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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

07/07/2014 12:05

Corumbá registra menor índice de infestação do mosquito da dengue no ano

Bruno Chaves
Caixa d'água é um dos reservatórios que atraem o mosquito (Foto: Marcos Boaventura/Divulgação/Assessoria)Caixa d'água é um dos reservatórios que atraem o mosquito (Foto: Marcos Boaventura/Divulgação/Assessoria)

Nova edição do LIRAa (Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti), realizado entre os dias 30 de junho e 2 de julho, revelou que a incidência de infestação do mosquito transmissor da dengue em Corumbá, a 419 quilômetros de Campo Grande, atingiu 1,09%. Esse foi o menor índice do ano, que ficou em 2,80% em maio, 8,11% em março e 4,63% em janeiro.

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A evolução do quadro foi apresentada nesta segunda-feira (7) durante reunião no Comitê de Combate à Dengue, na prefeitura da cidade. Durante o evento, integrantes da Secretaria Municipal de Saúde de chamaram a atenção para a importância do segmento do trabalho de prevenção realizado no município.

“Ainda estamos um pouco acima do índice aceitável pelo Ministério da Saúde que é menos de 1%. Em relação aos três ciclos anteriores, este quarto apresentou uma sensível redução, mas é importante mantermos as ações para eliminar os focos do mosquito”, comentou a chefe do CCZ (Centro de Controle Zoonoses), Walkíria Arruda da Silva.

Para isso, ela destacou que é necessário manter as ações de forma intensa, principalmente pelo fato de que, em alguns bairros, a infestação ainda está bem acima do aceitável. São eles: Jardim dos Estados com 4,00%; Previsul, com 3,45%; Arthur Marinho com 3,33%; Centro América com 2,00%; Dom Bosco com 1,89%; Nova Corumbá com 1,68; Guató com 1,63%, Popular Velha com 1,61% e Cristo Redentor com 1,55%.

Realizado por equipes de agentes de endemias do CCZ, o levantamento detectou que os três tipos de depósitos mais frequentes na cidade são reservatório de água ao nível de solo; pequenos depósitos móveis (vasos e pratos de plantas, frascos com plantas, bebedouros de animais, etc.), e lixo (recipientes plásticos, latas) sucatas e entulho.

Notificações – Outra queda registrada pela Secretaria de Saúde foi em relação às notificações. Até a 26ª semana epidemiológica, a cidade registrou 705 casos. Em 2013, neste mesmo período, foram 1.963. A queda aconteceu também em casos positivos confirmados por laboratório: 51 em 2014 contra 388 em 2013.




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