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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

20/08/2013 07:40

“Churrasquinho de Wagyu?" Carne de luxo do Japão tem versão mais barata em MS

Ângela Kempfer
Churrasquinho de carne do Japão.Churrasquinho de carne do Japão.

O tempero não muda muito em comparação ao gosto clássico, só tem um pouco mais de pimenta. Mas a primeira mordida no churrasquinho indica que a propaganda pode ser verdadeira.

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O contra filé de gado da raça Wagyu é bem menos fibroso, mais macio, e olha que experimentei a versão sul-mato-grossense que nem é a 100% japonesa e sim o resultado de uma mistura de raças.

“Wa” de Japão, “gyu” de gado e a carne ganha um nome tão diferente quanto o preço em relação aos outros cortes o Brasil. A peça de contrafilé inteira da raça pura, por exemplo, é vendida por R$ 4,4 mil, são R$ 558 por quilo.

Mas em Mato Grosso do Sul, para um simples mortal também ter acesso e o produtor conseguir vender, a mistura da raça com o nelore e o manejo no pasto, baratearam os custos.

Com a estratégia, o quilo de cortes como a picanha, pode ser comprado por R$ 52,00. Apesar disso, continua bem mais que o dobro do valor da carne convencional, que custa entre R$ 20,00 e R$ 25,00.

Na fazenda da família Hisaeda, em Terenos, a diferença primordial é que as cerca de 6 mil cabeças de gado comem capim e não se alimentam apenas de ração, como fazem tradicionalmente os japoneses.

No oriente e em algumas fazendas brasileiras, criar o gado Wagyu acaba custando uma fortuna. Reza a lenda que o gado que teve origem na região de Kobe só come grãos e passa o dia ouvindo música e recebendo massagens para que a gordura seja bem distribuída, tudo para garantir a maciez da carne.

Para o criador que leva tudo ao pé da letra, até o marmoreio - quantidade de gordura entre as fibras - é medido com ultrassonografia. Até a picanha, segundo os japoneses tem uma gordura diferente, “marmorizada”, por conta do passado de mordomias do Wagyu.

Os sêmens que chegaram a fazenda Hisaeda vieram do Japão há 15 anos, carregados da genética da mordomia. Mas aqui houve o cruzamento com o nelore. "Hoje sou o único criador desse tipo de Wagyu, também só eu vendo aqui. É difícil alguém se interessar porque dá muito trabalho", diz o pecuarista e empresário Toshio Hisaeda.

Aqui em Campo Grande, a carne Wagyu Nelore está no cardápio do Restaurante Dona Maria, na Ernesto Geisel e também em dois açougues da cidade: o Xangai, na rua Pernambuco, e o Boi Gordo, na 14 de Julho.

“Não interessa o preço para quem conhece. Quem gosta, vem comprar porque tem gosto de carne mesmo", garante o senhor Toshio.




Comi, mas confesso, com receio. gosto mesmo é de capa do cochão mole (gordo, de jaraguá) com três dedos de grossura, e assado na lenha, mas com esse preço, não dá, concorda Javã ?
 
Edson Badé em 20/08/2013 23:48:54
carne maravilhosa e macia , mas tem pessoas que nao sabe apreciar o que e bom
 
willian silva em 20/08/2013 22:30:25
Fomos varias vezes ao restaurante do Sr Toshio e sempre fomos muito bem atendidos e a carne do wagyu realmente é especial.......o marmoreio parece muito com o das raças europeias mas, o sabor é diferente, inconfundível......quanto ao sistema que foi adotado onde cada um se serve, numa conversa com o Sr Toshio ele nos confessou que gostaria que todos seus amigos (clientes) se sentissem totalmente a vontade....acho muito válido e respeito a sua forma de trabalho....... Parabéns Sr Toshio Hisaeda.....parabéns pelo seu empreendedorismo e esforço pessoal....parabéns Família Boi Gordo
 
Leco Peres e Família em 20/08/2013 21:09:27
Toshio Hisaeda é um homem batalhador e uma grande empreendedor a carne do wagyu nelore é sem comparação, para quem gosta de um bom churrasco não vai se arrepender de gastar um pouco mais, detalhe para o restaurante é que a forma de trabalho é bem diferente do tradicional feito aqui no Brasil. Primeiro a comida e vendida por quilo, segundo que não tem garçom você mesmo vai se servindo. Para alguns isso é estranho mais é muito normal este tipo de serviço fora do nosso país.
 
Paulo Massuda em 20/08/2013 16:35:35
Eu experimentei na Festa do Ovo de Terenos (que não tinha nada de ovo). A carne tem gosto de amaciante, igual o espetinho da esquina, é sem-graça e emborrachada. Não recomendo, pois não chega nem aos pés do nosso tradicional churrasco pantaneiro.
 
Fernando Valencia em 20/08/2013 16:04:51
Em aquidauana também tem produção da raça que é vendida em SP.
 
Alex Mello em 20/08/2013 15:32:08
Adorei o local, porém não experimentei o cardápio não, comi só carne mesmo. KKKKKKK
 
Suzi da Costa em 20/08/2013 15:19:40
Nunca comi carne tão macia, uma delícia!
 
Faguianer Lara em 20/08/2013 13:21:08
vamos conhecer né?
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 20/08/2013 12:29:16
Conheci o restaurante do Toshio no ano passado,mas sinceramente não gostei,fui duas vezes, e na primeira qdo recém tinham inaugurado, achei o cardápio bem diferenciado com alguns pratos que não tem em alguns restaurantes japoneses da cidade... porém ficou pecando em alguns detalhes,mas como estava começando,até tolerei... Passado alguns meses retornei c/meu irmão que estava visitando a cidade e queria conhecer o local... pra minha decepção o serviço não tinha melhorado e o cardápio continuava naquelas pastas que outrora eu usava na minha época de infância no ensino médio,bem amador mesmo... não sei se melhoraram,e até questionei o próprio dono... nunca mais voltei... não adianta ter um bom produto,se não sabem trabalhar ...
 
Sergio Hideo Molicawa em 20/08/2013 11:37:17
Restaurante Dotoshio e Casa de Carne Boi Gordo localizam-se à rua 14 de Julho, 3472/3460, Vila São Tome ( próximos a feira central)
 
Elisangela Caixeta em 20/08/2013 11:22:40
Nossa é bem diferente mas deu até água na boca...qual é o endereço??
 
Ane l. F.dos S em 20/08/2013 10:14:50
Eles também servem um Filet Mignon, na chapa, com alho e manteiga, que é maravilho...
 
Marco Aurélio em 20/08/2013 08:08:28
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