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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

24/12/2013 13:52

Motoristas apontam falta de agentes de trânsito e excesso de multas no Centro

Zana Zaidan e Viviane Oliveira
Para os motoristas, faltam fiscais e trânsito fica caótico no Centro da cidade (Foto: Cléber Gellio)Para os motoristas, faltam fiscais e trânsito fica caótico no Centro da cidade (Foto: Cléber Gellio)

A falta de fiscais de trânsito da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) é motivo de dor de cabeça e insatisfação para pedestres e motoristas que passam pelo Centro de Campo Grande. Os agentes estão lá, mas, segundo os condutores, priorizam ações punitivas ao invés de orientar.

Outro problema foi que, na manhã de hoje (24), o semáforo para pedestre da rua 14 de Julho com a Barão do Rio Branco - um dos cruzamentos mais movimentados da região central - estava desligado, o que deixou o trânsito ainda mais caótico.

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O engenheiro Elias da Silva, 52 anos, acredita que baseada na experiência dos anos anteriores, a Agetran já poderia ter adotado medidas para reforçar o número de fiscais no período das compras de Natal.

“O trabalho dos fiscais é importante, porque nesta época do ano sabemos que só os semáforos não dão conta. Além disso, a frota de veículos da cidade aumentou muito nos últimos anos, então já deveriam ter encontrado uma forma de solucionar ou pelo menos amenizar o tumulto no Centro. Querendo ou não, com a pessoa do agente na rua, os motoristas ficam mais disciplinados”, opina.

Por outro lado, o diretor do departamento de Fiscalização de Trânsito da Agetran, Gilberto dos Santos, justifica que no final do ano “é impossível o trânsito fluir como nos outros dias. “Com o fluxo de veículos ao mesmo tempo para o mesmo local, não tem como o trânsito fluir da mesma forma”, afirma.

Carro parado no meio da via: sem nenhum fiscal de trânsito, irregularidade atrapalha outros motoristas (Foto: Cléber Gellio)Carro parado no meio da via: sem nenhum fiscal de trânsito, irregularidade atrapalha outros motoristas (Foto: Cléber Gellio)

Fiscais de plantão – Santos explica que os fiscais trabalham em regime de plantão. No Centro, são oito agentes - um deles para coordenar as operações - posicionados em locais estratégicos: no cruzamento das avenidas Calógeras e Afonso Pena e no entorno do Mercadão. Se houver tumulto em outros pontos, os fiscais se deslocam.

“O horário mais crítico é das 9h ao meio-dia. No meio tarde melhora e, entre 16 e 17 horas, volta o movimento”, indica o diretor sobre como evitar os horários de pico.

Multas – Outra queixa dos condutores é o excesso de canetadas. José Leodimar, 45 anos, pede mais orientação ao invés de punição. “Deveria ter mais agentes orientando e não multando. Eles têm costume de já chegar com a caneta na mão. O que falta no Centro é gente para orientar e organizar o trânsito”.

Sobre essa postura, Santos rebate que, além de organizar o trânsito, os agentes também tem a obrigação de fiscalizar. “Eles também estão nas ruas como fiscais. O movimento não justifica que o motorista cometa uma infração de trânsito. Por isso, se eles se deparam com alguma irregularidade, preenchem o auto de infração da mesma forma”, argumenta.




A velha e boa indústria da multa que sempre existiu em campo grande.
 
Teresa Cristina em 24/12/2013 22:20:51
AGETRAN só foi criada para arrecadação.... Não faz se quer a organização do trânsito em pontos que se tornam caóticos nos horários de picos. Só aquele velho "migué" nas rotátorias.... Acidentes e engarrafamentos no centro não se vê nenhum agente para o ordenamento e fluxo do trânsito...Resumindo: AGETRAN=$$$$$$$
 
GLEISON BARROS em 24/12/2013 19:52:55
José Leodimar, o motorista tém orientação como circular em uma via, quando ele faz curso para tirar sua habilitação. Depois tém que levar multa mesmo para tomar vergonha na cara e dirigir com responsabilidade.
 
Eramilto A. Lara. em 24/12/2013 19:38:32
As multas são poucas comparadas aos erros dos vulgos motoristas que temos na cidade, deveriam ter mais multas e mais pesadas(suspensões das carteiras) para coibir a malandragem nas ruas e diminuir os acidentes. Os agentes de trânsito mesmo nas ruas eles não multam e só orientam(até parece que quem esta no volante não sabe que fez errado ou é uma criança de 6 anos!) é só olhar nas saídas das escolas e verificar que nada fazem. Choveu os semáforos já param, mas os fotos sensores continuam na ativa ou seja mesmo você passando na cautela será multado mesmo que o erro seja deles em não instalarem aparelhos que funcionam como os multadores. A culpa é dos motoristas é só andar certo e não será multado!
 
Alexandre de Souza em 24/12/2013 17:35:15
A falta de policiamento no trânsito de Campo Grande é um mal antigo, que se agravou com a chegada do Fim de Ano. A falta de vigilância permite dirigir alcoolizado, a imprudência e o desrespeito às leis de trânsito. Não é por acaso que temos altos índices de acidente na Capital.
 
Alex Silva em 24/12/2013 16:57:49
Para orientar o trânsito não precisa de agente porque as placas já dizem o que pode e o que não pode ser feito. Quanto aos semáforos, são eles sim o melhor modo de controlar um cruzamento. Além disso, está certo a AGETRAN em meter a caneta nos infratores: só assim as pessoas fazem o correto!
 
João Dias em 24/12/2013 16:15:02
Falta de fiscais de trânsito? Ou falta de educação e consciência de alguns motoristas? Será que a solução é encher a cidade de "amarelinhos" ?
 
Gabriel Taniguchi em 24/12/2013 15:45:14
Tem que multar mesmo. Se não sabe seguir a Lei, tem que pagar!
 
Filipe Alberto em 24/12/2013 15:39:46
O QUE EU ACHO ABSURDO É ESTAS LOMBADAS ELETRÔNICAS MARCANDO
30 KM/H EM UMA AVENIDA DE TRÂNSITO RÁPIDO, GERANDO UMA MULTA DE R$ 574,61, COM UMA INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA, ISSO SIM É UMA INDUSTRIA DA MULTA.
 
José Carlos Francischini em 24/12/2013 15:31:08
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