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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

27/07/2015 09:31

Dengue explode e cidade tem 1.061 infectados no primeiro semestre

Apesar de não aparecer entre os municípios de MS com maior incidência, Dourados teve 1.800 casos suspeitos notificados

Helio de Freitas, de Dourados
Trabalho de combate à dengue teve pouco efeito neste ano em Dourados e número de casos explodiu no 1º semestre (Foto: Arquivo)Trabalho de combate à dengue teve pouco efeito neste ano em Dourados e número de casos explodiu no 1º semestre (Foto: Arquivo)

A epidemia de dengue explodiu no primeiro semestre de 2015 em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Das 1.800 pessoas diagnosticadas com suspeita da doença, 1.061 casos foram confirmados e o número pode aumentar, pois vários exames ainda estão sem resultado.

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O número de casos de dengue confirmados na segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul é espantoso se for comparado com o total de pessoas infectadas no mesmo período de 2014, quando penas 27 exames deram positivos. Em todo o ano passado foram 129 casos notificados em Dourados.

Apesar do grande número de casos em relação ao ano passado, o município não figura entre as cidades sul-mato-grossenses com maior incidência de dengue.

De acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde, Dourados está na 44ª posição, com incidência de 828,9 (número de casos notificados a cada cem mil habitantes). Uma pessoa morreu vítima de dengue neste ano em Dourados.

As maiores incidências são em Iguatemi, município de 15.429 habitantes, com 1.280 casos (incidência de 8.296) e Selvíria, que tem 6.427 habitantes e 375 caos de dengue notificados (incidência de 5.834).

Falta cuidado – De acordo com Núcleo de Vigilância Epidemiológica, a dengue cresceu mesmo com a intensificação dos mutirões de limpeza e conscientização, feitos pela prefeitura.

A explicação é que falta cuidado por parte da própria população. Quintais cheios de mato e lixo viram criadouros do mosquito Aedes aegypti, também transmissor da febre chikungunya.

“Não adianta uma pessoa cuidar do terreno e o vizinho do lado não fazer o mesmo trabalho, ambos correm risco de pegar dengue”, afirma o gerente do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Devanildo de Souza.

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