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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

16/08/2015 16:23

Campanha nacional “Justiça pela Paz em Casa" supera 130 julgamentos

Juliana Brum
Em dourados campanha acelera julgamentos de violência doméstica e promotor fala sobre o entendimento da mulher em denunciar ( Foto - Divulgação)Em dourados campanha acelera julgamentos de violência doméstica e promotor fala sobre o entendimento da mulher em denunciar ( Foto - Divulgação)

A campanha nacional “Justiça pela Paz em Casa" idealizada pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal acelerou mais de 130 julgamentos de violência doméstica em Dourados na última semana.

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Para agilizar a resolução dos processos criminais e cíveis envolvendo violência contra a mulher, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, a Defensoria e o Judiciário trabalharam de forma integrada.

O Promotor de Justiça Izonildo Gonçalves de Assunção Junior acredita que o aumento no número de denúncias está relacionado ao fato de que as mulheres estão cada vez mais esclarecidas sobre o direito que têm, estabelecido na Lei Maria da Penha. Por outro lado, ele explica que muitas ainda têm medo de denunciar pela dependência emocional e até mesmo financeira.

Para essas mulheres, o Promotor alerta que hoje os serviços de proteção e orientação são realizados de forma sigilosa.

“A vítima recebe todo o atendimento sem que o agressor tome conhecimento do fato. Hoje existe uma rede onde em qualquer local em que a mulher procure ajuda será prontamente atendida”.

O Juiz Caio Márcio de Brito orienta que qualquer mulher vítima de violência tem à disposição, de forma imediata, a medida protetiva. “Ela é imediatamente atendida e o agressor é afastado do seu convívio, sendo a vítima encaminhada para a Casa Abrigo e o agressor preso”, destaca.

Campanha - Nesta etapa, a campanha ''Justiça pela Paz em Casa'' envolveu todos os 27 tribunais de justiça estaduais do país. "Chegamos à conclusão que era preciso um movimento nacional porque a ONU tem considerado que há uma epidemia silenciosa de violência contra a mulher. No Brasil, a despeito de ter estatísticas ou dados contraditórios, o número de casos de violência contra a mulher tem sido muito mais virulento. O papel nosso de juiz é exatamente de dar uma resposta, e a resposta, neste caso, se não for rápida, ela apenas dá aplicação da lei, mas, ela não faz a realização da Justiça" diz a ministra Cármen Lúcia.

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