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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

11/02/2013 09:04

"Foi fatalidade", diz advogada de preso por morte de jovem em táxi

Paula Maciulevicius e Viviane Oliveira
O táxi estava com dois passageiros e foi arremessado contra o muro da Secretaria Municipal de Saúde. O ocupante do banco de trás, José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos, morreu na hora. (Foto: Simão Nogueira)O táxi estava com dois passageiros e foi arremessado contra o muro da Secretaria Municipal de Saúde. O ocupante do banco de trás, José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos, morreu na hora. (Foto: Simão Nogueira)

A defesa do administrador de fazenda, Diogo Machado Teixeira, 36 anos, atribui a uma fatalidade o acidente que matou o passageiro de um táxi na madrugada desta segunda-feira, no cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua Bahia, em Campo Grande.

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Diogo dirigia uma L200 quando furou o sinal e atingiu o táxi. O veículo que estava com dois passageiros foi arremessado contra o muro da Secretaria Municipal de Saúde e o ocupante do banco de trás, José Pedro Alves da Silva Júnior, 22 anos, morreu na hora.

“O sinal fechou e ele não viu e cruzou. Foi uma fatalidade em um momento de distração”, alega a advogada Eliane Potrich.

Ela nega que Diogo tivesse ingerido bebida alcoólica e mesmo com o teste do bafômetro constatando 0,59 mg/l, a advogada discordou dizendo que improcede a informação.

Advogada Eliane Potrich nega que o cliente tivesse ingerido bebida alcoólica mesmo com o teste do bafômetro constatando 0,59 mg/l. (Foto: Simão Nogueira)Advogada Eliane Potrich nega que o cliente tivesse ingerido bebida alcoólica mesmo com o teste do bafômetro constatando 0,59 mg/l. (Foto: Simão Nogueira)

Segundo a defesa, Diogo havia saído da Valley, onde ficou por 30 minutos e seguia para o Burger King, também na avenida Afonso Pena. A advogada sustenta que o motorista foi conectar o celular no carregador para telefonar para a mãe e por isso não viu que o semáforo fechou.

“Ele foi pegar o celular para ligar para a mãe, porque ele tem uma ligação muito forte com ela. O sinal fechou, ele não viu e cruzou”, completa.

Diogo permanece preso em flagrante e vai responder por homicídio doloso com dolo eventual por ter assumido o risco de matar, dirigir sob efeito de álcool e lesão corporal dolosa em relação ao motorista do táxi Sebastião Mendes da Rocha, 51 anos e outro passageiro, Ramon Rudney Tenório Souza e Silva, 21 anos, que foram levados em estado grave para a Santa Casa.

A advogada disse também que vai entrar com o pedido de habeas corpus ainda hoje. Eliane Potrich afirmou que o motorista não tentou fugir do acidente e prestou socorro. “A Polícia chegou rapidamente e elel permaneceu o tempo todo no local”.

José Pedro e Ramon vieram da cidade de Afogados de Ingazeira, no Pernambuco e estavam há oito dias na Capital, trabalhando na construção do shopping Bosque dos Ipês.




Essa advogada, só ta defendendo um criminoso por que não foi o filho dela que estava no táxi, se tivesse sido algum membro da família eu tenho a plena certeza de que ela não estaria defendendo um delinquente desses, todo mundo sabe que bebida e direção não combinam.
 
Fabiano Lima em 12/02/2013 11:16:13
É verdade todos merecem defesa..mas senhora alegar não ingestão de bebida, usar celular p falar com mãe...a senhora quer tornar esse infeliz um santo filho...defenda, mas com dignidade; um cidadão trabalhando; outro que ia p casa; velocidade baixa e um outro irresponsável fazendo da via uma pista de corrida, bebado, usando o celular, seguindo de outro que estava nas mesmas condições.- fato - senhora; o irresponsável matou uma pessoa e deixou duas no hospital; porque ele resolveu fazer do seu veículo uma arma.FATALIDADE: Destino inevitável: a fatalidade opõe-se à liberdade.Consequência inarredável, desastrosa de algum acontecimento: a fatalidade da morte-NÃO É O CASO.Espero que a senhora tenha consciência, e defenda seu cliente com justiça para os dois lados, ou seja,que ele assuma os erros
 
marcia silva em 12/02/2013 10:10:41
Se o teste do bafômetro deu como resultado que o sujeito teria ingerido bebida alcoólica, e a advogada disse que "improcede", só gostaria de saber dela o q ele ingeriu pois "data maxima venia" doutora esse argumento tbem improcede. É a mesma coisa de um teste no sangue der q eu tomei suco de maracuja e eu disser q improcede. A única tese defensiva neste caso q ao menos reduziria a pena do sujeito é a sua embriaguez ter sido acidental por força maior que é quando o agente é obrigado a ingerir a substância. Hipótese descartada é a sua embriaguez ter sido fruto de embriaguez acidental por caso fortuito que é quando o agente desconhece o efeito inebriante da substância, o que é impossível para um marmanjo de 36 anos não saber os efeitos do álcool. Ir contra o bafômetro é conversa p boi dormir
 
david trajano em 12/02/2013 03:27:21
nem advogado do diabo vai te livrar dessa pode crer gente!!!...
 
shirley silva em 11/02/2013 21:28:00
Com certeza ele estava fazendo racha, esse carro preto não iria mudar de rumo sem mais ou menos. Ele tem que morrer na cadeia pq pessoas inoscentes não podem pagar pelo preço de pessoas irresponsaveis... Mais uma vitima por causa de bebida e transito.
 
Lyára Santos Rodrigues Dantas em 11/02/2013 19:43:21
Discordo das agressões injustas, direcionadas à pessoa da advogada, que está apenas fazendo seu papel de defender quem necessita de defesa. Direito, este, assegurado pela Constituição.

No entanto, algo que aprendi: nenhuma tragédia acontece por acaso!!! Vejamos o incêndio em Santa Maria/RS... até onde se sabe, autoridades foram negligentes; empresários foram omissos e incautos; etc e tec.

TODO MUNDO sabe que naquele perímetro, encontram-se ao menos meia-dúzia de casas noturnas; e que são locais onde jovens frequentam para paquerarem e se exibirem!!! E aí, a pergunta que não cala: por quais motivos QUASE NUNCA SÃO FEITAS BLITZES nas imediações?

O poder público deveria ser responsabilizado pela sua OMISSÃO em não fiscalizar e aplicar: LEI EXISTE, falta cumpri-la!!!
 
Teamajormar Almeida em 11/02/2013 15:57:43
Com certeza, mesmo que tivesse pegando o celular para ligar para a mãe, (o que considero ficticio), o estrago feito nos veiculos, diz que a velocidade era alta, com certeza, se fosse responsável, estaria numa velocidade menor e poderia até bater no taxi, mas não tiraria a vida de nehuma pessoa. Quero ver pegar uma moto, sair em velocidade alta e ainda pegar o celular para ligar para a mãe, mas não, estava de camioneta, veiculo que possui o dobro da segurança de um siena, principamente pelo porte. Pelo que sei, no transito, o maior é responsável pelo menor.
 
maurilio jose da silva em 11/02/2013 12:47:35
PARABENS, DR. ELIANE, DEMONSTRA ATITUDE FIEL E DEFENSIVA DE ADVOGADA, POIS A TODOS É DADO O DIREITO DE AMPLA DEFESA E DEVIDO PROCESSO LEGAL. ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO O ACUSADO É INOCENTE! AOS PARENTES DA VITIMA FALECIDA NOSSAS CONDOLÊNCIAS!
 
LUIZ CARLOS ORMAY em 11/02/2013 12:28:38
Promotor da justiça e advogados das vitimas devem pedir imediatamente bloqueio dos bens do motorista. Pois vai ter que pagar um novo taxi, pagar despesas hospitalares do taxista e passageiro, enterro da vitima, danos ao patrimonio publico, e danos morais para sobreviventes e parentes. E o seguro, em casa de embriaguez, vai pagar nada disso. Depois de pago a conta, espero que ainda vai ter que enfrentar processo por dirigir embriagado. Mesmo se isso dá em nada, se agir rapido, ele deveria perceber na conta bancaria que fez algo errado...
 
Marcos da Silva em 11/02/2013 10:48:07
Acrescentem mais uma infração a este condutor: utilizar o telefone celular na direção de veículo. Dizer que o condutor não ingeriu bebida alcóolica quando o teste acusou o índice de 0,59mg/L e atribuir o acidente a uma "simples fatalidade" é rir na cara de todos, principalmente dos familiares que, neste momento, estão chorando o ente perdido. Será que este rapaz também tinha uma ligação forte com sua mãe? Espero que não seja concedido a habeas corpus e que este rapaz passe o restante do carnaval longe das ruas para não vitimar mais ninguém com suas distrações e sua forte ligação com a mãe....
 
Gladis Caramalac em 11/02/2013 10:46:32
Vamos ver o rigor da Lei seca, o cara bebeu pegou o carro e saiu pelas ruas, sabendo que estava proibido de dirigir porque havia consumido alcool, portanto não é fatalidade coisa alguma a morte do passageiro do táxi foi consequencia da irresponsabilidade do motorista da camionete. A justiça não pode compreender e julgar com dois pesos e duas medidas,conforme a classe social. Esse argumento de fatalidade não deve ser aceito pois não justifica. Vamos ficarmos de olho no desfecho.
 
edilson silva em 11/02/2013 10:43:41
O problema não esta no fato de ingerir bebida alcoolica,pois este habito remonta do começo da humanidade.A grande questão é o comportamento humano da atualidade de pessoas que não tem responsabilidade de beber e dirigir e para esses eu defendo todo RIGOR DA LEI.
 
edmur penedo em 11/02/2013 10:15:27
bebeu, e ao telefone, certinho !
 
joldmar silva em 11/02/2013 09:58:25
ABSURDO, CADEIA NELE"!!!
A LEI É CLARA..TOLERÂNCIA ZERO!!!
 
Rita de Cassia Lopes em 11/02/2013 09:52:44
E ai "JUDICIÁRIO" de MS??? Espero poder confiar na justiça. Lei seca é tolerância "ZERO" e "LEI" é para todos, independente de raça, cor, credo, condição financeira e social.
 
José Luiz Borges em 11/02/2013 09:49:16
E tinha como fugir, carro destruído, bêbado jogou o outro carro quase no pátio da ciaptran. Advogada quer torcer os fatos. Ultrapassou sinal vermelho. 0,59 mg.l de álcool no sangue, um morto e dois feridos no hospital isto são fatos.
 
Higor Almeida em 11/02/2013 09:42:38
Mais um motorista bêbado inocente preso e um uma vítima imprudente morta! É isso mesmo? Tenha Santa Paciência! Boates e barzinhos estão lotado de motorista irresponsáveis bebendo todas! Cadeia neles!
 
Juliano Macedo em 11/02/2013 09:32:02
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