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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

16/08/2013 06:55

Barzinhos se fecham entre quatro paredes para continuar com o som na noite

Anny Malagolini
Bar na rua Antonio Maria Coelho também teve que se readaptar (foto: João Garrigó)Bar na rua Antonio Maria Coelho também teve que se readaptar (foto: João Garrigó)

Ainda na saga sobre a música em bares de Campo Grande, o Lado B percorreu alguns locais para descobrir o que os empresários têm de fazer nesta cidade para garantir o som ao vivo.

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Para evitar fechamento e cessar a reclamação dos vizinhos, muitos tiveram que entrar em reforma e as mesas espalhadas pelas calçadas, num ambiente meio “praiano”, aos poucos de despedem dos campo-grandenses.

Até bares que há anos já não estão localizados em áreas de maioria residencial, como a avenida Afonso Pena, tiveram de se readequar e acatar as exigências.

Há 14 anos em Campo Grande, o gaúcho Antônio Meneguini, de 40 anos, viu na Afonso Pena o local ideal para abrir um negócio: o bar “Bodega”. Segundo ele, o charme das mesas dispostas nas calçadas e aquela cara praiana, foram os maiores incentivos.

Mas depois de alguns anos, as regras ficaram mais rígidas e o barzinho foi se transformando em uma casa de shows. “Queríamos continuar como barzinho, é mais fácil para atrair o público. Perdemos o cliente de bar. Temos público de balada, não está fácil, é difícil contratar shows bons”.

Com despesas altas, o empresário conta que está pensando seriamente em fazer do ponto um restaurante, para evitar mais dores de cabeça. “A cena noturna em Campo Grande não acontece mais. Os outros abriram e estão fechando, todos perderam movimento. Se não derem um jeito de mudar a lei, vai acabar tudo”.

O bar vizinho, o “Miça”, também enfrenta a mesma dificuldade e teve uma história bem parecida. A casa também abriu em 2008, com o conceito do happy hour e música ao vivo, mas, desde o ano passado, o que era bar agora parece mais uma casa noturna. “Lutamos para não mudar a característica, mas foi inevitável para continuarmos na ativa”, explica o dono, José Carlos Roledo Júnior.

Para obedecer as exigências, depois de ação do Ministério Público, o empresário conta que foram gastos cerca de 130 mil reais em obras. E mesmo com a reforma, a dor de cabeça não parou.

Hoje, o Miça é aberto sextas e sábados com eventos esporádicos. E como a casa é alugada, os prejuízos financeiros já apareceram, sem uma renda diária, reclama o proprietário. José avisa que a vontade é fechar o espaço. “Com tanta burocracia e investimentos que não agregam retorno, quem é empresário sente na pele", explica.

Para ele, a fiscalização não é eficaz e há muitas denúncias equivocadas. Prova disso, segundo ele, foi um episódio envolvendo um vizinho, que ligou às 4 horas da manhã reclamando do som alto do bar, apesar de naquele dia o Miça não estar aberto. “Não quero chamar de perseguição, mas mesmo com tudo em dia, eles continuam no pé, parece que não querem acreditar”.

Há 16 anos, na rua Antônio Maria Coelho, o “Tábuas Bar” também foi autuado recentemente e teve que entrar em reforma no começo deste ano. O local, que era conhecido pelo happy hour com mesas espalhadas na calçada e a famosa “voz e violão”, agora está cercado de vidros. O informal cedeu espaço às readequações que tiveram que ser implantadas. O ambiente que era aberto, acabou revestido. 

Para se adequar, é preciso tempo e dinheiro. Não há lojas especializadas em acústica, só há representantes comerciais em Campo Grande, outra dificuldade. No caso do Tábua, demorou 30 dias para chegar todo o material que veio de São Paulo.

Com cara de restaurante, os clientes se espantaram com o novo formato de bar e a clientela questionou e reclamou, conta Beatricce Bruno. “A lei é tão preocupada em manter a paz que se esquece do entretenimento. A lei tem que ser mais real. Ninguém quer incomodar ninguém e não queremos trabalhar na informalidade”, garante.

Para ela, é urgente uma política de entretenimento e de cultura mais eficiente e amplamente debatida. “Campo Grande é limitada culturalmente, nem uma biblioteca decente a cidade tem”, aponta.

Sobre a necessidade de "vida noturna", Beatricce argumenta: “Campo Grande é passagem para quem vai ao Pantanal e a Bonito. A cidade é quente, e isso poderia ser uma visão positiva, leque para bares e empreendimentos”.

 




Marcelo Mattos, a maioria fica ansiosa pelo final de semana e véspera de feriado para descansar do trabalho ou estudo, e não pelo barzinho.

O IBGE diz que temos quase 800.000 habitantes. Se a maioria está na night, teremos 400.001 pessoas, pelo menos, nas ruas. Considerando que a Expogrande atraiu somente uma média de 12.000 pessoas por dia, eu não acho que as noites de sexta e sábado atraiam a maioria (400.001 pessoas) para as ruas.

Pelo contrário, a turma do som alto é uma minoria falante querendo impor sua vontade contra a maioria silenciosa. E quem não sabe se divertir socialmente é justamente aquele que não sabe viver em sociedade, que desconhece o limite de suas liberdades e direitos, ignora seus deveres e é incapaz de ter empatia ao próximo.
 
Guilherme Arakaki em 20/08/2013 00:30:40
Concordo com o que a Beatricce Bruno disse: “Campo Grande é limitada culturalmente, nem uma biblioteca decente a cidade tem”. Isso é verdade!
As POUCAS bibliotecas existentes, ou se limitam aos alunos de uma faculdade ou não ter um acervo legal e atualizado. Espero que isso mude quando FINALMENTE inaugurar o Centro Cultural de Belas Artes.

Sobre a notícia em questão, EU CONCORDO e me incomodaria se os bares e boates tocassem até o dia amanhecer TODOS OS DIAS DA SEMANA. Aí sim teria razão para reclamar.
Mas reclamar na sexta e sábado ou, numa vespera de feriado...?
Se pensam assim, porque A MAIORIA FICAM ANCIOSOS PARA QUE A SEXTA-FEIRA CHEGUE LOGO ou UMA VESPERA DE FERIADO?

Outro problema É UMA MINORIA QUE NÃO SABE SE DIVERTIR SOCIALMENTE.

Pensem nisso!
 
Marcelo Mattos em 19/08/2013 10:31:21
Cidão Marques, taí, descobrimos a diferença. Pelo que você diz aí os bares tocam baixo. Aqui parecem casa noturna à céu aberto. A "música baixinha" daqui faz até a porta do seu quarto vibrar. Você pode fechar as janelas, ligar o ar condicionado e ainda vai continuar ouvindo a "música" como se estivessem no seu quarto. E francamente, quando nesse volume, não importa se é a 5ª sinfonia, transforma-se em barulho.

E eu digo que eles devem se mudar para Cuiabá por dois motivos:

1) Eles adoram citar Cuiabá como exemplo de cidade avant-garde na defesa da vida noturna;

2) Eles dizem que quem quer sossego deve se mudar.

Oras, porque eu tenho de me mudar se, na cabeça deles, já tem uma cidade que seria o paraíso noturno? Por isso minha afirmação. Eles que se mudem para Cuiabá.
 
Guilherme Arakaki em 19/08/2013 09:17:51
Uma resposta ao companheiro e leitor deste site o Guilherme Arakari, sim concordo com você mas não precisam ninguém querer mudar para Cuiabá para ouvir som alto como você colocou logo acima.
Primeiro som de barzinho nunca foi alto e não pode ser o som de barzinho isto sim é uma oferta da casa para os seus frequentadores ,poderem se deliciar de uma boa música MPB ou um Rock tradicional baixo onde as pessoas possam conversar e não incomodar ninguém nem os vizinhos, se quiser som alto vá em boates casas de show , que o som é muito alto e ao meu ver não pode incomodar ninguém que mora perto.
Quanto ao estado tanto dai como daqui quem governa infelizmente é o PMDB.
Só que aqui funciona a lei do silêncio da prefeitura municipal que existe um plantão. Até
 
Cidão Marques em 18/08/2013 14:34:44
aline soares, querer respeito os seus direitos fundamentais não é "caipirice", é o exercício da cidadania contra o egoísmo de alguns, coisa de países democráticos, sabe. E se não gosta de Campo Grande, mude-se.

Neto Andrade, o problema é que muitos bares vieram depois da população fixar residência, ao contrário do que muita gente fala. O problema é que não havia vontade política em resolver a situação e os bares foram ficando, à revelia da população, e agora falam que são "tradicionais", porque estão aqui há dez anos, mas são dez anos de omissão pelo Poder Público, que finalmente está agindo.
 
Guilherme Arakaki em 18/08/2013 13:06:27
Que cidadezinha mais retrógada, todo mundo enche a boca pra falar somente dos seus pré-conceitos, tratando a musica como "barulho". A cidade cresceu e não pode ter musica ao vivo?! Fala-se que não é mais cidade do interior, mais so vejo um bando de caipira cheio de certeza, falando asneira.
 
aline soares em 17/08/2013 11:24:15
Aí se constrói um aeroporto distante da cidade. O povo vai compra um terreno ao lado, constrói uma casa e aciona o ministério publico e reclama do barulho
 
Neto Andrade em 17/08/2013 03:56:47
Cidão Marques, podem estar acontecendo várias coisas de diferente em Cuiabá.

Pode ser que os bares não sejam tão barulhentos quanto os daqui.

Pode ser que a revolta dos vizinhos ainda não tenha ultrapassado o limite.

Pode ser que estejam com medo de retaliação dos donos dos bares.

Pode ser que reclamam mas o Estado não se mexe.

Pode ser que reclamam e o Estado quer agir, mas alguém não deixa.

Pode ser que não saibam seus direitos, como muitos aqui se enganam ao pensar que hora e zoneamento importam para a pertubação do sossego e a poluição sonora.

Mas pra quem gosta de som alto em barzinho, aí está a dica, vão pra Cuiabá, pois parece que lá é a cidade dos sonhos para vocês.
 
Guilherme Arakaki em 17/08/2013 00:50:03
som alto é para casas de show,,,,
 
euzebio el guapo em 16/08/2013 21:33:16
Infelizmente aqui em campo grande, tudo fica proibido com o tempo, não temos shows, não temos áreas de lazer, a cidade natal já era, é o interior tem mais vida social que aqui na capital, por exemplo Bonito, Jardim, Corumbá São Gabriel , Rio Verde enfim quase todas as cidades e um detalhe todas tem apoio dos políticos só aqui em Campo Grande que tudo é difícil, acho que os jovens também tem direito ao lazer, lógico que tem que usar o bom senso se tiver baderna a justiça tá ai. porque então não cria um lugar para shows, eu disse um lugar não no fim do mundo como querem colocar os artistas, assim ninguém vai querer vir para cá se nem exposição temos mais.
 
luzia borges em 16/08/2013 20:34:25
Ben Hur Salamene, realmente, a vida é curta, então e daí que você chega tarde da noite em casa e tem de estar no serviço de manhã bem cedo? Explique pro seu chefe que você foi no barzinho curtir a vida e ele entenderá.

E daí que seus filhos só te vêem à noite? Deixe eles em casa e vá pro barzinho com os amigos aproveitar a noite, pois a vida é curta.

E daí se seus pais são idoso, deixe-os também sozinhos em casa e vá para o barzinho.

E daí que você tem provas ou trabalhos e precisa estudar? Aproveite a vida e fale ao professor e ao mercado de trabalho que a vida é curta e o importante é aproveitar cada momento.
 
Guilherme Arakaki em 16/08/2013 17:19:06
joelcy castilho, é claro que tudo tem de ser na lei, senão vira festa. São flexibilizações na lei que permitem desvios de conduta, crimes e discriminações. Somente quando a lei é cumpirda integralmente e por todos é que a democracia se fortalece.

Ninguém é contra a música e reunião de amigos, mas desde que estes fiquem na calçada, e não dentro dos lares de terceiros. Quem curte som alto quer impor sua vontade sobre os demais, é como eu entrar na sua casa e te obrigar a fazer algo.

Esse barulho não é oriundo do crescimento da cidade, mas sim do vandalismo de alguns, é como achar normal aumentar a criminalidade porque a cidade cresceu.
 
Guilherme Arakaki em 16/08/2013 17:13:06
o problema não é esse. o cara abre um Bar e vira casa de shows. daí dá problema. No princípio é uma bar com um sujeito e um violão, depois, vira uma Banda de rock com 05 PAs mandando som. daí o vizinho fica bravo com razão. Então, é só ajustar isso. Bar não é casa de shows, mas vário
s deles, parece que é isso.
 
antoinio carlos em 16/08/2013 17:06:11
Quem já morou perto de um bar com música ao vivo sabe o quanto é difícil querer descansar e não poder, querer ver um filme na TV e não conseguir escutar nada, ver seu filho levar o colchão para cozinha para poder dormir, pois tem aula no outro dia cedo e não consegue dormir. É insuportável, uma falta de respeito terrível, acho que o MP demorou para tomar essa decisão. Não tenho nada contra musica ao vivo, adoro e frequento bares assim, mas os locais tem que se adequar sim, isso significa respeito, isso sim é ser uma cidade desenvolvida.
 
Ana Carolina Pádua em 16/08/2013 16:13:33
Moro em Cuiaba-Mt e sem nenhum bairrismo sempre estou vendo o site do campo grande news e estou de novo colocando a minha opinião de bom frequentador da noite apesar dos meus 61 anos vejo que muita coisa mudou pois quase morei em Campo Grande tenho grandes amigos e amigas que residem ai, mas todas vezes em que entro neste site sempre tem esse tipo de reclamação ainda acho que é um retrocesso de gestão municipal ou estadual ou mesmo do MP. Não sei o que acontece Cuiabá cada semana inaugura uma casa teve o el pancho uma casa mexicana, com musica ao vivo , um pub irlandês com rockl rool antigo musica ao vivo, o bohemia, que abriu esta semana na famosa praça popular rodeada de barzinhos e um local de edificios da classe economica mais abastada porque funciona? continuo depois
 
cidão marques em 16/08/2013 16:07:11
Quem quer se divertir, que pague o preço do investimento do empreendedor, que gastou em isolamento acústico. Os "descolados" que acusam os outros de chatos precisam lembrar que realmente a cidade cresceu, daí não ter mais lugar para baderna e gritaria no meio da rua e da noite, como se estivéssemos ainda em uma fazenda. Enquanto alguns querem azucrinar ou outros com barulho, encher a cara e sair dirigindo por aí - o que acontece, sim - outros preferem ficar em suas casas, sem incomodar ninguém.
 
André Soares Lima em 16/08/2013 15:54:41
Acredito que os bares com musica ao vivo , têm que se adequar para evitar que o barulho incomode as pessoas que moram próximas. Todos têm direito de divertirem,mas respeitando quem precisa de descanso.
 
joaquim cunha em 16/08/2013 15:26:18
A cidade cresceu;O barulho é normal.Acontece que tem pessoas que reclamam porque não gostam de músicas, de encontros com amigos. Acho que tudo tem que ser na lei, tudo tem limite. Não pode ser radical assim.
 
joelcy castilho em 16/08/2013 13:39:14
Deveria ter um local em CG parecido com a Batel, em Curitiba, onde se aglomeram a maioria das casas noturnas e bares, e não há incomodo para ninguém...
 
Carlos Souza em 16/08/2013 13:33:20
Marcos Antonio, a culpa da violência não é o Judiciário, que só pode fazer o que a lei manda, lei essa criada pelo Legislativo. A polícia prende e o MP acusa o criminoso, mas a lei obriga todo mundo a fazer cafuné no bandido e força o Juiz a soltá-lo ou aplicar penas pífias, aumentando a sensação de impunidade, o que por sua vez aumenta a criminalidade.

Quer um exemplo, os usuários de droga. Ignorando os que praticam crimes para sustentar o vício, o que eles fazem? Adquirem material ilícito oriundo de ação criminosa. Qual a diferença da receptação? São leis diferentes com objetos diferentes, mas o princípio é o mesmo. O consumidor estimula o criminoso.

E o ECA? O "menino" de 17 anos sabe votar e dirigir, mas não sabe que é errado praticar crimes?

A culpa disso é do MP? Eu acho que não.
 
Guilherme Arakaki em 16/08/2013 13:21:07
Ben Hur pelo visto voce deve ser proprietario de bar, mas então filho, o povo reclama porque os empresarios constroem onde não deve, evite construir barzinho, boate e negocios muito barulhentos e que funcionam após as 21 horas em local residencial, faça seu barzinho lá na 14 de julho, na 13 de maio, de preferencia entre a afonso pena e a candido mariano, a população que trabalha de sol a sol tem que descansar, se um dia voce tiver um filho e depois de conseguir fazer ele dormir, o seu vizinho ligar o som e ele acordar, voce vai me dar razao, tem criança que demora horas para conseguir dormir e depois de todo o sacrificio ele acorda porque os belezas começaram a festa no boteco, acho que tem que ter respeito mútuo.
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 16/08/2013 13:14:43
Temos que ver os dois lados, morar próximo a um local onde não temos descanso não é fácil, porem os bares pode se enquadra na exigência fiscalização, agora morar em uma cidade que não tem cultura, não ha vida também complica, não é toa que a fama dos campo grandense é de pessoas sem culturas e mal humoradas, po tem comentários abaixo que as pessoas estão incomodada com o Fluxo de Carros, rsrsrsrsrs poxa com todo respeito se isso lhe incomoda tanto, vai morar no sitio, ah mais cuidado com o barulho do vento kkkkkkkkk
 
Joelson Santos em 16/08/2013 13:13:20
Todos esses problemas dos "empresários" teriam sido evitados se pensassem na comunidade antes de iniciar seus empreendimentos.

É óbvio que som alto incomoda, principalmente se o sujeito trabalhou ou estudou o dia inteiro e quer repousar à noite. Ou pior, se o indivíduo trabalhou a vida inteira e agora, na velhice, não tem nem o direito ao sossego dentro de seu próprio lar.

Engraçado também que tem gente que nem sabe a estrutura e divisão do MP e sai falando bobagens, como se o MP ambiental pudesse extrapolar suas atribuições.
 
Guilherme Arakaki em 16/08/2013 13:05:11
Os bares devem respeitar a lei do silencio, caso estejam situados em zona residencial, em São Paulo, bairrso tradicionais de barzinhos como Vila Mariana e Madalena, os bares fecham a meia noite, sem choro. A questão não é o bar em si e sim, a musica ao vivo em alto e bom som.
 
sergio correa em 16/08/2013 13:01:47
Engraçado.... as pessoas querem a Cidade desenvolvida , mas sem deixar que ela se desenvolva.
Uma sugestão porque vcs que reclamam tanto e ficam tão nervosos com estes bares não sentam juntos com seus amigos nestes bares e relaxam um pouco vcs estão muito estressados, a vida não é só briga, a vida é linda e tão curta . Fica a dica
 
Ben Hur Salamene em 16/08/2013 11:30:21
EXATAMENTE: “Campo Grande é limitada culturalmente, nem uma biblioteca decente a cidade tem”. CG é uma cidade sem nenhum atrativo cultural, a programação das salas de cinema são uma piada, teatros idem! Quando muito muito vem uma ou outra peça 'rede globo produções', os shows de gente que presta tbém são escassos! Os bares da Afonso Pena são detestáveis! Não tem investimento em cultura! Se não me engano nem Secretaria de Cultura o MS tem!
 
JESSICA MACHADO em 16/08/2013 11:16:24
O mais triste de tudo isso é que o 'trabalho' do MP com a alegação de fiscal da lei apenas acaba com essas casas, deixa tudo mais chato e a violência continua crescendo. Se ao menos tivesse resultado positivo, vá lá, mas nem isso. Os assaltos, assassinatos e demais atos de violência continuam crescendo.
 
Marcos Antonio em 16/08/2013 11:13:17
Aos que reclamam sobre a "chatice", fica a sugestão: mude-se para o lado desses bares, já que a grande maioria se instalou em locais que já eram zonas residenciais antes.

Nada contra o ambiente fechado, tampouco contra as empresas que obedecem a lei e encerram atividades que geram poluição sonora no horário. Agora, não é por causa de alguns que uma ampla maioria tem de sofrer. Tem queixa? Culpa de gestões passadas, que não fizeram um planejamento urbano que contemplasse áreas para lazer noturno na cidade.

Em tempo: moro ao lado da Feira Central da Capital. NUNCA tive problemas nem com aglomeração ou poluição sonora por causa dela. Sempre se respeitou a lei. Já a Bolero Casa de Dança é o inferno da vizinhança, deveria ser fechada pela falta de respeito aos vizinhos devido ao barulho.
 
Humberto Vinicius Marques em 16/08/2013 11:06:30
A cidade cresceu e as pessoas que moram no centro que agora é área comercial se incomoda. Por isso tem gente indo para os bairros residenciais. Morar no centro quando a cidade era pequena agora Campo Grande é uma capital as pessoas vão ter que sair para morar mais afastado do centro.
 
Placida Barros em 16/08/2013 10:56:53
Eu queria saber se Campo Grande fosse sede da Copa do Mundo recebendo
quatro seleções de países diferentes, quatro torcidas das respectivas seleções, eu torceria para ser aqueles países a jogar na nossa cidade com aqueles torcedores
boêmios, beberrões, fanfarrões, tipo Irlandeses, Holandeses, Ingleses, Alemão, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, quem sabe mudaria a cultura da vida noturna desta cidade que esta se transformando no TUMÚLO da vida noturna kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
gil zotelli em 16/08/2013 10:50:41
As poucas opções de diversão realmente estão 'blindadas' por leis que não garantem sossego e muito menos segurança. infelizmente o povo de Campo grande perde muito e fica refém de poucos bares que ousam ser diferentes.
 
fabio lopes em 16/08/2013 10:10:03
Sinceramente, os chatos querem transformar a cidade, que já não tem opções, em um deserto.
 
Rafael Zafalan em 16/08/2013 09:58:58
Querem transformar Campo Grande num asilo, não se pode fazer shows em lugar nenhum, tudo é motivo pra lei do silêncio, já começam a ficar mais escassas ainda as opções de entretenimento, a juventude já não tem pra onde sair, por isso só fazem festa em casa e os bares cada vez mais diminuem.
 
Nicolas Silva em 16/08/2013 07:46:49
Esse Tábua é uma dor de cabeça. Moro ali no Jardim dos Estados, pertinho desse bendito bar. Ali na Antonio Maria Coelho o fluxo de carros é constante e andar pela calçada é impossível pois o bar toma conta de todo passeio e os pedestres tem que passar pela rua, disputando espaço com os carros. Estes dias uma mãe com um carrinho de bebe ficou furiosa ao tentar passar por alí. Pessoalmente já entrei em contato com o pessoal e até agora nada foi resolvido. Até evito passar ali nos finais de tarde para não ficar nervoso com a situação. Só pergunto por onde anda a fiscalização?!
 
Diego Sebastian em 16/08/2013 07:14:13
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