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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

18/01/2012 18:20

Familiares identificam dois dos corpos carbonizados em Paranhos

Paula Maciulevicius e Nadyenka Castro

Parentes de homem que teria vindo do ES para MS vem ao Estado para reconhecer corpo

Os três estavam na carroceria da Hilux, que além de queimada, tinha marcas de tiro.(Foto: Paranhos News)Os três estavam na carroceria da Hilux, que além de queimada, tinha marcas de tiro.(Foto: Paranhos News)

Dos três corpos encontrados carbonizados em uma caminhonete nesta terça-feira, em Paranhos, dois já foram reconhecidos pelos familiares. Através de objetos pessoais como relógios e aneis, a família identificou Jucimar Gomes Favoretti, 44 anos e Alexandre Emílio de Almeida, 48 anos.

O terceiro ainda segue sem identificação. Parentes de Robson de Souza, 35 anos, proprietário da caminhonete onde os três estavam afirmam que o corpo não é dele. Segundo a Polícia, familiares de um homem do Espírito Santo que teria vindo para comprar terras em Paranhos, estão vindo para o Estado a fim de reconhecer o corpo.

A Polícia investiga o paradeiro de Robson, considerado desaparecido e o que de fato teria acontecido.

Os três estavam na carroceria de uma Toyota Hilux prata, com placas de São Paulo, que além de queimada, tinha marcas de tiro. A caminhonete não apresenta irregularidades quanto à documentação, nem registro de furto ou roubo.

De acordo com a Polícia o veículo estava em uma região perigosa e de difícil acesso, na MS-295 a 55 quilômetros de Paranhos, 20 metros distante do Paraguai e três quilômetros de Coronel Sapucaia, no sentido Coronel Sapucaia – Paranhos.

Jucimar e Robson tinham casa em Eldorado, já Alexandre era do Rio de Janeiro. O grupo teria saído de Eldorado no domingo, para comprar terras em Paranhos. Aos familiares, eles disseram que voltariam ainda na tarde do dia 15, o que não aconteceu.

Ainda conforme a Polícia, a esposa de Alexandre tentou contato e por não conseguir, registrou Boletim de Ocorrência na segunda-feira. Os quatro já tem passagens pela Polícia.




Note bem, os quatros já possuiam passagem criminal, essa estória de comprar terras em Paranhos, está mau contada. Região de fronteira com o pais vizinhos (Paraguai), eles foram é negociar ervas do capeta, e a negociação devidamente foi mal sucedida, o qual culminou em execução.
Pergunto agora? cadê o quarto componente, sumiu como? nem vestigios ou rastro de seu paradeiro.
 
Leandro de Souza Barbosa em 19/01/2012 02:46:56
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