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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

29/10/2014 14:29

Mulher não respeita preferencial e bate em van com 18 presos

Edivaldo Bitencourt e Alan Diógenes
Após colisão, PM E e agentes de trânsito interditaram o   cruzamento (Foto: Alcides Neto)Após colisão, PM E e agentes de trânsito interditaram o cruzamento (Foto: Alcides Neto)

Uma condutora não respeitou a preferencial e colidiu com uma van que transportava 18 presos das delegacias para os presídios na Capital. O acidente causou ferimentos em duas pessoas e ocorreu por volta das 13h40 no cruzamento da Avenida Interlagos com a Rua Ramalho Ortigão, no Bairro Doutor Albuquerque, na saída para São Paulo.

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Segundo as informações de testemunhas, o Corsa Sedan, conduzido por Tânia Dalaz Cintra, 37 anos, colidiu com uma van da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), que trafegava na Avenida Interlagos.

Com a colisão, houve a interdição total do cruzamento. A motorista e um dos 18 presos ficaram feridos. Ela foi encaminhada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Bairro Universitário. O detento, identificado como Cláudio da Conceição, foi socorrido e levado para o Centro Regional de Saúde do Bairro Tiradentes.

A criança de dois anos, que era transportada no automóvel, saiu ilesa da ocorrência. O pai da condutora, o aposentado Abrão Maia Cintra, 74, contou que levou um susto ao tomar conhecimento da ocorrência.

O chefe do setor de transportes da Agepen, Sabino Nery, contou que o veículo levava os homens presos no fim de semana das delegacias para os presídios do Complexo Penitenciário de Campo Grande, localizado no Jardim Noroeste, na saída para Três Lagoas.

Equipes da Polícia Militar, do Batalhão da Polícia de Trânsito e da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) orientam o tráfego no local.




Cabe lembrar, também, que o procedimento de transporte destes presos não estava sendo feito da forma correta, pois, para que esta van cheia de detentos circulasse em segurança dentro da cidade, a mesma deveria estar sendo escoltada por batedores da polícia, afim de se evitar estes tipos transtornos ou outros piores. Se estes batedores estivessem presentes neste transporte de detentos, dificilmente este acidente teria acontecido, já que uma das suas funções é fazer o fechamento dos cruzamentos com antecedência e cuidado, para que o veículo oficial escoltado não tenha interrupções em sua trajetória, podendo atravessar as vias públicas até nos sinais vermelhos. As testemunhas também confirmam que o único carro que acompanhava a van, vinha atrás dela e não na frente.
 
MAYFLORES em 29/10/2014 17:42:35
Boa tarde,
Gostaria que os jornalistas que escreveram o artigo tomassem cuidado com o que escrevem, no intuito de não prejudicar quem estava correto. Há testemunhas (identificadas) que presenciaram o acidente e estas afirmam que o sinal tinha acabado de abrir para a via em que estava a motorista envolvida no acidente e que a van da Agepen deu o alerta da sirene já em cima do carro desta, não deixando-a com tempo hábil para evitar a colisão causada pela van.
 
MAYFLORES em 29/10/2014 17:29:16
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