é regra... E como bem disse o Gabriel Lescano, também virei fã desse lugar, adoro rock e em Campo Grande temos deficiência de lugares pra esse tipo de som.
 
Ivone Arguelho em 15/02/2013 09:15:42
Vamos lá moçada! A nossa cultura não é o tereré ? Tereré não é droga e não traz prejuízos?
 
Ari Amizo em 15/02/2013 09:15:22
Achei muito engraçado o tema da notícia.... Acho que não seria possível ver uma discussão "tão produtiva" como essa em qualquer outra cidade...rs. É completamente descabido levar algo para consumir em um estabelecimento comercial. Não vejo ninguém tentando entrar com tereré no shopping, no cinema, nos restaurantes, nos pubs, nas boates, logo porque seria possível entrar na conveniência em questão com tereré?? É um estabelecimento privado e comercial como qualquer outro! Também acho que não há motivo para polêmica. Gosta de tereré? Então, faça uso dele em sua residência ou em um local público.
 
Michelli Jebaili em 15/02/2013 09:12:31
O tereré é valido até o momento que as pessoas que bebem não incomodam os demais, posto de gasolina não é local por isso temos a Avenida Afonso pena inteira de espaço e outra quem for tomar tereré na avenida por favor leve sua agua para não ficar incomodando os frentistas dos postos pedido água gelada ,é folga demais.
 
JOAO LOPES em 15/02/2013 08:56:21
Tá certo. Quer beber, bebe longe do comércio. Vai para uma praça. A dona do estabelecimento pode até ter exagerado, pois nem todos que bebem ou se aglomeram fazem arruaça, mas não é menos verdade que muitos que se agloemeram pra tomar tereré (ou outros tipos de bebida) extrapolam às vezes. Da mesma forma que acostumou-se a beber o tereré, muitos também o fazem ao lado de carros com som alto também e isso é fato. Só andar pela Afonso Pena para ver a quantidade de gente sentada em cima das caminhonetes bebendo tereré...
 
Carlos Silva em 15/02/2013 08:54:47
Vânia, concordo com vc, sugiro que, para não perder a "clintela" do tereré, cobre taxa de permanência para aqueles que querem SÓ UTILIZAR o seu espaço, pois ele custa muito caro em IMPOSTOS para vc.
 
jose mendes em 15/02/2013 08:53:05
O Problema eh que as pessoas gostam de falar asneira sem pensar.
As pessoas que estão reclamando, se vcs fossem empresários, iriam investir em um lugar, pagar energia, manutenção (pq quem bebe tereré tem que ir no banheiro), os funcionários, impostos... para não receber absolutamente NADA! Por favor. Sem falar que esse pessoal ocupa o espaço que poderia ser ocupado pelos clientes que vão comprar alguma coisa.
Quem quer tomar tereré pode ir para lugares públicos, tem um monte de praças por CG para isso.
 
Debora Satti em 15/02/2013 08:46:03
Vou replicar o comentário, porque simplesmente ADOREI mesmo o que disse a empresária:

“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher (2)"

Chupem essa rodada!
 
Mirian Costa em 15/02/2013 08:45:10
Campo Grande possui varios lugares para sentar e tomar um "teres", no bar a intenção é outra que é o consumo dos produtos deles, não é justo abrir um bar e todos ficarem sentados tomando tereré, ah fala serio!!!!
 
Mauro Sá em 15/02/2013 08:41:04
Quanto preconceito. Adoro rock, blues, mas em primeiro lugar, sou campograndense. E o tereré aqui, faz parte da nossa cultura. Seria o mesmo, que proibir o chimarrão lá no RS e carnaval na Bahia, entre outras peculiaridades de cada estado. Salve a diversidade e a cultura brasileira. Não à intolerância...........
 
José Rodrigues em 15/02/2013 08:32:28
Teréré é muito bom, só as pessoas é que são sem noção e se aglomeram em comercios achando que são clientes preferenciais rsrsrsrsr Quanto ao postinho, a proprietaria disse tudo, lá é lugar de Rock n' Roll os sertanojos é que procurem seus lugares.
 
Adauto Correa Lima Jr em 15/02/2013 08:26:49
Concordo com o Sr. Sandro, quando se tem rodas com gente consumido bebida alcoolica os comerciantes adoram, já que traz o tal lucro que o terereé não dá. Mas ai depois acontecem essas tragédias que vemos todos os dias. Até concordo em certo ponto em proibir a utilização do espaço comercial para consumo do tereré em alguns lugares, mas se isso vira moda...CG definitivamente virando uma cidade fantasma, não se pode fazer mais nada.
 
André Serra em 15/02/2013 08:21:25
Porque não proíbe som alto, camionetes, vulgaridades e sertanejo.....

Muito mais conveniente......não se pode ligar isso ao tereré!!!

ia toda semana ao menos.....perdeu cliente!!
 
André monteiro em 15/02/2013 08:19:11
Apoio; existe um custo fixo do comerciante, juntar gente sem gerar lucro, mesmo que compre o tereré ali, por ser muito barato e render não vale a pena; é melhor deixar o lugar vago para receber novos clientes. Imagine chegar em um lugar, não ter onde sentar e pessoas com pouco gasto!
 
Márcio Santos em 15/02/2013 08:16:15
Deve proibir mesmo. É muita falta de higiene trocar essa bomba de boca. Imagina o perigo que isso pode causar.
 
joao bosco em 15/02/2013 08:12:58
Gente! por favor! tenham bom senso, há lugar para tudo na vida, respeitem o local de trabalho, comércio, a cultura do lugar e dos proprietários. Tomar tereré em local de trabalho não é nada profissional, passa uma idéia de desleixo e pouco comprometimento com o serviço. Se querem tomar tereré no trabalho, que vão a um lugar mais reservado, tipo uma copa ou coisa assim... não precisam ficar passando um ar de descompromisso e diversão em local inapropriado.
Se liga gente!. Bom senso faz parte do dia- a dia de qualquer um.
 
telma rodrigues em 15/02/2013 08:12:03
Fica subentendido que onde tem rock e blues não haverá caminhonete, som alto e nem vulgaridade.
É só pra vender mais bebida?
Isso ai é vampiragem, de olho no bolso de quem frequenta.
A principal atividade de Posto de combustivel é vender combustivel!
O bar, que alias, nem conheço e nem faço questão, tudo bem se tiver ambiente fechado e quiser até proibir as pessoas de conversar.
Não sou doido por terere e nem sou sul-matogrossense, mas acompanho algumas rodas e acho que quem trabalha no comercio tem que estar preparado para ter contato com o mais variado publico e situações.
Quando ocorrer fatos que sejam perturbação ou algum tipo de infração, chame a policia e fique quieto.
 
Romeu Luitz em 15/02/2013 08:10:10
Para mim, além de todos estes inconvenientes que citaram, tem o pior de tudo que é a falta de higiene. Todos colocam aquela "bomba" de boca em boca. Deveria ser proibido pela Saúde Pública.
 
Luis Acordado em 15/02/2013 08:09:29
Concordo que o tereré é tradição em nosso estado, mas isso não dá direito de impormos a ditadura do costume, sou sul-matogrossense e não tomo tereré, o que vejo é, e me preocupo, que durante a semana vc anda nos bairros e vê centenas de rodinhas de jovens tomando a bebida, ou tá sobrando dinheiro ou faltando trabalho. Valeu postinho...Rock e Blues sempre!
 
carlos eduardo em 15/02/2013 08:06:52
adorei a atitude de proibir o terere no posto, gente vamos ser realistas, além de não consumirem nada do local, impedem que outros possam vir a parar la e consumir pois alguns querem um lugar calmo e chega la esta cheio de quem não esta gastando.
ali e para gerar renda e não rodinha.
quer beber fica em casa e chama os amigos.
agora vcs ficarem reclamando NAO gostaram procurem outro lugar concordo com a dona em proibir
 
gustavo passos em 15/02/2013 08:06:04
Tudo tem lugar e hora certa prase fazer o tal,convenhamos que se eu tenho um estabelecimento comercial,pago imposto,eu vou precisar vender pra pagar ,terere,se toma em casa,em praça,em baixo de sombras de arvores,nao em estabelecimentos comerciais,o povinho sem noção que gosta de uma polêmica.
 
marcos cesar em 15/02/2013 08:04:16
Porque não vão tomar tereré nos estacionamentos do parque tem varios lugares publicos para isso, para que ir tomar em frente ao bar. Comcordo com a dona, ali é lugar de comercio e não de aglomeração.
 
Jose Silva em 15/02/2013 08:00:01
Está certo aprovo isso, o povo é folgado mesmo com essa de tereré!
 
Renato Augusto em 15/02/2013 07:54:14
Fica a dica aos comerciantes: COLOQUEM TERERÉ NO CARDÁPIO. Assim, não se proíbe seu consumo, apenas que os consumidores entrem no local com um produto que já é vendido na casa.
 
Paulo Medeiros em 15/02/2013 07:52:41
POR QUE ESTAS PESSOAS QUE TOMAM TERERÉ NÃO TOMAM EM SUAS CASAS.MEUS AMIGOS E FAMILIARES TOMAMOS MATE OU CHIMARRÃO E TRERE, EM CASA NÃO FICAMOS INCOMODANDO NINGUÉM.O QUE TENHO NOTADO QUE EM MUITAS RODINHAS O QUE TEM ROLADO E DROGAS.NEM TODAS QUE FIQUE BEM CLARO!
 
ANA BERGAMO em 15/02/2013 07:50:52
“Meu público frequente é quem gosta de rock e blues. O tereré trás consigo camionete, sertanejo, som alto e vulgaridade e não quero isso aqui”, justifica.

Meu... esse é o melhor lugar de campo grande! Virei fã dessa mulher.
 
gabriel lescano em 15/02/2013 07:49:59
Se for uma roda de cerveja, cachaça ou qualquer outra bebida que rendam um faturamento a esses comerciantes é permitida, mesmo que depois saem alcoolizados cometendo acidentes né, bagunça nós vemos quando tem um bando de bêbados tomando bebidas alcoólicas, quanta hipocrisia.
 
Sandro Lima em 15/02/2013 07:47:10
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