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15/12/2014 23:39

Em Dourados, vacinação contra a pólio e sarampo continua

Vania Galceran

A Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite e Sarampo encerrou na sexta-feira, dia 12. Mas, em Dourados, a prefeitura decidiu manter as doses disponíveis por mais alguns dias. A intenção é dar oportunidade aos pais que ainda não levaram seus filhos para imunizar contra as doenças.

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“A gente já podia ter encerrado, porque foi o prazo determinado pelo Ministério da Saúde. Mas, em Dourados decidimos manter por um tempo até que o sistema de registro de dados do ministério seja fechado, desta forma mais crianças podem ser imunizadas”, explica Carla Cristina Ribeiro, gerente do Núcleo de Imunização da prefeitura, lembrando que o sistema pode ser fechado pelo ministério a qualquer momento.

O alerta é para que os pais que ainda não o fizeram, levem seus filhos para tomar as doses das vacinas. Todas as unidades básicas de saúde realizam a imunização em horário habitual de funcionamento, das 8h às 11h e das 13h às 17h. As faixas etárias em que devem ser aplicadas as doses das duas vacinas são parecidas, por isso a campanha acontece simultaneamente. A vacina contra a paralisia infantil é aplicada em todas as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade e a vacina tríplice viral para imunizar contra o sarampo nas crianças de 1 ano a menores de 5 anos.

Vale destacar o alerta de que a vacina que imuniza contra o sarampo é contraindicada para crianças que tem intolerância a lactose. “Quando for feita a triagem antes da vacina, os pais serão questionados sobre isso e orientados de que a dose contra o sarampo não será aplicada caso a criança seja intolerante”, explica Carla Cristina Ribeiro, gerente do Núcleo de Imunização da prefeitura.

Ela reforça que a contraindicação apenas à vacina contra o sarampo, não se aplica à dose contra a poliomielite. “Mesmo que seja intolerante à lactose a criança que atingiu a idade deve ser levada aos pontos de vacinação para tomar as doses contra a poliomielite, pois com relação a essa vacina a contraindicação não existe. A vacina precisa ser tomada”, reafirmou.

As ações em campanha têm como objetivo manter elevada a cobertura vacinal contra a poliomielite de forma homogênea em todos os municípios brasileiros, visando evitar a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite no país. Para isso, a população alvo deve ser vacinada indiscriminadamente.
O Brasil está livre do polivírus desde 1990, mas as ações devem ser mantidas até que aconteça a certificação mundial da erradicação deste agente infeccioso. Este ano é o 35º de Campanhas Nacionais de Vacinação contra a Poliomielite e o 25º sem a doença no Brasil.

Já com relação ao seguimento da campanha contra o Sarampo, o objetivo é resgatar os menores de cinco anos que ainda não foram vacinados contra a doença. A intenção é garantir a manutenção do estado de eliminação do sarampo e rubéola no país.

 




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