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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

14/12/2015 16:08

O que todo estudante de TI deve saber antes do primeiro estágio

Por Marcelo Vianna (*)

 você é estudante de TI, já deve ter se deparado com notícias de que o ‘mar está bom para peixe’, afinal, a TI é a área que mais contrata, e até 2016, segundo estimativas da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) as empresas devem buscar 30% mais profissionais somente no Brasil.

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É fato: a crise econômica ainda não chegou ao setor de Tecnologia da Informação, mas as empresas querem, cada vez mais, profissionais qualificados. A Conquest One, empresa especialista em recrutamento e seleção de profissionais de TI, faz um alerta para você que está começando a carreira: não busque apenas conhecimentos técnicos. Quer saber mais? Confira as dicas do Marcelo Vianna, sócio diretor da Conquest One:

1) Deixe um legado para a empresa: o estudante, de maneira geral, está buscando o próprio desenvolvimento profissional. A pesquisa “Empresa do Sonho do Jovem em 2015”, publicada recentemente pela Cia de Talentos identificou que nos últimos anos esse item está na lista de prioridade dos jovens entre 17 e 26 anos. Mas, ao entrar para o mercado de trabalho é preciso deixar um legado. Afinal, se a companhia te oferecer possibilidade de inovar, criar e crescer na carreira, o que você pode oferecer em troca? Pense nisso antes de ir a uma entrevista de emprego!

2) Fale inglês fluente: o inglês é básico para a TI. E não é aquele inglês técnico que você aprende na universidade. É o inglês do dia a dia, que vai te permitir participar de uma conference call com profissionais da Índia, Estados Unidos, Reino Unido, compreendendo os diferentes sotaques. O jovem profissional de TI deve entender que a migração para a nuvem é realidade, e que as empresas estão se globalizando. O conselho serve, inclusive para o profissional sênior que ainda busca muitas certificações. Claro, elas são importantes e devem fazer parte da jornada do profissional, que não deve negligenciar o inglês. Então, se você ainda não é fluente, busque cursos focados em conversação ou faça um intercâmbio nas férias.

3) Redes sociais: não peque pelo excesso. O uso quase compulsivo do celular e das redes sociais pode afetar, e muito, a sua concentração no trabalho. É preciso ter atenção ao usar os dispositivos móveis no ambiente corporativo. Afinal, ninguém gosta de conversar com uma pessoa que fica o tempo inteiro olhando para a tela do celular e respondendo mensagens no WhatsApp. No trabalho, é preciso saber o momento de deixar o celular de lado. Por isso, antes de abrir a tela do Facebook ou Twitter durante o expediente procure entender a política da empresa sobre o uso das redes sociais e dispositivos móveis. E, outro conselho: cuidado com o que é compartilhado. Postar informações confidenciais da empresa, reclamar do ambiente de trabalho, salário e do chefe são atitudes antiéticas e causas de demissão em muitas organizações.

4) Comportamento é tão importante quanto conhecimento : não adianta ser um bom profissional, ter inglês fluente e não ter boas atitudes no trabalho. O ambiente de trabalho é complexo, diverso, e é preciso seguir algumas regras básicas de etiqueta, como por exemplo: saber falar com as pessoas; saber pedir; e se comportar em público. Afinal, quem é de TI também precisa se relacionar com pessoas no ambiente de trabalho.

5) Comece devagar: os jovens já começam a sonhar com a liderança, basicamente, no primeiro dia de estágio. Segundo a pesquisa da Cia de Talentos, 67% dos jovens buscam um cargo de liderança. Vá com calma! Em TI, para se tornar um gerente, quiçá um CIO, é preciso tempo, experiência profissional e de vida, por isso desacelere. Antes de sonhar com a cadeira do gestor, entenda o seu perfil profissional Afinal, nem sempre o profissional de TI tem o perfil para a liderança, e você pode ser um bom executor e ser bem remunerado por isso. Muitas vezes, a necessidade de ocupar cargo estratégico pode fazer a empresa substituir um grande técnico por um péssimo líder.

(*) Marcelo Vianna, sócio-diretor da Conquest One

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