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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

17/12/2014 12:28

Preocupado com doenças, morador reclama de casa que virou lixão

Viviane Oliveira
O inquilino se mudou, mas deixou a sujeira na casa.(Foto: Marcos Ermínio) O inquilino se mudou, mas deixou a sujeira na casa.(Foto: Marcos Ermínio)
A casa sempre foi motivo de reclamação devido a sujeira, conforme os vizinhos. (Foto: Marcos Ermínio) A casa sempre foi motivo de reclamação devido a sujeira, conforme os vizinhos. (Foto: Marcos Ermínio)

Preocupados com doenças como a dengue e a febre chikunguya, os moradores da Rua Pedro Balduíno de Silva, no Bairro Coophasul, em Campo Grande, reclamam de casa que virou um verdadeiro lixão. Em um dos cômodos da residência tem até um formigueiro que tomou conta do quarto. O proprietário, que alugava o imóvel até poucos dias, se comprometeu a fazer a limpeza em até três dias.

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Ele contou que alugou a casa por dois anos e o inquilino se mudou há pouco mais de uma semana e deixou o local totalmente sujo. “O casal que morava aqui saiu devendo aluguel, água, luz e ainda de quebra deixou muita sujeira na casa”, reclama, dizendo que além do prejuízo financeiro vai ter que fazer a limpeza para não ser multado.

A casa sempre chamou a atenção da vizinhança pela sujeira e mau cheiro. A agente de saúde do bairro recebeu inúmeras reclamações, mas não podia entrar na residência, porque a moradora tinha um termo de recusa de visita. “A gente tenta conversar com a pessoa e resolver a situação da melhor forma possível, mas com os antigos moradores não tinha acordo”, diz a agente de saúde.

Depois que o casal desocupou o imóvel, a funcionária da Prefeitura procurou o dono, que se comprometeu a fazer a limpeza o mais rápido possível. “Os moradores ligaram até para o posto de saúde da região informando sobre o problema. "A gente tem criança em casa e teme qualquer tipo de doença que pode ser causada pelo lixo”, diz outra vizinha da casa problema. 

A sujeira e água parada contribui para a proliferação do mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya, o Aedes Aegypti. Os entrevistados pela reportagem não quiseram se identificar, para evitar confusão.

Tanto os terrenos quanto as casas devem ser mantidos limpos, capinados, drenados e calçados. O proprietário que não cumprir será notificado e recebe um prazo para regularizar a situação. Se o terreno não for limpo o dono pode receber uma multa que varia de R$ 1.624 a R$ 6.498.




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