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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

08/05/2014 09:49

Alguns dos maiores colecionadores de videogames do País são campo-grandenses

Edson Godoy
 Cleidson Lima tornou a paixão em negócio e hoje é responsável pelo Campo Grande Game Show. Cleidson Lima tornou a paixão em negócio e hoje é responsável pelo Campo Grande Game Show.

Colecionar coisas é algo meio inerente ao ser humano, basta ver a quantidade de pessoas que se dedicam a esse hobby. O objeto colecionado varia muito, desde selos, latinhas de cerveja, cartões telefônicos... Campo Grande, por exemplo, está cada vez mais em destaque quando o assunto é colecionadores de videogame.

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Isso se deve muito ao evento "Campo Grande Game Show", realizado na cidade desde 2011, por Cleidson Lima, um apaixonado por videogames que decidiu profissionalizar sua paixão e hoje tem o maior evento de games do Centro-Oeste. Uma das suas principais atrações é, justamente, o Museu do Videogame, que começou mostrando 77 consoles e hoje já conta com mais de 200. Uma verdadeira viagem no tempo que vai desde o primeiro videogame lançado, o MagnavoxOdyssey, até os mais modernos Xbox One e Playstation 4.

Tudo começou em 2006, quando Cleidson resolveu resgatar a paixão que tinha por games e decidiu começar a adquirir os consoles que jogou durante a infância. A partir daí não parou mais, sempre adquirindo aparelhos diferentes, chegando ao patamar de hoje. Inclusive a grande maioria dos consoles utilizados por Cleidson no Museu do Videogame são de sua coleção particular.

Patrick é colecionador desde 2009 e dono da loja Retro Gamers.Patrick é colecionador desde 2009 e dono da loja Retro Gamers.

Outro colecionador campo-grandense que se destaca é Patrick Weiller. Colecionador desde 2009, Patrick possui hoje 35 consoles e cerca de 300 jogos. Ele prioriza adquirir todos aqueles jogos que marcaram sua infância, bem como os principais jogos que marcaram a história dos videogames como,por exemplo,os jogos da série Metal Gear, o qual é fã número 1.

Assim como Cleidson, Patrick também resolveu profissionalizar sua paixão e abriu em 2013 aqui em Campo Grande a loja Retro Gamers, comercializando todos os tipos de aparelhos e jogos, desde os mais antigos até os últimos lançamentos do mercado. Com a loja, Patrick busca sempre transmitir a seus clientes sua paixão com os games, “de gamer para gamer”, diz ele.

Outro colecionador campo-grandense é este colunista. Comecei a colecionar games em 2000 e não parei mais. Hoje minha coleção conta com 63 consoles e mais de 4 mil jogos. Tenho inclusive um site que montei no início da minha vida de colecionador que mantenho até hoje, com a mesma cara “oldschool” inclusive. Clique aqui para vê-lo.

Meu foco principal sempre foram os jogos. Quando criança me fascinava olhar as imagens e artes nas caixinhas dos jogos e acredito que esse tenha sido o motivo principal pelo qual foquei minha paixão neles. Nada como admirar os jogos completinhos (com caixa e manual) na prateleira. Mas melhor que isso é jogar, né? Por essa razão jogo com frequência e procuro utilizar todos os meus aparelhos.

Aliás, essa é uma dica muito importante para todos os colecionadores: os consoles, por serem produtos eletrônicos, necessitam ser utilizados, pois possuem componentes que necessitam de corrente elétrica para manter sua conservação. Outro cuidado importante a ser observado é evitar o calor excessivo, poeira e umidade, que são inimigos do bom funcionamento e da conservação de consoles e jogos.

Investimento - Apesar de começar como uma brincadeira, colecionar videogames está se tornando cada vez mais uma coisa séria, pois se verifica o crescente interesse por esse tipo de coleção. Consequentemente os preços dos aparelhos antigos sobem em razão da demanda e isso acabou criando um mercado específico. Hoje em sites nacionais são encontrados videogames das mais diversas épocas, mas a maioria com preços altos.

Muitos deles, apesar do preço, possuem estado de conservação ruim, muito em razão do mau hábito do brasileiro em geral de não cuidar muito bem de seus jogos.

Por essas e outras razões, o colecionador de videogame inevitavelmente tem que recorrer a sites de compras internacionais para poder adquirir itens interessantes e em bom estado de conservação para suas coleções, devendo atentar-se aos impostos que são devidos nesse tipo de operação (60% sobre o valor da mercadoria acrescido do valor do frete).

Vê-se que é um hobby que vem ficando cada vez mais “caro”, mas garanto ser muito prazeroso. Nada como relaxar depois de um dia estressante de trabalho com uma boa jogatina de videogame.




Parabens pela matéria, Edson entrei no seu site, voce tem bastante coisa, o que me deixou mais feliz em ver e me remeteu a minha infancia foi seu River Raid, eu passava dias jogando as vezes uma só partida, ia dormir e deixava o controle em um canto para ninguem relar nele pois como voce sabe ao morrer ou passar de fase o aviãozinho ficava imóvel na proxima fase e o jogo só começava se voce mexesse no controle ou apertasse o botão de tiro, quando alguem esbarrava e eu perdia uma vida era terrível, outro jogo que eu ia muito bem era o Frosbite que todo mundo chama de Gelinho, bons tempos, bons jogos.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 08/05/2014 12:17:57
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