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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

02/02/2011 12:47

Líder do Projeto Portal vai tentar acordo com Incra, mas pode “fechar as portas”

Aline dos Santos
Urandir vai propor acordo para não ter terras do Projeto Portal desapropriadas pelo Incra. (Foto: João Garrigó)Urandir vai propor acordo para não ter terras do Projeto Portal desapropriadas pelo Incra. (Foto: João Garrigó)

Líder do Projeto Portal, comunidade instalada em Corguinho e que acredita em seres extraterrestres e se prepara para o apocalipse em 2012, Urandir Fernandes de Oliveira afirma que vai tentar um acordo com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para reverter o processo de desapropriação de 400 dos 1.040 hectares da propriedade.

“A área da pesquisa ufológica não afeta tanto. Mas o turismo, que é o mais forte do projeto do projeto, prejudica totalmente”. Urandir relata que a proposta é ceder 250 hectares para o Incra.

No próximo dia 15, o processo de desapropriação de 1,4 mil hectares em Corguinho para atender remanescentes de quilombolas será discutido em audiência na Justiça Federal de Campo Grande.

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Caso a desapropriação prossiga nos termos que já foram apresentados pelo Incra, o líder do projeto pretende comprar terras vizinhas ou até mesmo “fechar as portas” e levar a cidade esotérica para o Amazonas.

“Já temos uma base na Amazônia. Lá também tem a arqueologia. Encontramos uma cidade perdida”. Ele conta que a densa vegetação oculta as ruínas da cidade. “Podemos mostrar que a América do Sul é o berço da civilização”. No entanto, a descoberta não foi repassada a órgãos oficiais.

Turismo ufológico – Conforme Urandir, o Projeto Portal recebe 2.500 visitantes por mês, vindos de todo o Brasil, além de Estados Unidos, Japão, China e Europa. Ele reforça que o projeto mantém 800 empregos, entre diretos e indiretos, e sustenta a economia das cidades de Corguinho e Rochedo.

“Inclusive, os próprios descendentes dos quilombolas trabalham lá”. Aos visitantes, o local oferece hospedagem no hotel fazenda ou área de camping. Em geral, os turistas são associados ao projeto ou fazem doações.

Com a desapropriação, as atrações do ecoturismo seriam impactadas. Pois o projeto perderia a área com trilhas e cavernas.

Já o turismo ufológico se manteria intacto. Segundo o líder do projeto, é a localização que garante a Corguinho o título de um dos melhores pontos para avistar ovni (objeto voador não identificado).

“A localização é de 19 graus de latitude Sul, que tem hiperatividade vibracional”. E prossegue: “Antes do projeto, os moradores viam círculos redondos, luz na mata”. Ele assegura que em um único dia é possível avistar até 15 objetos não identificados no céu.

Irregularidades – Urandir Oliveira questiona os procedimentos do Incra e reclama de arbitrariedades. “O Incra fez medições sem fundamentação, a área é de minérios e todas as terras não são produtivas. Não têm condições de alimentar as pessoas”, salienta.

Ele também reclama do valor da indenização paga pelo Incra, de R$ 300 por hectare. Segundo Urandir, até mesmo os quilombolas com o título da área terão terras desapropriadas. Pelo estudo do Incra, outras 13 propriedades na região também integram a área reivindicada pelo governo federal.

Casas têm formatos exóticos, com promessa de resistir a terremotos e vendavais. (Foto: Projeto Portal)Casas têm formatos exóticos, com promessa de resistir a terremotos e vendavais. (Foto: Projeto Portal)

Polêmica – Paranormal e ufólogo, Urandir ficou conhecido nos anos 90, acusado de forjar aparições de discos voadores na região de Corguinho.

Em 1998 o ufólogo Ademar Gevaerd acusou Urandir de simular a aparição de ovni com projeções de luz de objetos como uma caneta a laser, e fez demonstrações de "fenômenos" similares.

Depois disso, Urandir ficou um tempo no ostracismo e, em seguida, passou a vender lotes em Corguinho, pregando a construção de uma cidade esotérica para enfrentar o apocalipse, por conta do aquecimento global. São construções elaboradas com formatos exóticos, com promessa de resistir a terremotos e vendavais. O projeto existe há dez anos em Mato Grosso do Sul.

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VOU ARRISCAR MAIS UM COMENTÁRIO. TALVEZ ESTE SEJA PUBLICÁVEL.
DEZENAS DE PESSOAS, TALVEZ MAIS QUE UMA CENTENA, DE TODO O PAÍS E ATÉ DO EXTERIOR, CONSTRUÍRAM NO PROJETO PORTAL. O INCRA NÃO AS IMPEDIU OU NOTIFICOU ACERCA DA POSSIBILIDADE DE DESAPROPRIAÇÃO. SUPONHO QUE ESSAS PESSOAS NÃO SE CONFORMARÃO COM A SITUAÇÃO POIS COM A DESAPROPRIAÇÃO DA PARTE PRETENDIDA PELO INCRA SUAS PRETENSÕES NO PP DESAPARECERÃO OU SERÃO SIGNIFICATIVAMENTE MINORADAS.
O PROJETO PORTAL PODE ATÉ SER UM GRUPO DE MALUCOS. MAS O FATO É QUE TRAZ DINHEIRO PARA A REGIÃO. E MUITO. OS QUILOMBOLAS, DE SEU LADO, ONERAM O ERÁRIO. PODERIAM PERFEITAMENTE ONERÁ-LO EM OUTRO LUGAR. E QUEM DÁ LUCRO PODERIA E DEVERIA CONTINUAR A FAZÊ-LO.
 
RENAN ALTAIR NARDI em 09/02/2011 02:37:56
Estive diversas vezes no Projeto Portal. Fui agricultor e conheço terras cultiváveis e agricultura. Posso afirmar, e isso é comprovável in loco, que há pouquíssimo de cultivável tanto pelo solo pedregoso como por ser excessivamente montanhoso. Não há sequer água potável e a água do PP vem de um poço artesiano. Quanto aos quilombolas, conheço-os, muitos, pessoalmente. O que precisam é de educação e terras cultiváveis. Menos álcool também lhes faria bem. Mas, o incrível é que o INCRA tenha permitido a construção de dezenas de construções pertencentes a pessoas de todo o país, até de estrangeiros, para agora inviabilizar o empreendimento.
Pergunta: se as atividades do PP houvessem sido declaradas como religião, algum tipo de igreja como tantas patifarias que existem no Brasil, haveria risco de desapropriação?
 
Renan Altair Nardi em 09/02/2011 02:05:36
sou membro participante ativo do projeto portal ha [14] anona [completados agora em março de 2011_sempre tivemos ,um tal ademar gevaerd_ no pé do urandir,e no nosso ,pois estamos com ele, urandir até o final*vemos tanta corrupção neste pais, com
tantas areas para desapropriar,e produzir, porquê ? logo o projeto portal?essas instituições tem medo de perder as redeas q/ mantiveram segurando o povo escravo
de crenças desnecessarias,?porque a verdade já é clara,mas saibam, quanto mais egoista, ,vingativos ,menos acesso aos conhecimentos das ciencias paralelas,q/ naõ saõ
[pregadas ] mas,sim reveladas claramente pelo urandir,atravéz dos nossos parceiros
cósmicos, e agora mais profundamente pelo *bilú*saibam, os espertinhos ,q/ isto não se compra,é conquistado palmo a palmo.
saibam,tambem q/ a propria ,*justiça*irá rever ,o,que realmente ,é de direito de quem,
e,não estou falando dessa justiça ,da qual somos subordinados na terra,mas,da justiça *cósmica * todos temos quer ,queiramos ou não,naõ poderemos fugir das leis universais., e,não se trata de castigos,mas, recebendo de volta,[ verdade ou mentira]
URANDIR ESTOU COM VOCÊ ATÉ O FIM, ZEMARIA=ZEM
 
josemaria de oliveira penna em 04/02/2011 11:48:56
Acho muito justo os quilombolas terem a propriedade da área sobre a qual já têm posse, que já ocupam há muitos anos. Mas agora querer aumentar essa área sem nenhuma justificativa razoável, tomar dos proprietários legais que adquiriram as terras e pagaram por elas, ainda mais terras impróprias para plantação? Isso seria ceder às pressões e lobbies das ONGs que têm segundas intenções, assim como têm feito em Roraima e na Amazônia em "benefício da população indígena". As terras que o INCRA quer desapropriar são tão impróprias que os próprios quilombolas nunca quiseram ocupar. Nunca plantaram nada lá porque não adianta plantar em pedra.

Autoridades públicas: abram os olhos!
 
Zulmar Peixoto em 04/02/2011 10:58:15
Retroceder, JAMAIS!
Se o Urandir fizer o jogo deles, será um retrocesso.
Vamos lutar até o fim, pela verdade de direito.
Temos parceria poderosa ao nosso lado, na "queda de braço": aposto tudo.
Avante e lembrem-se: o conhecimento liberta!
 
Maria Elisabeth Olendzki da Silva em 04/02/2011 07:21:00
Há 12 anos , Rochedo e pricipalmente Corguinho eram praticamente desconhecidos da mídia e do mundo, Hoje, O Brasil e o Mundo estão com suas atenções voltadas pra esses Municípios graças ao Projeto Portal na pessoa do Urandir Fernandes de Oliveira. Em pouco mais de uma década essas cidades subsistem graças aos Turistas que visitam o Projeto Portal. O Comércio e Serviços do local se desenvolveram como poucos municípios de MS. Rochedo e Corguinho, cidades sem nenhum atrativo cresceram e tornaram-se prósperos em função da alavancagem econômica produzida pelo P. Portal. Essa "estranha" e Suspeita desapropiação feita ainda no Governo mais suspeito ainda do PT a fim de beneficiar "Quilombolas" , ora Quilombo alí naquelas terras que já foram Paraguaias conquistadas por Solano Lopes e reconquistadas por Caxias, escravos naquela região. Existe uma máfia de desapropriação neste país que enriquecem poucos e o Incra , um órgão obsoleto e arcáico. Reforma agrária no século 21, ora tenha paciência , os EUA e outros fizeram a sua reforma há mais de 200 anos e nós porque agora $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
 
Hanna Chequer Bou Habib em 03/02/2011 09:19:09
Espero que o INCRA reveja suas posições e não coloque no lixo, pela perniciosa influência de terceiros, uma década e meia de pesquisas, de trabalho, de turismo e apoio social realizados pelo Projeto Portal.
Isto seria vergonhoso para o Brasil e, sobretudo, para o estado do Mato Grosso do Sul.
Os municípios de Rochedo e de Corguinho antes, incógnitos, tornaram-se conhecidos no mundo todo devido a presença inovadora do Projeto Portal.
Será que o INCRA quer apresentar-se no exterior como um órgão tirano e insensato ou um incentivador da pesquisa, do turismo e do bem estar social? Que ele deixe, portanto, o Projeto Portal em paz, em suas terras, dando continuidade às suas pesquisas e buscas pelo conhecimento.
 
Mercedes Maria Fassini em 03/02/2011 09:06:21
É o governo tentando, como sempre, neutralizar atitudes que permitem que as pessoas possam enxergar as verdades que não interessam aos seus planos de controle da população.

Muitos acham que o Projeto Portal é um lugar de idiotas que acreditam em ET's e discos voadores, mas não se preocupam em procurar fontes idôneas para se informar e sair do condicionamento que o sistema, por sua conveniência, lhes mantém. Esses já estão dominados.

Um local onde não há, e nunca houve o menor investimento do poder público, de repente passa a despertar interesse de órgãos da Capital Federal, como se dessem alguma importância àquelas pessoas que jamais foram alvo de suas preocupações. Isso é no mínimo intrigante.

O Projeto Portal, sítio de pesquisa e vivências, onde cada visitante tem a oportunidade de buscar e encontrar respostas para os seus questionamentos, como sua origem cósmica, antropologia, física quântica, astronomia, dentre outras, com base em CIÊNCIA, e não em " viagem na maionese", mais uma vez é alvo de ataques, o que nos permite pensar que há algo bem maior por de traz dos "interesses" que desejam mostrar.

É lamentável o que tem sido feito com a incauta população.
 
Pedro G. Seidel em 03/02/2011 06:29:33
Realmente é uma vergonha o INCRA querer desapropriar terras improdutivas, onde não é possível cultivar nada pois trata-se de solo rochoso. Antes do Projeto Portal existir, eram terras abandonadas, sem uso.

Por que será que indiretamente o INCRA ou seja lá quem está por trás disso quer prejudicar um Centro de Pesquisas que irá trazer muitos benefícios a todos, pois está conectado com o mundo todo.

Percebe-se uma clara perseguição à pessoa do Urandir, e por consequência todos os pesquisadores e participantes do Projeto Portal que serão prejudicados.

O Projeto Portal beneficia a população local há muitos anos não fazendo portanto sentido algum essa desapropriação.

O que realmente será que está por trás disto??? Será que as aparições do Extraterrestre Bilú tem algo a ver com isso? Será que os governantes estão com medo de alguma coisa que a população não possa saber???
 
Jackson R Liller em 03/02/2011 04:33:14
É lamentável o ataque "orquestrado" às terras dedicadas a pesquisa e ao segundo pólo de turismo do estado do Mato Grosso do Sul (depois de Bonito e Corguinho, alguém sabe se existe alguma outra fonte de turismo no estado?). Infelizmente isso pode ser um tiro no pé para o desenvolvimento daquela região. O governo deveria incentivar o desenvolvimento e não "criar" uma crise social com interesses escusos. Basta ver que as comunidades quilombolas da região já vivem da renda gerada pelo crescimento da atividade de turismo, inclusive nas pequenas cidades de Rochedo e Corguinho e na capital do Estado, Campo Grande, isso é bem visível. Fica a pergunta: O que está por trás da desapropriação das terras do Projeto Portal? O interesse Público? Discordo! Isto é uma vergonha!!!
 
Deo Barros em 03/02/2011 04:04:16
É uma pena como as pessoas menos favorecidas são usadas como massa de manobra pra objetivos obscuros, esses quilombolas e toda a região nunca tiveram tantas oportunidades de desenvolvimento, no entanto, preferem seguir orientações de instituições que jamais darão a eles tais oportunidades, preferindo viver eternamente como “rejeitados” e “coitadinhos“ da sociedade em vez de unir forças e progredirem juntos.
O Projeto Portal é o 2º (se não for o 1º) maior pólo turístico do M.S., perdendo apenas para Bonito, não acredito que o governo do estado e as prefeituras locais não estão preocupadas com a possibilidade de perder esta fonte geradora de emprego e de desenvolvimento local. Deveriam sim, investir em melhorias como acesso e incentivos fiscais e financiamentos para a região. Antes do Projeto Portal ninguém conhecia Rochedo ou Corguinho, hoje o Brasil e o Mundo conhecem.
 
luciano parraga da silva em 03/02/2011 04:01:24
Realmente a perseguição ao Grupo do Projeto Portal e a Urandir me espanta a cada dia. O pedaço de terra que o INCRA quer desapropriar é uma morro contendo rochas. Qual seria o sentido disto? Será que estariam procurando outras coisas? Porque este interesse?

Desde as primeiras aparições na fazenda do Projeto Portal, grupos e pessoas tentam acabar com o trabalho direcionado do Projeto Portal de divulgação de informações que estão abrindo os olhos de cada pessoa que chega naquele local com intuito de pesquisar e desvendar as informações recebidas de civilizações fora da terra.

Será que esta ação do INCRA estaria sendo manipulada pelos mesmos grupos de pessoas que vem fazendo isso desde o inicio contra o Projeto Portal?

Espero pela justiça neste planeta, mas a justiça sensata.
 
Eduardo Della Santa em 02/02/2011 11:22:32
A corrupção está cada dia mais evidente, só não vê quem não quer.Onde que esse pessoal é quilombola????E aquelas terras são pura rocha.Antes do Projeto Portal aquelas terras era um fim de mundo que ninguem sabia sequer que existia.Onde estava o INCRA antes do Urandir melhorar a condição de vida daquela região???Agora querem desapropriar ???Agora o mundo sabe onde é Corguinho no mapa, graças ao BILU, o et brasileiro, que aparece no Projeto Portal.Os governantes não dão a minima para o povo de lá .O que tem por de trás desse interesse repentino naquela região???Se fosse pelo povo o governo investiria lá para melhorar a vida desse pessoal, mas pelo contrario, não dá a menor assistência nem condição de melhorias para a região.O que Urandir fez sozinho para o desenvolvimento da região, um governo inteiro não foi capaz de fazer.UMA VERGONHA !!!! UMA VERGONHA fazer uma barbaridade dessa com Pessoas como Urandir que apostam o suor e muito trabalho para trazer mais desenvolvimento para uma região tão abandonada pelos governantes.A coragem de um só homem contra a vergonha de muitos
 
Luciana Saboya em 02/02/2011 10:30:00
ESTE CARA, O URANDIR PODE ATE SER MEIO MALUCO, EM ACREDITAR EM ETs.....
MAS NA VERDADE ELE GERA DIVISAS PARA OS MUNICIPIOS DE CORGUINHO E ROCHEDO....ENTAO ELE PRECISA DE INCENTIVOS FISCAIS E MELHORAR AS CONDIÇOES PARA ATRAIR MAIS TURISTAS.......
 
marco aurelio em 02/02/2011 07:27:49
O INCRA CONTINUA FAZENDO TUDO ERRADO DE NOVO. DA MESMA MANEIRA QUE FAZ E FEZ COM OS SEM TERRA. VAI DAR TERRA PARA QUEM NÃO TEM DIREITO, DESAPROPRIAR QUEM COMPROU E PAGOU, BEM ANTES DE SER RECONHECIDO COMO QUILOMBO, SEM CONTAR QUE FAZ ENTREGA DE CESTAS BASICA PARA A FAMILIA INTEIRA ....I AS CESTAS BASICAS QUEM CONTROLA QUAIS SÃO OS CRITERIOS ,QUEM TEM EMPREGO E RECEBE O BOLSA FAMILIA. O INCRA E GOVERNO SUSTENTA E AINDA VAI DAR TERRA ........ VOU CHAMAR O BILU PARA ABIDUZIR ESTES FISCIAS DO INCRA ............VOLTO 03/02 ..
 
Paulo Durães em 02/02/2011 04:08:35
Fechar as portas não Urandir, o que faremos sem a aparição do querido E.T Bilu???
 
Oswaldo Junior em 02/02/2011 03:15:06
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