A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

06/12/2011 10:24

Uma conquista

Por Heitor Freire*

Com o presente artigo, atinjo a marca de 100 textos publicados em pouco mais de dois anos. O primeiro foi: Da Incontinência Verbal. A partir do primeiro não parei mais. Aos poucos fui percebendo que tinha algo a dizer. Os leitores começaram a se manifestar por diversos meios. Entendi que a faina de escrever provoca no articulista um desnudamento que num primeiro momento assusta. Mas logo vi que não era nada demais. Os artigos agora serão reunidos em livro a ser editado pelo Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul sob a batuta do professor Hildebrando Campestrini. Já estão todos disponíveis no meu site: www.heitorfreire.com.br.

Veja Mais
Comércio exterior: o que esperar de 2017
Tédio é a falta de projeto

Como articulista do Correio do Estado, observo e confirmo a importância do jornal, que há 58 anos circula ininterruptamente. Entre as várias seções que compõem a edição diária, a página 2, do caderno A é o local onde, livremente, os articulistas expressam suas opiniões na coluna Ponto de Vista. Esta seção foi idealizada para abrir um espaço de manifestação daqueles que se expõem publicamente, trazendo à tona seus pensamentos, contrariedades, conhecimentos e experiências, estimulando a participação e discussão de ideias. Discussão esta que, para ser exercida com propriedade, deve ficar restrita, naturalmente, ao campo das ideias, sem qualquer conotação de ordem pessoal.

E é aqui que, costumeiramente, temos a oportunidade de ler os mais variados assuntos. A exposição do ponto de vista sempre foi livre. E representa também uma das maiores conquistas do ser humano, no seu caminho evolutivo: a liberdade. O fato de ler um artigo em que o autor expressa sua opinião, com a qual eu não compactuo, não pode nem deve me levar, eventualmente, a respondê-lo de forma contestatória, pois o artigo representa a opinião do autor. Posso e devo expor meu ponto de vista, mesmo contrário, mas dentro dos parâmetros de respeito e de liberdade de expressão.

Paulo Renato Coelho Netto, escritor respeitado do nosso estado, frequentemente nos brinda com assuntos dos mais pertinentes. Conta com uma legião de leitores fiéis, devido à profundidade de suas ideias, da sua capacidade de esgotar um tema, proporcionando ao leitor satisfação de adquirir mais cultura e conhecimento. Recentemente ele nos brindou com um artigo magistral: “Mais que uma palavra”, onde passeia pelos diversos meandros do ser livre.

Desse artigo, extraio o seguinte parágrafo: “Sou livre para pensar o que eu quiser, não sem entender e respeitar o limite de cada um. Até aqui eu posso. Aqui é o meu limite”. E é exatamente essa consciência que deve nortear e limitar o pensamento e a ação dos articulistas. Um senso de responsabilidade que é o mínimo que nossos leitores esperam de nossos artigos.

E complementando, nas palavras de Francis Bacon: “A verdade, que só a si própria julga, ensina que a sindicância da verdade, que é o amor ou o carinho por ela, o conhecimento da verdade, que é sua presença e a crença na verdade, que é dela desfrutar, são o bem soberano da natureza humana”.

Duas cidades antigas serviram de modelo e de inspiração para a evolução da humanidade e, principalmente para minha formação e que me influenciaram na construção do meu caráter. E ambas são gregas: Esparta e Atenas. De Esparta herdei o senso de respeito e de disciplina, do rigor do cumprimento do dever. De Atenas, uma educação que me ensinou a civilidade, e o culto da liberdade, da liberdade de expressão e de ativo ator que busca sempre o conhecimento. E estas duas culturas são as que balizam, até hoje, o meu desempenho e a minha vida. Daí ter uma noção bem clara, que me levou à dialética, aprendida em Atenas e que me foi recordada como escrevi em artigo anterior, pelo professor Hildebrando Campestrini, presidente do Instituto Histórico e Geográfico, do qual sou vice-presidente.

Além da página 2 do caderno A, dispomos também no Correio do Estado, da página 2 do caderno B, onde se publicam artigos que tenham como tema cenas de Campo Grande, e, onde tenho também oportunidade de apresentar meus trabalhos com essa temática.

Logo depois consegui também um espaço no Campo Grande News, do meu amigo e colega na época da Coordenadoria de Comunicação Social do governo Pedrossian, Lucimar Couto, que me abriu as colunas do seu prestigiado veículo, onde pude também publicar os meus artigos.

Ultimamente conto também com as páginas da revista virtual Top Vitrine, do Paulo Renato Coelho Netto.

Assim aqui manifesto minha alegria por dispor desses espaços para apresentar minhas ideias e meu ponto de vista, sobre os mais variados assuntos que tenho abordado. Sempre com respeito ao meu entendimento, à minha consciência e aos meus possíveis leitores.

(*) Heitor Freire é corretor de imóveis e advogado.

Comércio exterior: o que esperar de 2017
Apesar das tintas carregadas com que alguns analistas têm pintado o cenário para o Brasil em 2017, em razão da crise política entre o Congresso e o P...
Tédio é a falta de projeto
Recentemente, deparei-me com duas situações. Na primeira, eu almoçava com dois amigos, ambos na faixa dos 55 anos de idade, funcionários públicos bem...
Dólar alto: bom ou ruim para o agronegócio?
Claro, depende da hora e do mercado, exportação ou de mercado interno. Agora, falando da soja, o principal produto da pauta brasileira de exportações...
Marcas lutam diariamente para impactar as pessoas
Segundo pesquisas, temos contato com aproximadamente 2.000 marcas em um dia “comum” e menos de 300 delas ficam em nossa memória. Por isso, essas marc...



Que lindo, Parabéns Heitor *-*
Pela conquista.

Curto ler xD
Nunca tinha lidos seus textos, mas o titulo desse me chamou a atenção e adorei hihi

 
Deise Amaral em 06/12/2011 10:52:08
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions