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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

23/06/2016 07:30

No Monte Líbano, mãe e filho abrem casa de caldos com receita mineira a R$ 13,00

Thailla Torres
O prato quente será servido durante todo o ano com sabores que chega dar água na boca. (Fotos: Alcides Neto) O prato quente será servido durante todo o ano com sabores que chega dar água na boca. (Fotos: Alcides Neto)

Geralmente é com a chegada do inverno que a maioria pensa em tomar um caldinho para se aquecer. Mas acostumada a servir o prato para os amigos e a família durante todo o ano, Leila de Oliveira Saffe resolveu colocar a mão na massa e abrir o restaurante Caldos do Campo, com aromas e sabores naturais durante todas as estações do ano.

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Aos 49 anos, Leila é acadêmica de Nutrição e ao lado do filho Luis Fernando encarou o negócio há três meses. O desejo de lucrar com o dom de cozinhar já é antigo, mas só após muito incentivo dos amigos é que o lugar abriu as portas. "Eu sempre gostei de cozinhar e sempre tivemos o costume de tomar caldo, independente do frio. Aqui são poucos os lugares que servem, por isso, a gente veio com a ideia de incentivar esse costume", comenta.

O filho fica no atendimento, enquanto a mãe prepara os sabores. O serviço começa logo cedo, preparando bolo, chipa, sopa paraguaia e broa e milho para incrementar o cardápio. 

Broa de milho com goiabada ou chocolate. Broa de milho com goiabada ou chocolate.
Bolo de milho feito com açúcar mascavo. Bolo de milho feito com açúcar mascavo.

E os preços também chamam atenção pela economia. O caldo de feijão, por exemplo, sai por apenas R$ 10,00 a porção com 500 ml. Pelo mesmo preço, é possível saborear o Puchero que logo na chegada já é possível sentir o aroma. Delicioso também parece ser o caldo de abóbora cabotia, feito com carne seca, servido com torradas por R$ 13,00.

O diferencial fica por conta do caldo Pela Égua, consumido bastante durante as festas juninas, mas será servido o ano todo no restaurante. A receita tem canjiquinha amarela e um sabor reforçado de carne de porco. Feito com costela defumada, bacon, cheiro verde e tomate, o prato é servido bem quente e também custa R$ 13,00. 

A ideia de colocar o sabor no cardápio veio de uma tia que visitou o Nordeste. "Ela foi em uma viagem e adorou o sabor, me ligou dizendo que eu poderia fazer que seria sucesso aqui na cidade", comenta.

No entanto, a origem é mineira. Dependendo do lugar, alguns ingredientes acabam mudando de uma cidade para a outra. No caso do Nordeste, é feito com canjiquinha, mas tem região que prefere a quirera.

Puchero tem um aroma delicioso. (Foto: Alcides Neto)Puchero tem um aroma delicioso. (Foto: Alcides Neto)

Além de sucos e refrigerantes, são vendidos bolo de milho com açúcar mascavo e farinha integral por R$ 4,00 a fatia. Já a sopa paraguaia e a broa de milho com goiabada ou chocolate custam R$ 3,00 a unidade. E a chipa sai por R$ 2,00.

A decoração rústica lembra um pouco as cozinhas do campo para que todos sintam-se em casa. "Eu gosto dessa decoração parecida com a casa da mãe ou da avó, dá uma sensação boa e combina bastante com a caseirinha que a gente serve", finaliza.

O Caldos do Campo abre de segunda a sábado, das 19h as 23h. Fica na Rua Sebastião Lima, 970, Bairro Monte Líbano. Por enquanto o local só aceita dinheiro e não realiza entregas. O telefone para contato é (67) 99896-2839.

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O local é simples, mas bem aconchegante. Abre das 19h as 23h de segunda a sábado. (Foto: Alcides Neto)O local é simples, mas bem aconchegante. Abre das 19h as 23h de segunda a sábado. (Foto: Alcides Neto)



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