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12/03/2013 13:23

Programa continua após reduzir em 20% mortes no trânsito da Capital

Nadyenka Castro e Mariana Lopes
Morte no trânsito na manhã desta terça-feira: ciclista morreu em colisão com caminhão. (Foto: Marcos Ermínio)Morte no trânsito na manhã desta terça-feira: ciclista morreu em colisão com caminhão. (Foto: Marcos Ermínio)

Análise preliminar do Ministério da Saúde aponta que houve redução de 20% no número de mortes no trânsito de Campo Grande. Com a avaliação positiva, a Prefeitura irá continuar com o projeto Vida no Trânsito, que tem por objetivo diminuir a quantidade de acidentes fatais e vítimas com lesões graves.

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O projeto teve início em Campo Grande e em outras quatro capitais, também com altos índices de acidentes fatais em 2010. Com a mudança na administração municipal, representantes do Ministério da Saúde estiveram nesta terça-feira com o atual chefe do executivo para apresentar o trabalho. O prefeito Alcides Bernal (PP) declarou que apoia a iniciativa.

A coordenadora de Prevenção de Acidentes e Violência do Ministério da Saúde, Marta Silva, disse que o “Brasil todo vive uma epidemia de vítimas de acidente de trânsito”. “Só a saúde não dá conta”, declarou referindo-se às ações e gastos das pastas de Saúde.

Segundo ela, análise preliminar aponta redução de 20% na quantidade de mortes no trânsito de 2011 para 2012. Ela falou ainda que somente no primeiro trimestre do ano passado foram 28 óbitos e no mesmo período deste ano, já com a morte de Élio Francisco Pimenta, 55 anos, nesta manhã, 21.

O secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca, anunciou que para reduzir ainda mais os acidentes fatais, está sendo preparado para o mês de maio o 1º Seminário Municipal de Violência no Trânsito.

De acordo com ele, o objetivo é trazer para a Capital especialistas e consultores em trânsito para palestras e workshops. No mesmo período serão feitas campanhas de conscientização de motoristas e pedestres, nas proximidades dos sinaleiros.

O secretário lembrou que 80% dos leitos de ortopedia da Santa Casa, hospital referência na especialidade, estão ocupados por vítimas de acidente. Ele também declarou que 43% do orçamento da Saúde é comprometido com trauma no trânsito.

Para ele, a maioria dos acidentes acontece porque o motorista ingeriu bebida alcoólica, estava em alta velocidade ou ainda com baixa visibilidade.

Ivandro também reforçou que para reduzir os acidentes é preciso integrar ações de saúde, educação e trânsito.




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