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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

30/10/2016 09:18

Eleitora aproveita votação para lucrar o dobro com comércio informal

Leonardo Rocha e Yarima Mecchi
Eleitora vende água de coco na frente da escola e vai votar no local, no final da tarde (Foto: Fernando Antunes)Eleitora vende água de coco na frente da escola e vai votar no local, no final da tarde (Foto: Fernando Antunes)
Movimento na Escola Estadual Célia Maria Náglis, segue tranquilo, sem registro de ocorrências (Foto: Fernando Antunes)Movimento na Escola Estadual Célia Maria Náglis, segue tranquilo, sem registro de ocorrências (Foto: Fernando Antunes)

A votação na Escola Estadual Célia Maria Naglis, que fica na região das Moreninhas, segue tranquila, sem filas ou registro de ocorrências, neste inicio de votação. Alguns eleitores destacam que só foram as urnas, porque a eleição é obrigatória, enquanto outros aproveitam para lucrar, com o comércio informal.

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A eleitora Vilany Maria de Souza, de 54 anos, vota no local e aproveitou esta oportunidade para também vender água de coco, aproveitando o movimento durante todo o dia. "Já faço esta atividade há dez anos no centro da cidade, onde lucro por volta de R$ 80,00 a R$ 120,00 por dia, no primeiro turno consegui R$ 200,00 aqui, praticamente o dobro".

Ela ressaltou que apesar do movimento tranquilo, as vendas começaram bem pela manhã e espera que siga assim ao longo do dia. "Venho cedo para escola, aproveito todo o movimento e só voto no final da tarde, para não atrapalhar o negócio".Vilaryn aproveita a chegada das pessoas, para fazer a propaganda do seu produto.

Já Midian da Silva Rodrigues, 32, foi votar acompanhada pelo marido e duas filhas, de 4 e 12 anos de idade. "Tenho que trazê-las porque não tem com quem deixar, quando eram ainda menores me seguiam até a urna (eletrônica), agora ficam esperando na porta da sala. Voto logo de manhã para livrar da eleição e só venho porque é obrigatório".

Ela ponderou que o movimento está tranquilo na escola, sem filas de espera para votar. Já no primeiro turno lembrou que a situação foi diferente, já que teve que esperar 30 minutos para chegar até a urna eletrônica. "Hoje está bem mais calmo". Com dois policiais fazendo a vigilância, até o momento não foi registrado nenhum problema ou ocorrência.




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