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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

22/02/2012 15:33

Ex-garçom de trem refaz viagem 30 anos depois em moto, de Bauru a Corumbá

Ângela Kempfer
Daiton, no museu ferroviário, a partida de Bauru.Daiton, no museu ferroviário, a partida de Bauru.

Com 15 anos ele era garçom no trem que trazia passageiros de Bauru (SP) até Corumbá, uma viagem de cerca de 30 horas, que sempre rendia algo para contar.

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Passados 30 anos, Daiton Nascimento hoje é advogado, mas o apego afetivo às histórias que viveu sobre o trilhos continua forte. Para matar um pouco as saudades daquele tempo, ele tomou coragem e com uma moto resolveu viver o percurso de novo, agora aos 45 anos.

Ao lado de um amigo, policial militar aposentado, ele saiu de São Paulo em janeiro e durante 15 dias percorreu as estações desde a divisa com Mato Grosso do Sul. No caminho de 2 mil quilômetros, foi confirmando o que já suspeitava. “Vi muita coisa destruída, abandonada. É de dar dó”, resume.

Muitas das estações que Daiton lembrava pelo colorido e movimentação constante, agora são escombros.

Cada imagem registrada pela câmera fotográfica ajuda na comparação entre passado e presente. Sem cuidado com a lembrança, o tempo fez nascer árvores dentre as ruínas de boa parte do roteiro desenhado pelo ex-garçom.

O tempo fez nascer árvores dentre as ruínas de boa parte do roteiro desenhado pelo ex-garçomO tempo fez nascer árvores dentre as ruínas de boa parte do roteiro desenhado pelo ex-garçom

Mas também há boas exceções. Na região de Campo Grande, a volta do trem de passageiros até Miranda garantiu a recuperação de várias estações. “A estação de Três Lagoas também está bem cuidada e a de Água Clara é interessante”, confirma Daiton.

Nas últimas viagens feitas ainda como funcionário do restaurante do trem, Daiton lembra que percebia a freguesia minguar. “Mas continuamos firmes até o último dia, com o serviço padrão”.

Três meses antes do transporte ser suspenso, a notícia foi confirmada e não chegou a surpreender. “Avisaram que o trem ia parar, mas a gente já pressentia. Já não tinha muita gente, nem constância”, diz.

Com o fim, o neto de ferroviário foi procurar o que fazer, até concluir a faculdade de Direito. “Mas a gente nunca esquece da ferrovia”, comenta.

De volta ao trecho em 2012, Daiton e o amigo Valdemir de Andrade, de 52 anos, enfrentaram tempestade, tiveram de pegar carona com barco para sair de área inundada no Pantanal e voltar à rodovia, mas também cruzaram com muita gente interessante.

Padaria de arquitetura rústica, ao lado da estação ferroviária.Padaria de arquitetura rústica, ao lado da estação ferroviária.
Wilson mostra equipamento que media nível do rio.Wilson mostra equipamento que media nível do rio.

Ex-funcionário da ferrovia, Wilson mostra aparelho que media nível do Rio Paraguai, Estados Unidos que bancaram.

“Encontramos, por exemplo, um senhor que tem fotos da construção da ponte em Porto Esperança, para que o trem chegasse até Corumbá”, uma história de cem anos, de 1912.

O aposentado Wilson recebeu os viajantes com muitas histórias para contar, como a maior enchente que já viu no Pantanal, em 1982, ou o aparelho que media o nível do rio, equipamento pago pelo governo dos Estados Unidos.

No caminho, também se depararam com cenas inusitadas no meio do nada. “Paramos para comer com um casal que estava fazendo churrasco no Pantanal. Engraçado”, lembra.

A viagem também divulga imagens curiosas, como da padaria de arquitetura pra lá de rústica, ao lado da estação ferroviária de Bauru, onde é difícil distinguir onde começa um produto e termina o outro.

Apesar da alegria da aventura sobre uma moto Kawasaki preta 650, o que mais marcou foi a falta de preservação histórica.

“Tem de tudo nas estações abandonadas, famílias morando e até criação de porco. É triste, porque é história largada. As estações sempre foram muito importantes para essas cidades”, avalia.

Moto parada em frente a estação de Corumbá.Moto parada em frente a estação de Corumbá.



Oi Daiton eu tambem fui garçon do carro Restaurante da NOB de Bauru a Corumba e sabe quem era meu gerente o sr. bolinha depois fui gerente do restaurante de Bauru a Tre Lagoas por pouco tempo ,sai pra servi a Marinha em Ladario MS, em 1970. tenho ate hoje aquele chapel com o brazao NOB. ha? QUE SAUDADES!!!! Meu querido pai era ferroviario e trabalhava no DAF na estação de Bauru. Naquela epoca eu era feliz e não sabia. A BRAÇO.
 
Air Rodrigues do Prado. em 11/01/2014 23:23:06
muitas saudades, muitas vezes fiz essa viagem com meus pais e irmaos...era uma alegria só...!!! muito bom..
 
tadeu oliveira em 28/02/2013 05:30:52
Me emocionei ao ler essa matéria, parabéns ao Dailton! Estava eu procurando informações, hoje depois de 25 anos após minha última viagem Campo Grande x Baurú x São Paulo, tento viajar com minha família, mas não entendi se ainda funciona, queria dar de presente aos meus filhos parte da minha história. Quando eu viajava, era ainda solteiro, moro em MT. Se puderem me informar, agradeço.
 
Itamar Will em 28/02/2012 10:03:11
Daiton vc merece todos elogios, pq sei o quanto planejou esta viagem, além das lembranças que nos retornam ao passado, aff saudades, as historias de vida que encontrou pelas estradas, a beleza q a natureza nos proporciona, fatos. triste como o abandono da nossa história q deveria ser preservada...Parabéns .... Bjim

 
Lena Oliveira em 25/02/2012 03:07:30
Fiz um vídeo documentário intitulado "Benção e Castigo, Sorte e Azar" em que conta como a ferrovia foi importante para a construção da nossa própria identidade sulmatogrossense. A chegada da ferrovia em CG (1914) aconteceu na estação de Ligação (nome que se deu por ligar a linha que vinha de Bauru para a cidade). Dêem uma olhada nela hoje, fica a menos de 30 km da cidade. Vejam que tristeza...
 
Vanessa Ricarte em 24/02/2012 11:02:11
Parabenizo a jornalista pela matéria que mexe tanto com os sentimentos e as lembranças do povo de MS. Falar da ferrovia é um misto de dor e saudade. Eu sou jornalista também e meu trabalho de conclusão de curso foi contar um pouco da história da NOB, de Três Lagoas a Corumbá.
 
Vanessa Ricarte em 24/02/2012 10:59:03
Bom dia a todos!
Pois é Sr. Valdomiro, eu era um dos que andava pelos vagões vendendo aquela garrafa enorme de café, bolachas, bebidas, e doces. No restaurante, era uma alegria quando chegava a hora do almoço para deliciar aqueles bifes enormes de filé mignon. Quantas saudades. Sem falar nas pessoas que ao chegar nas estações vendidam de tudo. Obrigado a todos pelas lindas lembranças.
 
DAITON DO NASCIMENTO em 24/02/2012 08:02:56
Trabalhei na ferrovia de 1984 a 1996. Na época em que trabalhei os patrimônios eram conservados pelos padrões da época, veio o abandono após a privatização trabalhei de Água Clara até Indubrasil, em 1988 assumi a chefia da estação de Atoladeira até meu desligamento em 1996. COM ESSA AVENTURA DO DAILTON passa um filme na minha cabeça, saudade dos amigos ferroviários.
 
IREU FERREIRA DOS SANTOS em 23/02/2012 12:34:44
Parabens Daiton, pela aventura de rever e recordando tantas belezas da querida e extinta ferrovia A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Quantas saudades hem meu camarada.Percorrer o trecho Bauru a Corumbá. Tudo hoje destruido pelas próprias maos do homem. Tudo começou com a ganancia do homem político nos anos 1975 trasendo para o estado a multinacionais para a implantaçao de estrada de rodagens
 
Edil Vicente Pereira em 23/02/2012 12:10:06
Parabéns pela iniciativa. Mas fica uma ressalva: mesmo destruindo todo o bem material da nossa ferrovia, pelos depoimentos acima podemos ver que a memória daqueles que amam a ferrovia e tiveram suas vidas a ela ligadas, nada ou ninguém pode destruir.Nós que amamos a história da NOB temos uma obrigação moral de continuarmos transmitindo estas vivencias as outras gerações. Abraços.
 
Maria Madalena Dib Mereb Greco em 23/02/2012 11:51:51
oi amigos brasileiros sou argentino estou de paseio aqui em campo grande adorei a ex estaçao de trem e queria recorrer o entorno para olhar as casa antigas porque na epoca todo o comercio ficaba entorno a estaçao e lindo de mais desculpe meu portugues!!! um abrazo.
 
luis benitez em 23/02/2012 10:56:08
Já viajei muito de Ponta Porã a Campo Grande de trem, a moto e uma versys 650.
 
Claudio Borba em 23/02/2012 10:10:25
Viajei diversas vezes de Campo Grande ate Porto Esperança nos anos de 1985 a 1996 . Era maravilhoso atravessar o Pantanal , apreciando a natureza ,com o conforto das cabines e restaurante. Seria interessante convocar a repórter da Globo , Gloria Maria ( que fez o documentário do famoso Trem Da Morte ), para que ela constate a Falência e morte da ferrovia . O povo esta perdendo sua história.
 
Maria Ribeiro em 23/02/2012 08:50:08
Bom dia a todos!
Agradeço a este períódico eletronico e minha prima Leninha pelo contato e publicação de minha aventura.
As histórias vividas nestes dias, são um uma mistura de alegria e tristeza. A Ferrovia acabou!!! Restaram somente as lembranças. O Brasil é campeão em jogar no lixo seu passado.
No meu face tem muitas fotos (daiton nascimento), vejam lá tudo o que vimos.
abços!
 
DAITON DO NASCIMENTO em 23/02/2012 08:21:00
Domingo , dia 19/02, estive no Porto Esperança , encontrei o Sr.Wilson ex funcionário da Noroeste do Brasil( RFFSA),meu amigo desde 1.985. Ele e o aposentado que fazia a leitura das enchentes. Com muita tristeza ,constato mais um vez o estado de abandono de toda a estrutura ferroviária construída com sacrifício de vida dos abnegados trabalhadores .Registro aqui o meu protesto !!!
 
Augusto Ribeiro em 23/02/2012 08:18:23
Bom dia a todos!
Diria a vcs que minha expedição foi um misto de alegria e tristeza!
Agradeço este jornal eletronico e minha prima Leninha pela oportunidade de publicar minha aventura.
No meu facebook tem muitas fotos e todos poderão ter uma noção do que restou da ferrovia.
face: Daiton Nascimento.

abços a todos!
 
DAITON DO NASCIMENTO em 23/02/2012 08:16:00
Muito bom Dailton, parabéns. Faz bem para a alma rever lugares que fazem parte da nossa história. A propósito, aquela padaria rústica mostrada na foto continua sendo do Salvador (foto), em Piraputanga, MS. Hoje é um bar, um pouco mais bagunçado...e engraçado. Um abraço.
 
Eloisa Berro em 23/02/2012 07:19:22
Eh Dailton, estão era vc que carregava aquele bule de café enorme e gritando café....café.....café. kkkkkk deveria ter uns cinco litros aquele bule não? e o jantar, era um PF com bife de fígado acebolado, que delícia ou um bifão tbem acebolado, cara que saudades deste roteiro T. Lagoas a Campo Grande passando por Arapuá, Garcia, Agua Clara etc. parabens e felicidades a vc.
 
valdomiro neto em 23/02/2012 02:10:40
Parabens pela iniciativa, muito interessante não conhecia esse lado aventureiro.
Um grande abraço !
 
MARCO ANTONIO DE BARTOLO em 23/02/2012 01:21:46
Também sinto imensa tristeza com o descaso com a ferrovia e o trem. Tenho saudades do apito do trem chegando na estação ferroviária.
No começo dos anos 80, morava próximo à Estação e era muito bom ouvir o barulho do trem nas suas infindaveis manobras, principalmente nas noites de inverno, numa Campo Grande ainda com poucos carros e sem muito barulho. Nos resta o som do sino da igreja S Francisc
 
Juvenal Coelho Ribeiro em 22/02/2012 11:29:52
Pois é, cansei de viajar de Três Lagoas a Aquidauana, de Bauru a Campo Grande pelo trem de passageiro da NOB, antes carros de madeira,depois, carro metálicos que começaram sendo feitos nas Oficinas de Bauru na gestão do Eng.Pedro Pedrossian. É lámentálve que o nosso país com essa extenção continental e nosso Estado não tenha trem de passageiro ligando São Paulo a Corumbá.
 
Antonio João Pereira Figueiró em 22/02/2012 11:18:53
pelos previlegiados com parte dessa história.
Mais uma vez, PARABÉNS....a grande reporter Ângela Kempfer, com mais uma matéria lindíssima(sou tua fã).
 
neyde de oliveira em 22/02/2012 10:50:20
Parabéns!!!Que história linda Daito, fiquei emocionada com tudo que foi relatado.
É uma grande tristeza, vermos todas essas relíquias deixadas para trás, sem o minímo de preocupação com o que foi no passado.
O estado não deveria enterrar parte de sua história, sim preservá-la para que outras gerações veja e viaje ao passado.
Pena, que não conheci nada dessas viagens de trem, tão comentada e
 
neyde de oliveira em 22/02/2012 10:47:11
vc fez um passeio maravilhoso e ao mesmo tempo triste por ver e sentir na pele, como nao evoluiu nada aquela região, eu sou Mirandense e viajei muito de trem... como era bom... parece me que as cidades do interior estão esquecidas... mas o importante foi que vc nao esqueceu... como muitos esquecem... parabéns..
 
Dalva Santos em 22/02/2012 10:04:56
Caro Daiton, também fiz parte desta época, me lembro como se fosse hoje!! Juntavamos uma galera aos finais de semana para ir de Campo Grande a Cachoeirão tomar banho de rio, era só festa!!! Também fiz varias viagens para Bauru e Araçatuba, era muito legal.. Mais infelizmente os governantes não cuidaram desta riqueza, fico triste quanto vejo as estações a beira das rodovias totalmente esquecidas..
 
Claudio Nascimento em 22/02/2012 10:01:09
Olá Dailton
Há uns 15 anos atrás fiz esta mesma viagem, tambem de motocicleta, com uma yamaha teneré 600, e ja vi muita destruição, faço ideia agora. Tambem sou um saudosista daquela epoca, decadas 50/60 , viajava sempre para Lins onde estudava, anos a fio, ainda no tempo das maquinas a lenha. A ferrovia me conduziu a minha profissão, engenheiro ferroviario; é triste ver o passado desaparecer.
 
Lucas Salviano em 22/02/2012 09:38:21
Parabéns Dailton, não perca a oportunidade de registrar esta viagem em um livro. Como filho de ferroviário, praticamente criado na esplanada da Noroeste em Aquidauana, guardo com muito carinho boas recordações daquela época inesquecível, principalmente o cheiro das comidas oferecidas no Restaurante. O PF com bife acebolado tinha um sabor inigualável. Um forte abraço
 
João A. Lopes em 22/02/2012 09:28:43
PARABENS DAITON NÃO SEI SE VC LEMBRA DO BOLINHA Q ERA CHEFE DO RESTAURANTE CRIA DO CLALDIO AMANTINO DO ENGENHEIRO AREONTHY BARBOSA NO QUAL SOU SEU SOBRINHO E QUANTAS ELE VINHA COM AQLE CARRO RESTAURANTE PARA MANUTENÇÃO DA PONTE SOBRE O RIO PARAGUAI Q NO QUAL ERA AVARIADA PELAS CHATAS DE MINERIO OS FAMOSOS BIFE ACEBOLADOS COM OVOS PELA MANHAN E TRISTE VER UMA MEMORIAS SER ESQUECIDA ABRAÇO JOSSUY
 
JOSSUY DINIS em 22/02/2012 09:26:37
é com os olhos cheio de lagrimas que escrevo essas poucas palavras,sou filha de ferroviario,meu pai ja faleceu,morei em miranda eu vendi muito salgado na estação de miranda,sinto muita saudades daqueles tempo,tenho vontade de levar meus filhos pra dar uma volta de trem,mas é muito caro,DAITON vc esta de parabens, gostaria muito de um dia se aventurar por esses trilhos...saudades
 
marlene santana em 22/02/2012 08:39:56
Em 1976 com 18 anos cheguei de Corumbá em Campo Grande para estudar e nesta cidade que me acolheu, me formei, adquiri meu emprego, constituí minha família e hoje com um filho de 20 anos conto meu ir e vir de Campo Grande para a minha terra natal, é triste assistir o definhar daquilo que serviu de apoio ao crescimento da nossa Capital e nenhum governante dar vida a tudo isso. Parabéns Dailton.
 
Júlio César Diniz em 22/02/2012 07:53:06
Boa noite a todos!
Quanto tempo não e Daiton?
Bom deve ter sido bem legal esta volta ao passado, rever as raízes do lugar de onde veio, porém as vezes nos traz sofrimento por ver o que aconteceu com o nosso passado.
Aí paro eu e penso, será culpa da tecnologia? Ou do homem que se ateve a ela e esqueceu de olhar para o futuro?
Beijos e fique com Deus!
 
Maivadomingues Domingues em 22/02/2012 07:50:21
Parabéns amigo é de historias como a sua que nos faz viajar no tempo e relembrar as maravilhas que o trem nos proporcionava pena que tudo isso se acabo, tempo que não volta mais como era divertido sair de Corumbá viajar o dia todo parar em Porto Esperança comer um delicioso peixe frito em Aquidauana o tradicional sorvete, gostaria de proporcionar esta alegria aos meus filhos.
 
Jorciney Gonçalves em 22/02/2012 07:46:02
EU IMAGINO COMO FOI VC VER TUDO HOJE DESTRUÍDO, EU ME LEMBRO DE QDO AINDA CRIANÇA MEUS PAIS E MEUS 2 IRMÃOS ÍAMOS DE CPO GDE À 3 LAGOAS VER MEUS AVÓS.HOJE MEUS FILHOS Ñ SABEM O QUE É ISTO. AGORA VEM ESTE TREM DE CPO GDE À MIRANDA COM UM PREÇO ABSURDO DE CARO. FIZEMOS A CONTA PRA FAZER UM PASSEIO EU, MEUS 2 FILHOS E MEU ESPOSO, Ñ SAI POR MENOS DE 500,00. SÓ 2 DIAS VAI NO SÁBADO E VOLTA DOMINGO.
 
LUCIA GARCIA em 22/02/2012 07:03:03
Ver a sua história e reviver a minha também, viajei muito de Aquidauana a Corumbá lembro-me das paradas nas estações e dos produtos comercializados(de pamonha a chipa) é memorável lembrar disso, meu avô era ferroviário e quando se aposentou passou a trabalhar em sua charrete na estação de Aquidauana, eu adorava chegar em Aquidauana e subir na charrete com meus irmãos era uma festa, saudades...
 
rita de cassia em 22/02/2012 06:53:07
parabéns daiton pela atitude, eu ja viajei de trem em minha infancia, é inesquecivel, morava em aquidauana e ouvia o barulho do trem durante a madrugada,saudades, adorava pescar em cima da ponte de ferro sobre o rio aquidauana, parabéns guerreiro...
 
marcos ferraz em 22/02/2012 06:27:14
Ola Amigo
Parabéns pela iniciativa, por um acaso conheço o senhor da padaria rústica gente boa de mais Sr. Salvador

Também sou motociclista e admiro este tipo de aventura.

Um abraço
 
Jeferson Vasconcelos em 22/02/2012 05:26:48
imagem transparente

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