11/05/2011 12h30
Placar da Vida é inaugurado na Capital marcando seis dias sem mortes no trânsito
Placar faz parte de projeto mundial da ONU para segurança no trânsito
Paula Vitorino
O “Placar da Vida”, indicando quantos dias Campo Grande não registra acidentes de trânsito com vítima fatal, foi inaugurado nesta manhã durante o lançamento do projeto mundial da ONU, “Década de Ação pela Segurança Viária”.
Nesta quarta-feira (11), o placar começa contabilizando seis dias sem vidas perdidas no trânsito. A última morte registrada foi no último dia 5, quando uma vítima morreu na Santa Casa, de acordo com a chefe de divisão de educação da Agetran, Ivanise Rotta.
Inicialmente, o placar foi instalado em pontos turísticos como a Cidade do Trânsito e em frente ao Obelisco. O equipamento também vai ser disponibilizado nos prédios de órgãos de trânsito, saúde e educação.
A proposta da Agetran é ampliar a instalação do “Placar da Vida” para outros pontos da Capital, com grande fluxo de pessoas. Segundo o diretor-presidente da Agência, Rudel Trindade, o objetivo é que o placar alerte os motoristas, pedestres e responsáveis pelo trânsito sobre a perda de vidas nos acidentes.
“Vamos parar de encarar os acidentes como simples estatísticas, mas como uma vida que foi perdida por imprudência”, frisa.
Mudança - Durante as ações do “Década de Ação pela Segurança Viária”, a meta é reduzir 6% dos acidentes com mortes na Capital. Segundo Rudel, Campo Grande ainda está entre as 10 capitais brasileiras com maior número de mortes no trânsito, mas os números têm diminuído, principalmente, em relação a vítimas fatais.
O comandante da Ciptran (Companhia Independente de Policiamento de Trânsito), Alírio Villasanti Romero, destacou que 90% dos acidentes com vítimas graves na Capital são provocados por falha humana.
Ainda segundo o comandante, o excesso de velocidade é uma das principais causas. A Avenida Afonso Pena é apontada como a via com mais números de acidentes, e por isso, as ações da Ciptran estão sendo desempenhadas com maior frequencia no local.
“Nosso trabalho, o foco principal, são os jovens, motociclistas e as ações da Lei Seca. Precisamos conscientizar o condutor sobre suas responsabilidades e essas ações tem esse objetivo”, diz.
Atividades - Para a mudança de comportamento do motorista, os integrantes do GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito), responsável pela aplicação do projeto na Capital, irão desenvolver palestras, cursos e atividades educativas por toda a cidade.
Hoje, a partir das 20h, equipes dos integrantes do GGIT vão realizar uma blitz educativa no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua Rio Grande do Sul. Os agentes irão adesivar os veículos que passarem pelo local e oferecer orientações para contribuir com o trânsito seguro.
Placar é bom, conscientização é essencial...mas o que estamos vendo na nossa querida Campo Grande, são ruas sem sinalização, cheias de buracos... os carros, as motos andam fazendo zigue zague pelas ruas, por falta de sinalização horizontal, nao existem mais faixas nas ruas...por exemplo a Av. Bandeirantes, Av. Ernesto Gheisel e muitas e muitas outras ruas e avenidas da cidade. A Orla Morena na esquina com a Av. Julio de Castilho... abandono total... vergonhoso. Campo Grande é uma capital crescendo assustadoramente, a conscientização deve ser dos governantes e do povo
o transito em campo grande é caotico, motorista que saem das balada bebados e vao para a vias fazaer corridas enfim e uma lastima .
outro ponto crucial e os cruzamentos nos farois , não respeitam a faixa de pedestre. o pedestre tem que fazer malabarismo para se safar, coloquem guardas em cada sinal para fazerem obdecer o pedestre.
o problema se chama educação, começando por quem deveria de exemplo, eu tenho comércio em uma das vias que dá acesso ao DETRAN, e vejo cada barbaridade cometida pelos instrutores das autoescolas, quase sempre com seus alunos nos carros ou motos, ensinando de forma irresponsável, e concoradando com um comentário anterior, a forma atual dos exames para tirar habilitação são uma piada, os alunos só aprender a passar na prova e não a dirigir de forma correta. Educação gente, Educação, não faça com outros o que vc não gosta que façam com vc.
Os números de vitimas fatais não correspondem de fato a realidade, só são contabilizados os mortos no local do acidente, na realidade o número é muito maior e só os hospitais tem a quantidade destes mortos.
Precisamos de investimentos fortes no material humano e constantes operações no combate aos maus usuários das vias, e por fim mudança no CTB com 00 no limite de alcool no sangue, bebida 00.
Me diz uma coisa vai ficar entre 2 e 5 porque quase todos os dis temos fatalidades nessa cidade a verdade e que ninguem respeita ninguem ta todo mundo atrasado e compressa ai vc ja viu ne
Acredito que esse Placar não consiguirá atingir sua meta, pois o que Campo Grande precisa é de conscientização no trânsito, pois os motorista estão muitos abudados não respeitam a sinalização, vão entrando na frente sem ao menos olha, utilizo moto e os poucos acidentes que sofri foi por falta de atenção do outro condutor.
Tomara que com esse placar nos campograndense, venhamos mudar no trânsito.
Temos ser mais educados e conscientes, (mesmo nos momentos de estresse), pois por um minuto podemos perder ou tirar a vida de uma pessoa.
voces deveriam ter vergonha de inaugurar isso ai .......vcs tem é que fazer com que detran aplique com mais rigor testes para liberar uma habilitaçao sendo que muita gente sai do detrans sem ao menos saber dirigir ......os testes que sao feito nao sao suficientes .....é isso ....esse placar ao meu ver é apenas uma forma de dizer que ta fazendo alguma coisa mas na verdade isso ai nao resolve problema ...apenas vai mostrar o caos que ta o transito em campo grande
Muito boa a ideia de sensibilizar a população com esses placares. Entendo que não adianta investir em sinalização e fiscalizaçao se os condutores não tiverem consciencia, paralelamente, das terríveis consequências da violência no trânsito, principalmente se nos referirmos às estatísticas, que refletem o número de familias destruídas com tantas mortes. Na minha opinião, esta é uma força-tarefa que exige a participapção tanto do poder público como da própria população. O problemas é que fomos acostumados a entender a sociedade como um mecanismo assistencialista, onde somente o poder público tem deveres e o cidadão, apenas direitos. Enquanto essa lógica ultrapassada não tiver fim, ainda teremos "cidadãos" que se acham donos das ruas, que não respeitam as leis de trânsito. Este quadro precisa mudar urgentemente.
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