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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

05/12/2012 19:31

Empresa será multada pela segunda vez por abandonar tonéis de piche na BR-262

Nícholas Vasconcelos e Viviane Oliveira
Tonéis de piche e betume foram abandonados na BR-262. (Foto: Divulgação)Tonéis de piche e betume foram abandonados na BR-262. (Foto: Divulgação)
Material usado para fabricação de asfalto foi retirado pelo Dnit. (Foto: Divulgação)Material usado para fabricação de asfalto foi retirado pelo Dnit. (Foto: Divulgação)

Uma empreiteira de Belo Horizonte (MG) vai ser multada pela segunda vez em menos de dois meses por abandonar oito tonéis de piche e betume às margens da BR-262 em Miranda, a 201 quilômetros da Capital. A empresa, contratada para executar uma obra na rodovia, abandonou os reservatórios no local depois de decretar falência.

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O material usado para fabricação de asfalto esquenta e vaza dos tonéis durante o dia e a noite se condensa, criando uma camada que prende os animais. No local é possível ver quatro lagartos, uma cobra e caranguejo que ficaram presos nos produtos.

O motorista Erci Caxias, 64 anos, contou que seguia para Corumbá quando parou e viu o crime ambiental. “Foi uma revolta muito grande, o Pantanal é patrimônio de todos nós”, desabafou.

Em setembro a empreiteira foi multada em R$ 50 mil pela PMA (Polícia Militar Ambiental) e uma nova multa deve ser aplicada pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

Hoje equipes do Imasul e da Comissão Estadual de Produtos Perigosos vistoriaram a área afetada no trecho da rodovia, que fica a 85 quilômetros de Miranda.

Segundo o major César Freitas Duarte, da PMA, explicou a empresa foi obrigada a retirar o piche, mas não realizou a limpeza e que na época não havia vazamento. “A área afetada é de três mil metros quadrados, o que corresponde a três campos de futebol”, explicou.

Freitas explicou que o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) foi comunicado e removeu o produto nesta terça-feira com o auxilio de uma pá carregadeira.




Faltou eficiencia dos agentes fiscalizador,assuntos ambientais são serios, se havia vazamento, foi multado, não havia um responsável tecnico, a empresa faliu.Porque não removeram tantos os tanques e o produto derramado e preciso andar na frente,faltou prevenção,cuidado, boa vontade.E necessário fiscalizar mais estes serviços pedir apoio a sociedade,estimular que faça denuncias.
 
Edjalma Fossati Chaves em 05/12/2012 23:24:35
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