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Campo Grande, Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017

28/05/2013 21:10

Marcelo Tas elogia a forma como Campo Grande trata os pedestres

Nyelder Rodrigues e Anny Malagolini
Apresentador do CQC, Marcelo Tas comentou sobre dificuldade em encontrar novas óticas para relatar acidentes e problemas no trânsito (Foto: João Garrigó)Apresentador do CQC, Marcelo Tas comentou sobre dificuldade em encontrar novas óticas para relatar acidentes e problemas no trânsito (Foto: João Garrigó)

O jornalista e apresentador Marcelo Tas participou nesta noite, em Campo Grande, do encerramento do Seminário de Trânsito para Jornalistas de Mato Grosso do Sul.

O apresentador do programa CQC, da Band, e é um dos apoiadores e divulgadores nacionais da campanha “Não foi Acidente”, movimento contra a embriaguez e outros excessos no trânsito.

Tas conversou com o público sobre a importância da mídia para contribuir na conscientização da população e redução os números de violência no trânsito, seja com mortes ou não, fazendo uma gradativa reeducação.

Conforme dados apresentados na palestra, 40 mil pessoas morrem por ano no trânsito brasileiro, o triplo do total de mortos pelo tsunami que atingiu o Japão há alguns anos. O número causa espanto, e retrata a realidade brasileira.

E o maior foco das discussões envolvendo mídia e trânsito, foi como fazer uma nova abordagem do tema, se desprendendo da rotineira forma como acidentes de trânsito são tratados.

Para Tas, jornalistas – incluindo ele – têm dificuldades de olhar para um acidente trágico de um jeito novo, a partir de uma ótica que fuja da rotina, por mais constantes que sejam esses acidentes. “Isso é um humano”, comentou.

Além disso, o apresentador e jornalista afirmou que ao contrário de São Paulo – onde ele apontou como primitiva a forma a qual a imprensa lida com o assunto, Campo Grande já demonstra um interesse maior em buscar dessa nova ótica.

Ele também aponta que aqui, apesar do processo estar no início, o pedestre é tratado com mais qualidade, e que por isso a cidade segue o rumo certo, oposto ao da capital paulista, onde mora e trabalha.

Quanto a fazer campanhas de conscientização no trânsito usando o humor, Marcelo Tas destaca que assim é possível aproximar os jovens da campanha, um artifício usado por ele e a equipe do CQC.

“Ficamos preocupados, mas a resposta foi boa porque conseguimos sensibilizar as pessoas. Começou com risos, mas depois deu nó no estômago, até conseguimos chegar perto do coração”, disse Tas.

“Não Foi Acidente” – O objetivo da campanha é o de alterar a atual legislação de trânsito, tornando-a menos permissiva e cobrindo as brechas deixadas. Além disso, a campanha luta por mais educação de trânsito e campanhas de conscientização.




Concordo com o Marco Antônio.
 
Cibely Paes em 29/05/2013 15:29:01
Ta certo Flavio Rodrigues, o pedestre tem a preferencia, mas ressalte-se que apenas nas vias onde nao tem semaforo, onde tem, o pedestre tem que aguardar sua vez, e onde nao tem semaforo, ele tem que no minimo sinalizar sua intençao de atravessar a via, nao pode vir do nada atravessando, o pedestre precisa ser mais educado.
 
marco antonio em 29/05/2013 11:49:55
Precisa andar mais nas ruas de Campo Grande......
 
Cristiane Lima em 29/05/2013 11:33:48
Pena que o Tas não vi como os próprios pedestres não se respeitam em Campo Grande. Eles atravessam foram da faixa e cruzam as ruas mesmo como o sinal para pedestre estando vermelho.
Deveria ter dado uma voltinha na 14.
 
André Péricles em 29/05/2013 09:13:43
são em média 40.000 por ano. Essa campanha é de extrema importância, pois se olharmos a fundo acidente não existe no trânsito e sim impunidade!
 
Givaldo Valerio de Lima em 29/05/2013 00:21:50
Bacana a iniciativa. Temos visto, de uns dois anos para cá, uma certa vontade política e dos meios de comunicação na questão da conscientização.
Mas a realidade ainda é medonha: hoje, um atropelamento grave, em plena luz do dia, no Centro da cidade, acometeu a mãe de um amigo, que cruzava em cima da faixa de pedestres (isso mesmo!). Não é preciso estar alcoolizado para cometer um crime de trânsito. As pessoas falam ao celular, digitam no Whatsup, entre outras coisas, enquanto dirigem na maior naturalidade. Vamos, então, sugerir aos políticos o investimento em um transporte alternativo, não-poluente, coletivo e climatizado para Campo Grande???
 
Gabriela da Costa Figueiredo em 28/05/2013 23:32:02
Acredito que o Tas precise passar uma pelo menos uma semana aqui em Campo Grande e com certeza vai ter uma opinião totalmente diferente, sou motociclista, motorista e pedestre assim como todos, mas vejo que os condutores da Cidade Morena são mal educados com os pedestres, se esquecem que os pedestres sempre têm a preferência, um exemplo claro é observar a falta de respeito com as pessoas que atravessam a faixa de segurança em frente ao Shopping Campo Grande na antiga rua Furnas, os condutores na maioria das vezes não param e ameaçam os pedestres, é que o brasileiro, por natureza, gosta de ser um povo mal educado.
 
Flavio Rodrigues em 28/05/2013 22:19:45
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