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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

13/02/2013 17:51

Carro tomba em acidente com caminhão do Exército e trânsito fica tumultuado

Nícholas Vasconcelos e Helton Verão
Caminhão do Exército atingiu carro Fiesta, que por sua vez colidiu contra Gol que tombou. (Foto: João Garrigó)Caminhão do Exército atingiu carro Fiesta, que por sua vez colidiu contra Gol que tombou. (Foto: João Garrigó)
Apesar do susto, idosa não se feriu em acidente na Afonso Pena. (Foto: João Garrigó)Apesar do susto, idosa não se feriu em acidente na Afonso Pena. (Foto: João Garrigó)

Um acidente envolvendo um caminhão do Exército fez um VW Gol tombar na tarde hoje na avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Apesar do impacto, ninguém ficou ferido. O veículo militar seguia pela avenida no sentido Centro - Parque dos Poderes na pista do meio quando na altura da rua Padre João Crippa invadiu a faixa da direita onde seguia um Ford Fiesta, conduzido por Otilia Fonseca, 66 anos.

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O caminhão atingiu desde a traseira até o meio do carro de passeio, que por sua vez colidiu com o Gol que estava estacionado em frente ao edifício Las Vegas. Com o impacto, o Gol tombou e derrubou muito combustível na pista, que foi parcialmente interditada.

Nervosa e tremendo muito, a condutora do Fiesta disse que tudo foi muito rápido e não teve como impedir a batida. “O caminhão bateu na minha traseira, na lateral, não sei. Só que bateu e eu não tive como controlar”, explicou enquanto tentava se acalmar. 

Ela disse que mora na rua 15 de Novembro e seguiria pela Afonso Pena até a rua José Antônio. Otília disse que sempre segue pela rua 7 de Setembro, mas que preferiu a Afonso Pena por ter mais rápida.

A avenida permaneceu em meia pista próximo a Padre João Crippa, para que o Corpo de Bombeiros pudesse retirar o combustível que vazou do Gol. Equipes da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito), que acompanhavam a apuração das Escolas de Samba de Campo Grande, estão no local para orientar o trânsito que chegou a ficar tumultuado.

De acordo com o sargento Bandeira, o Exército vai avaliar a perícia do seguro de Otília e vai auxiliar no reparo do carro. O caminhão era conduzido por um soldado da PE (Polícia do Exército), que não foi identificado pelos militares. Até o momento, o proprietário do Gol ainda não foi localizado.




sinto vergonha da ignorancia do exercito nao aperfeicoar seus motoristas pois e proibido transito de caminhao no centro da cidade tem seus horarios de transito livre de seus bom exemplos falhas aconteseu que isso nunca mais se repita se tiver bom senso profissional:
 
jose gomes em 14/02/2013 23:40:42
Alias, outro detalhe... o caminhão ostenta o texto "policia do exercito", mas falta uma placa. Achei que placa era obrigatória para qualquer veiculo rodando em via publica. Inclusive para veiculos oficiais (neste caso, deve ser uma placa com só "Brasil", em vez de UF e cidade). Como que é que a policia (do exercito) ignora uma lei federal?
 
Marcos da Silva em 14/02/2013 12:44:22
TENHO UM COMERCIO NA AV BANDEIRANTES E JÁ PRESENCIEI UM CAMINHAO IGUAL A ESSE EM ALTA VEOCIDADE POR AQUI....COMO QUE VAI CONSEGUIR PARAR....
 
MILTON DE OLIVEIRA FERREIRA em 14/02/2013 08:42:31
caminhão de exército?, um caos p o trânsito, motoristas militares barbeiros mesmos, andam em alta velocidade e pior não tem freio, e agora? não acontece nada.
 
jose dias em 14/02/2013 07:27:31
O foto mostra claramente um problema grave das avenidas em Campo Grande: as faixas são mais estreitas que veiculos grandes (observe as marcações da policia, em branco). Em vez de aproveitar a retirada das vagas de estacionamento para alargar pelo menos a faixa de direito para 3,5 metros (norma ABNT para faixa com transito de veiculos pesados) deixaram como era. O resultado: encontrando um onibus ou caminhão, de repente a via tem so 2 faixas em vez de 3. Sempre tem algum veiculo espremido ou como neste caso: um caminhão deve parar não somente quando o fluxo na faixa dele para, mas também quando um veiculo em uma faixa lateral reduz a velocidade.
 
Marcos da Silva em 14/02/2013 01:30:42
Sera que o condutor do veiculo militar tinha ao menos CNH(carteira nacional de habilitação)?
 
Fernando Barros em 13/02/2013 20:31:12
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